A arte da política acontece pela……

A arte da política acontece pela……

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Segundo o economista, João A Sartori

A melhor arte de se fazer política acontece pelo DIÁLOGO. Inclusive, onde existir o conflito.
O exercício da política acontece por intermédio de qualquer cidadão.
Porém, nem todo o cidadão político-político faz política como OS POLÍTICOS as vezes o fazem.
A medida que o ser humano profissionalizou a política, criou-se à figura do político. Com ela, veio o desenvolvimento fácil da arte da malandragem.
E, conforme explica aqui Antônio, esta situação evoluiu para tal grau de especialização que, como gestores do chamado PODER PÚBLICO ou, àquela instituição que a princípio fora criado com o objetivo de regular à vida humana em sociedade, os POLÍTICOS resolvem com o andar da carruagem, a fazer com que este, o poder público sob seu manto e domínio, passasse a ter vida própria.
Ainda, segundo João, “a situação foi se agravando a tal modo que, já especialistas, muitos deles pensaram em começar a separá-lo – o poder público, o poder de Estado -, da sociedade.
Assim, se a princípio se pensou em criar um “órgão regulador” para a sociedade, chegamos a – agora e outra vez -, à criação de “OUTRO CORPO”.
Este “Outro Corpo”, ainda sustentado pela sociedade e necessário a esta, começa então a se desvincular de seu melhor e maior propósito, explica o economista e, passa então a competir com àquele. Ou seja, com o seu criador e mantenedor.
Acontece que, a criatura ‘criada’, insaciável pela ganância natural do seus agentes, oriundos claro da própria sociedade, continua a ‘querer mais’ e, no poder de “criar leis e encargos” para o povo no geral; passa a amenizar grandemente para eles, A CLASSE POLÍTICA.
Ai, então, passa a se apoderar mais e mais.
Evolui-se para uma nova situação: a CLASSE POLÍTICA de um lado como mandante e, o POVÃO do outro, como escravos daquela.
À medida que o tempo passa e uma parcela da aldeia começa a se dar conta que estão sendo lubridiados, roubados, explorados por àqueles, etc… e tal, os escravagistas – a maioria deles -, preocupados com o risco de perder poder e seus privilégios, passam a inventar formas de se isolar dos DESGRAÇADOS QUE AGORA QUEREM SEU CORO. Selecionam alguns jargões, do tipo:
-Estamos preocupados é com o pobre;
-Todos tem acesso à saúde;
-Educação é prioridade;
-Recurso a fundo perdido para não penalizar o povo;
-Emendas Parlamentares;
-Projetos à porta, pertinho, quase ‘estourando’;
-Cursos para o povo ir trabalhar;
-Bolsas, dentaduras doadas pelo Estado;
-Esquerda e da Direita e os do Centro (da mesma merda!)
-Políticas para os ‘então fragilizados’;
-AemEme; A ele M, Famuss; Kansul Propular; etc…..
-……………
– ………….., um mar para enrolar os bobos.
Como o tempo urge e a coisa tende a ficar mais difícil para os escravocratas, estes se enervam – explica, João -, e passam então a perambular de capital a capital; de seus engenhos, de seus castelos para fora do país; de seus castelos para outros castelos e até beiras de rios, na desesperada busca de encontrar motivos para, cada vez mais se separar, se isolar, se manter ocultos, do SEU PRÓPRIO POVO.
Assim, uma infinidade de recursos são colocados em prática para que o povo TENHA A IMPRESSÃO DE QUE FICA SABENDO, mas NÃO FIQUE SABENDO, do que eles não fazem ou, DO QUE ELES REALMENTE FAZEM.
Evoluíram a tal ponto que, já criaram uma TELEVISÃO e, acreditem, a língua utilizada será o hieróglifo, dos deuses!! Pode? …
Mas que bá!

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