Autores Postado porLiberdade - O Jornal

Liberdade - O Jornal

1223 POST 0 COMENTÁRIOS

0 73

No Galpão Crioulo do CTN Sinos de São Miguel, o Piquete Tauras do Rio Grande homenageia Cenair Maicá. 

Na oportunidade, o Patrão entregou um lindo quadro ao filho e ao tio de Cenair, Patrício e Vitão Maicá que disseram-se lisonjeado com a homenagem e muito satisfeito de ver que a obra de Cenair permanece viva para na geração atual e futuras gerações.

0 62

  O Liberdade – O Jornal é um veículo de comunicação fundamental para quem queira exercer uma função executiva, nos serviços públicos ou político na região missioneira.

Quem lê, quem acompanha o Liberdade, acaba tendo uma visão muito mais abrangente, consegue estabelecer relações macro e micro, vê o mundo não como se ele fosse um grão de areia, mas alguém que observa o local onde sua espécie vive, como se ele pudesse ser visualizado, nos mínimos detalhes, perto ou mesmo à distância.

A JR MONTAGEM INDUSTRIAL, apóia o Liberdade – O Jornal

O LOJ é fundamental nos dias de hoje, diante das trágicas decisões tomadas no passado em relação à educação. Cito o exemplo, do abandono e aí distante fomento ao pensar humano.

As ciências de hoje, ensina o homem a exercer cargos burocráticos, repetitivos, técnicos. Não o ensina a pensar, a questionar, pelo contrário.

Disso, temos uma nação incapaz de articular e se rearticular, de projetar o próprio futuro, independente do esforço que se faça.

O político que não lê, seja porque não gosta da linha editorial do Liberdade; seja porque não saiba ler; seja porque não gosta do que acontece em suas páginas ou por outro motivo qualquer, .. vê-se à distância com o seu povo; com a realidade de sua comunidade; no mar que o separa daqueles que o pagam regiamente para fazer melhor o que deveriam mas não fazem. Sequer conseguem assimilar a função que exercem. Transformam prefeituras em empresas onde o que mais importa, para eles, é fazê-la apresentar lucros, construir paredes, e por aí a fora…

O Liberdade é sim, fundamental para qualquer governo que queira ver-se, ver adequadamente sua comunidade, saber como poderá resolver os problemas que eventualmente atinjam àqueles que esperam nele alguma solução para seus problemas.

Ler o Liberdade é a certeza de que você não será visto como um mentecapto, como um ultrapassado, um ‘fora da casinha’. Então……assine, leia, o LOJ, fundamental nos tempos de hoje e de amanhã!

0 105

 Ainda ontem andando pela região do interior do nosso município missioneiro – S.M.M. -, pensativo com as dificuldades encontradas nas sobrevivência no campo, me deparei mais uma vez cruzando despercebidamente na frente de uma velha construção abandonada e, chegando mais perto, para analisar a situação das benfeitorias dos prédios, vi que ali ainda existe resquícios de um local que antigamente existia um povo comunitário que desfrutava tanto daquele então dinâmico espaço.

Chegando mais perto, temos àquelas imagens antigas de construções que ao longo do tempo foram se degradando e perdendo seu valor e, passando despercebida se torna algo que o tempo está prestes a fazer desaparecer.

No local ainda resiste a pequena escola, com espaço interno não superior a 30m a 35m² onde não só o padre rezava à missa, bem como servia de local de festividades, como a dança e a briga de facão. As vezes, quando a vela apagava e à noite, o facão era substituído pela foice e depois falava o “schmitão”, espaço construído há pelo menos 3 décadas quando o atual município, de São Miguel das Missões, ainda fazia parte de outro, o município mãe de Santo Ângelo.

Também fazia parte, área de lazer, como cancha-de-bocha, campo para prática de futebol e vôlei e outros, caracterizando ali como espaço importantíssimo para a comunidade local interagir, desenvolver encontros religiosos, familiares…

Também neste local, encontrava-se depositado equipamentos e máquinas de diferentes utilidade destinado ao uso comunitário, na atividade agrícola, tais como: Triturador de milho, panelas, enxada, foice, resfriador para o leite, pulverizador costal, ……. alguns desses acabaram desaparecendo para sempre ou, foram remanejados para outros locais.

