Comércio/Indústria

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Com a possibilidade de o Brasil, via MERCOSUL, participar do acordo do bloco com países da Comunidade Européia, o temor da indústria automobilística nacional é de ter que enfrentar uma avalanche de ofertas, no âmbito interno, com qualidades superior, oriundos de países europeus onde, os custos de produção são bem mais inferiores que os brasileiros.

Mesmo com 15 anos para o ajuste, no setor, teme-se que tenhamos que “correr” para evitar estragos maiores não, claro, para o consumidor que se beneficiaria com a vinda o mais rápido daqueles, mas para o emprego e renda do trabalhador brasileiro, uma vez que poderia promover uma onda de quebradeiras em território nacional.

A esperança é que não só a indústria automotiva, mas as demais, acordem para a necessidade de ajustar-e e, com tal, cobrar do governo uma redução dos custos absurdos que paga quem produz em nosso país.

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E necessário para àqueles que faturam acima de R$ 81 mil ano ou para os que desejam ter sócios, filiais ou um número maior de empregados.
Pode ser de forma automática ou espontânea:
Algumas razões obrigam a mudança de modalidade de forma automática
-O limite máximo anual de faturamento do MEI É DE R$ 81 mil. Caso o valor faturado exceda em até 20% então o pagamento da diferença dos imposto será feito no primeiro DAS do ano seguinte.Em casos como esses, a alteração passa a valer a partir de 1º de janeiro do ano seguinte. Contudo, se o valor faturado exceder em mais de 20% dos R$ 81 mil, então a diferença de impostos deve ser paga imediatamente, incluindo valores retroativos.
Outras razões, são a mudança de regime tributário de forma automática e incluem sociedade, abertura de filiais, a contratação de mais de um funcionário ou ainda a mudança de atividade econômica, desde que ela não seja contemplada pelo MEI. A diferença é que nestes casos não precisa pagar impostos retroativos. Contudo, passam a valer todas as obrigações do SIMPLES NACIONAL. Ou,
Em caso do empresário assim o querer. Basta procurar a Receita Federal para solicitar a mudança espontânea, que passa a valer a partir do dia 1º de janeiro do ano seguinte.

Como mudar de MEI para ME? Acesse o Simples Nacional e procure a opção “Comunicação de Dezenquadramento do SIMEI”. Tenha em maços um certificado digital ou um Código de Acesso ou, ter em mãos dois últimos protocolos de IRFF e informe o motivo da mudança e a data. Vá à Junta Comercial do seu município levando junto
a)Consulta optante e opção pelo Simples Nacional;
b)Formulário do processo com os dados da empresa;
c)Carta de Solicitação de desenquadramento.
Depois, comunique ao SEFAZ ( pode ser on line) e à prefeitura de seu município. Na prefeitura, você irá obter a autorização para a emissão das novas notas fiscais sob o novo regime tributário.

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A atividade que oferece campo e dá campo para interessados em investir e ganhar dinheiro

O desenvolvimento da pisicultura – criação de peixes -, nas Missões tem acontecido de forma bastante satisfatória, apesar das dificuldades que o produtor tem – como a insegurança -, na hora de vender o produto.

Com um crescimento considerável da produção – faltam dados estatísticos mais aproximados ao que se desejaria ou se necessita -, o avanço da atividade não tem deixado ao largo àqueles que, por méritos próprios e, com a parceria de órgãos como Emater e a própria secretaria da Agricultura da prefeitura, na busca de resultados com a atividade.

Porém alguns hábitos, culturais, devem ser mudados: como por exemplo, o consumo e comercialização do produto, somente na ou próximo a chamada, “Sexta-feira Santa”.

Um outro empecilho, é o temor de, a cada instante, possa chegar novas exigências ou, até punição ao produtor que, eventualmente, não esteja dentro de tudo o que não só a legislação tenha já acordado sobre a atividade, mas da possibilidade de eventuais interpretações possam a vir resultar em ‘ferro’ ao produtor.

