Anhan…

Anhan…

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Eu não troco meu ranchinho amarradinho de cipó
Por uma casa na cidade, nem que seja bangalô
Eu moro lá no deserto, sem vizinho, eu vivo só
Só me alegra quando pia, lá pr’aqueles cafundó.

 

Pois, é, pois é, aí o Chico e a Trindade, sua esposa.

    Toda tardinha, em seu ‘ranchinho’, que não é coberto de cipó, Chico e a Trindade aguardam o entardecer na querência e, uma vez por outra, recebem, com as duas mãos, o Liberdade.
    Pessoas queridas, importantíssimas, aqui de São Miguel das Missões e gente que preza à leitura, o respeito e tomar um bom chimarrão, após um longo dia e muito trabalho.
Grato pelas coisas boas, também agradece as que considera ruim. Diz que sem ela, a vida não teria sabor e, viver bem é saber viver. Então…

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