Hoje no presente em que vivemos, só restaram estes velhos prédios que com o futuro haverão de cair e desaparecer, uma vez que desde suas construções, até os dias atuais, nunca foram consertados, que dirá conservadas.

 

*A Padaria Noroeste prestigia o LOJ!

 

Mas hoje nos perguntamos: Onde está àquela comunidade ativa que hoje parece não existe mais?

O que será do futuro de nossos interiores, da vida dos nossos vizinhos, amigos, dos vestígios de nossa infância, nossa vida em família e interagindo com famílias, riquezas que vamos perdendo.

Já que recordar é viver novamente, chegamos à conclusão: Se lembrar de antigamente, onde tínhamos torneio de futebol entre comunidades vizinhas, somado com àqueles bailões de interior, da prosa ao pé do ouvido onde, local onde o salão sempre estava cheio e no entorno o povo se deliciava trocando informações e se divertindo.

Ali fora, hoje matagal, à época grama crescia pouco, de tantos amassos e gente amassada pela falta de espaço na pequena sala, contando com muitas diversões e aquelas brigas típicas de final de festas. Lembro até de meu vizinho – o Rodrigo, com um balde de lata onde vários gatos recebiam seu cuidado, dando-lhes uma mamadeira a cada hora e meia para que suprissem a ausência inesperada da mãe..

Se de noite era mais escasso a presença da ‘Gloriosa’ de farda, de dia seguida era convidada a acalmar os ânimos de algum retovado ansioso e movido pela testosterona que lhe fugia pelos remendos das bombachas.

Agora, já não é mais no interior que se vê isso.

Em praticamente todas, no interior, só se vê abandono e solidão total.

A capoeira tomando conta de um local que antigamente era de todos nós.

Todos estes acontecimentos tem grande influência do avanço tecnológico e do sistema de produção, que vem a cada pouco, se modernizando, onde busca-se maior produção por unidade de área e a redução de custos.

Nossos interiores não resistiram por falta de políticas agrícolas adequadas e que por tal, levassem em conta o melhor para a vida de nosso próprio povo.

Veio o lavourão, acabou-se nossos reinos encantados. Nele, no lugar dele, a tal da produtividade, tão necessária…

Onde, em uma pequena fração de área agrícola morava-se e tirava-se o sustento de uma grande família que, com trabalho braçal e troca de serviços entre vizinhos, se gerava riquezas tantas e inestimáveis.

Hoje, praticamente tudo sendo substituído por máquinas cada vez mais eficiente com o propósito de produção de commodities ou mesmo, grandes setores especialistas em produção animal e vegetal.

Para estes pequenos agricultores restando ter que vender sua área de terra para o lindeiro que vem comprando de todos e indo-se colocar em uma parte da cidade onde seu capital consiga lhe oferecer. Daí, grande número destes com a idade, esperam por uma aposentadoria e, a outra parte, tem que achar uma forma de sobreviver.

Caminhando por nossos interiores, ainda vimos alguns que ainda resistem e permanecem no campo.

Alguns destes, sem conseguir evoluir, mesmo assim lá permanecem até o fim. Como que se negando a dar-se por vencido, desafiando uma ameaça que lhe lapida dia após dia.

Por outro lado, parte deles passa a tentar “comer um ao outro”, para atender as novas demandas do sistema.

Não podemos culpar agricultores que compraram a terra dos menores, fazendo eles irem embora para a cidade.

A verdade é que somos todos coordenados por um sistema que força à produção em escala, com uma redução de custos cada vez maior. Somando isso à tecnologia cada vez maior, assim foram desenvolvendo uma competição entre os próprios setores agrícolas, forçando a desaparecer a pequena propriedade.