Ainda se soma o marasmo, por exemplo, do próprio poder público, sempre lento, no sentido de, onde os mercados consumidores ou são ‘pequenos’ ou, são distantes, dar apoio no sentido de criar novos espaços e, ou eventos para fomentar o consumo do produto pescado.

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Liberdade -O momento atual da economia impôs ao empresariado algumas necessidades de ajustes: menos estoque; investimento direcionado para determinados produtos; tratamento personalizado a cliente e produtos cada vez mais ajustado à sua necessidade, além disso, quais são as outras diretrizes que o empresário hoje enfrenta neste momento da economia?

Toco – Além destas ações e de várias outras, a verdade é que mesmo com isso e além, o empresariado vem enfrentado uma série de fatores que não o motivam, até poderia dizer, com um mínimo de tranquilidade hoje, em manter e se manter em sua atividade.
Você tem trazido à luz o que vem acontecendo – falo do empresário em uma forma geral, em nosso município -, o descontentamento dos mesmos por verem que afora o que aconteceu na economia, com a “seca” de dinheiro em circulação; da alta – só para citar – exorbitante dos combustíveis, da queda nas vendas, na dificuldades de a população cumprir com seus compromissos, …. agora some a isso também o que no meu ponto de vista foi e é trágico para nós missioneiros – o abandono da busca de alguma indústria nas Missões -, a falta de um plano de investimentos/crescimento em praticamente todos os setores de nossa economia, hoje ainda predominantemente agrária e, sabemos o que está acontecendo com a agricultura, dá para se constatar, claramente, que fizemos opção errada no passado, investimentos errados em matrizes de produção as quais não soubemos ainda hoje o fazer com elas, como explorá-las e, por outro lado, para agravar o quadro, o produto ou a oferta dos serviços públicos ou dos nossos políticos, tem se revelado uma verdadeira desgraça.
Cito isso perguntando: O que Santo Ângelo acrescentou nos últimos 20 anos em sua capacidade de produção, de geração de emprego, em seu parque industrial, no tão cogitado Turismo? ……… sem citar outras ‘coisitas’ mais, que não dá nem para pensar.