Também nossa comunidade, Urubucarú /Ataídes, é composta na grande maioria dos casos, de pequenos agricultores e, os mais apoderados, envolvidos com seus objetivos de ganhar mais e mais dinheiro ou atender a seus afazeres, – quando não tentam ainda apagar os últimos vestígios dos remanescentes locais, mostram-se incapazes de motivar à comunidade local, de uma forma ou de outra a construírem para si uma teto por suas cabeças para eventuais encontros comunitários.

Também se soma, pelo número pequeno de votos que a comunidade oferece, o descaso posto do poder público do município que há décadas enrola à comunidade prometendo fazer um galpão que fosse e, nunca, nada acontece.

É triste a realidade que sobra em nossos interiores, onde cada vez um menor número de pessoas se deparam vivendo alí. Espaço em que cada vez se tem menos tempo e, a felicidade vem sendo trocada pela solidão, pelo carro ou máquina a mais bonita e potente.

Chegamos à época que um único agricultor/empresário, será o dono de vastas extensões da terra que até há poucos era de Deus e de todos nós.

Tecnologias robóticas, mecânicas, desde o preparo do solo até a colheita. 

Não somos mais humanos, somos máquinas, infelizes, um a devorar ao outro, a espera que um dia, algo, quem sabe a morte prematura, nos faça parar; pra pensar… no que estamos fazendo com nós mesmos!

                           Jean Sartori     

0 88

Editoria: IBGE 25/09/2019 16h00 | Atualizado em 25/09/2019 16h10 

Ao contrário do que foi informado antes, as 1.343 vagas para Coordenador Censitário Subárea (CCS) exigem nível superior, em qualquer área. Será publicada uma retificação ao edital, com essa correção. As 1.315 vagas para Agente Censitário Operacional (ACO) são de nível médio. Há vagas em municípios de todos os estados. As inscrições estarão abertas de 25 de setembro a 15 de outubro de 2019 e serão feitas pela internet, nesse link. As provas estão previstas para 8 de dezembro e serão realizadas em 1.031 municípios. 

A função de Coordenador Censitário Subárea (CCS) exige nível superior em qualquer área de conhecimento, e não nível médio, como consta no edital publicado hoje. 

Não houve mudanças nas demais informações divulgadas. 

Segue o link para o novo release, publicado agora no portal do IBGE, com essa retificação. 

https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/25515-correcao-ibge-publica-edital-com-1-343-vagas-de-nivel-superior-e-1-315-vagas-de-nivel-medio 

Atenciosamente, 

  Sônia Regina Zanotto
Supervisora de Disseminação de Informações
 
Unidade Estadual no Rio Grande do Sul 
Tel: 
(51) 3778-5112 / 5125 / 5182
E-mail:
 
sonia.zanotto@ibge.gov.br

0 95

IMOBILIÁRIA QUERÊNCIA
DE CAIBATÉ
CORRETOR DE IMÓVEIS PAULO
MARIO STOFFELS CRECI 35854
RUA 15 DE MAIO, 1519
FONE/ (55) 3355-1254 / 98112-9930
WhatsApp; 98101-8787
E-mail: imobiliariaquerencia@yahoo.com.br

TEM PARA VENDA:
1) 684 hectares de terra para planta, 310 sacas de soja o hectare + 440 hectares para arrendo, 10 sacos de soja o hectare. Região de São Borja.
2) 52 hectares de terra 70% de planta, 15km de Caibaté, preço especial à vista ou parcela-se
pagamentos.
3) 194 hectares de terras coxilha, região nobre de São Miguel das Missões, excelentes condições de pagamento, tudo a combinar + 100 hectares de terra para arrendo.
4) 60 hectares de terra de planta + 200 hectares para arrendo. Região Capão do Cipó-RS.
5) 19.5 hectares de terra 90% para planta, 1km da comunidade da Vista Alegre, Caibaté-RS.
6) 370 hectares de terra 80% de planta. Recebe em troca no negócio, prédios, apartamentos no negócio, imóveis parte em dinheiro R$ 34.000,00 o hectare da terra, também parcela a mesma sem troca tudo a combinar. Na região de Pirapó-RS.
7) 115 hectares de terra de planta, 4km do asfalto em Santo Ângelo, 500 sacas de soja por hectare, condições a combinar.
8) 230 hectares de terra pecuária, 30km de Roque Gonzales. Condições a combinar.
9) 50 hectares de terra de planta com sede completa também pocilgas para criar suínos. Excelente área região nobre, boa localização 13 Km de Cerro Largo.
10) 61 hectares de terra com sede completa, ótima localização 3km do asfalto, no município de Entre-Ijuís, 470 sacas de soja por hectare.
Com condições de pagamento.
11) 594 hectares de terra 80 % de planta 58 km de Caibaté. Uma entrada e mais 4 parcelas anuais.
12) 178 hectares de terra, já foi lavoura 120 hectares. Com sede R$24.000,00 o hectare, recebe imóvel urbano nas Missões, Santo Ângelo chácara com sede.
13) 254 hectares de terra, para planta 160 hectares, com sede boa, a 9 km de cidade nas Missões, ótimo para investidor a mesma está arrendada. Preço 340 sacas de soja o hectare. Entrada 25.000 sacas de soja, restante em 3 parcelas iguais.
14) Excelente oportunidade de negócio em investimento parte urbano e parte rural, antiga hípica de Caibaté-RS nas proximidades do armazém Ugerri, vendendo total ou parcial, tudo a combinar.
15) Excelente terreno comercial, residencial 16×29 podendo aumentar tamanho se quiser, na Rua Aloísio Mench em frente lago azul Caibaté-RS. Bom preço à vista R$80.000,00 pelas medidas já especificadas. Apto para financiamento.
16) Excelente casa em alvenaria no centro de Caibaté, diagonal Atacarejo Ribas. Preço especial R$200.000,00 à vista.
17) Ótima casa ao lado da Apae em Caibaté por R$ 215.000,00 à vista.

AUMENTE SUAS CHANCES DE FAZER NEGÓCIOS MAIS RÁPIDOS E SEGUROS ATRAVÉS DA IMOBILIÁRIA QUERÊNCIA DE CAIBATÉ.

0 73

           Receber duas doses da vacina contra o sarampo após os 12 meses de idade é a única maneira de se prevenir da doença. O esquema vigente do Ministério da Saúde para crianças é o de uma dose da tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) ao 1 ano de idade e uma da quadrupla viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela) ao 1 ano e 3 meses de idade. Para quem não se vacinou no período, a tríplice viral é oferecida gratuitamente em duas doses até os 29 anos ou em uma dose dos 30 aos 49 anos. Os demais podem recorrer às clínicas privadas.

0 92

-Logística em SMM
-A situação dos galos e o cabresto “qui me gusta!” e ridiculariza…

-A indução a investimentos em grandezas que nunca vimos;

-Porque a classe política odeia tanto à mídia não cativa?

-A anarquia na comunicação leva o povo a saber cada vez menos e a se confundir mais;

-Depressão, suicídio, …. nascem no poder, com os poderosos.

-O pior governo é o governo medíocre e quando mesmo eficaz, é ainda mesquinho.

-Porque os missioneiros tem que andar de pés descalços, com arco e flecha na mão esperando pelos turistas enquanto são atropelados pelo lavourão?

-Porque anunciar no Liberdade é questão de inteligência?

-Amém: os que vão morrer te saúdam, aqui no São Miguel!

-As dificuldades que o Entre Ijuís tem em se libertar da Mãe!

-Santo Ângelo se verticaliza;

-Caibaté não existe. Existe sim, tem a Cermissões, o povo e depois a prefeitura.

-Porque Mato Queimado incendiou a floresta e se libertou de seu vizinho?

-A mediocridade no cafundó sustentado por reizinhos e reinados de faz-de-contas..

0 78

   O Tauras do Rio Grande, do município de Cruz Alta, que tem como presidente, Nilson Rieger, outra vez veio buscar à centelha da Chama Crioula, no CTN Sinos de São Miguel.
    Na oportunidade, em noite de confraternização, o Tauras homenageou Cenair Maicá. Momento em que se fizeram presentes, Vitão Maica e o filho de Cenair, Patrício Maica que deu entrevista ao Liberdade – O Jornal.