Liberdade – O Jornal – Ouvimos o secretário de Turismo, Vando, e este nos disse não haver projeto, não se ter esqueleto de um projeto que seja no setor nas Missões.
Ora, se tal situação está posta ou, ao menos não se ter sequer diretrizes viáveis ante tal quadro, o que esperar do resto?
Toco – Exatamente. Esta é a realidade.
Além do mais, a importância em impostos que o empresário, que a população paga, é algo injusto, insuportável.
Dá para repetir que mais de 40% do que se ganha, fica no poder dos políticos e o que temos deles? … do que resta, o que fica de lucro, após pagar todas as despesas ainda na mão do trabalhador, do empresário em nosso país?
Pior, ninguém faz nada e, quando se pergunta para alguém se é desejável a mudança deste quadro, Sartori, ainda o infeliz diz; “mas se acontecer tal coisa, ainda dá para continuar pagando!”. Não temos o que fazer com esta cultura.
Liberdade – Toco, esta visão não estaria contida em um segmento da economia; no espaço dos “descontentes”, afinal, o povo não ‘berra’?
Toco – Berra. Berra sim.
Veja, se eu demito um empregado meu, ele perde seu ganha-pão. A família em casa, passa a não contar com a paga que ele recebe, cria-se um problema social.
Agora, vá lá e pergunta se é ou não indiferente eu demiti-lo diante do quadro atual?…
Creia, é por estas que empresa como estas ainda se mantêm ativa e são muitos que fazem isso pensando na questão social, são nossos amigos, são semelhantes que dependem do emprego, do que podem receber no final do mês.
Não preciso dizer que muitos empresários se sairiam mais tranquilos caso fechassem as portas, fossem viver à vida, mas não o fazem, não fazemos, não devemos fazer. Ao menos eu tenho pensado assim. Até quando não sei..
Liberdade – Tu fez críticas à inação aqui na cidade ou, da pouca ou pífia produção política de tua cidade, Santo Ângelo. Em outros locais, seria melhor?
Toco – Bem, me arrisco a repetir o que tenho ouvido e muito. Mais, o que conheço um tanto, hoje se eu fosse recomeçar, diria adeus às Missões, voltaria à Santa Rosa onde pipocam novos investimentos; a região de Ijuí, Pananbi. Se olhar um pouco mais longe, iria para outro Estado, o litoral em Santa Catarina desenvolver outra atividade ou, até mesmo o Paraguai onde vem acontecendo o que aqui quando começa a acontecer, logo é interrompido por uma série de falcatruas e roubos por parte de alguns de nossos representantes políticos e alguns de seus parceiros na capital do país.
Liberdade – Um político santo-angelense disse que “São Miguel poderá cair dentro de 30 anos, 40 anos e deveria ser toda reconstruída (se referia às ruínas), seria a solução para sairmos da estagnação e fazer às Missões voltar ao que já foi no passado, nos tempos do Nhangüiru?
Toco – Eu acho que a reconstrução deva acontecer por aqui. As Missões precisam ser respensadas, urgentemente, mas não mais com quem tem feito isso ou vem fazendo isso há décadas e acabou nos induzindo para esta situação.
O que temos tem provado não ter tido a capacidade de gerar desenvolvimento, de gerar ou motivar novos caminhos para a sociedade, mas suas políticas tem motivado a fuga de empresas, da descapitalização da sociedade agrária hoje nas periferias de nossa cidade e, sequer aponta uma luz para termos esperanças no futuro.
É momento de nos questionarmos, de passar um rodo sobre esta velharia que tem aí, de alguém dizer a eles que basta, que o já tentado foi um fracasso e algo novo precisa acontecer ou, ficaremos cada vez mais, exportando cérebros, capitais, para outros municípios mais prósperos e capazes.

Jornal Liberdade conversou com o empresário, do ramo de pneus, Toco:

-O momento atual da economia impôs ao empresariado algumas necessidades de ajustes: menos estoque; investimento direcionado para determinados produtos; tratamento personalizado a cliente e produtos cada vez mais ajustado à sua necessidade, além disso, quais são as outras diretrizes que o empresário hoje enfrenta neste momento da economia?
Toco – Além destas ações e de várias outras, a verdade é que mesmo com isso e além, o empresariado vem enfrentado uma série de fatores que não o motivam, até poderia dizer, com um mínimo de tranquilidade hoje, em manter e se manter em sua atividade.
Você tem trazido à luz o que vem acontecendo – falo do empresário em uma forma geral, em nosso município -, o descontentamento dos mesmos por verem que afora o que aconteceu na economia, com a “seca” de dinheiro em circulação; da alta – só para citar – exorbitante dos combustíveis, da queda nas vendas, na dificuldades de a população cumprir com seus compromissos, …. agora some a isso também o que no meu ponto de vista foi e é trágico para nós missioneiros – o abandono da busca de alguma indústria nas Missões -, a falta de um plano de investimentos/crescimento em praticamente todos os setores de nossa economia, hoje ainda predominantemente agrária e, sabemos o que está acontecendo com a agricultura, dá para se constatar, claramente, que fizemos opção errada no passado, investimentos errados em matrizes de produção as quais não soubemos ainda hoje o fazer com elas, como explorá-las e, por outro lado, para agravar o quadro, o produto ou a oferta dos serviços públicos ou dos nossos políticos, tem se revelado uma verdadeira desgraça.
Cito isso perguntando: O que Santo Ângelo acrescentou nos últimos 20 anos em sua capacidade de produção, de geração de emprego, em seu parque industrial, no tão cogitado Turismo? ……… sem citar outras ‘coisitas’ mais, que não dá nem para pensar.

Liberdade – O Jornal – Ouvimos o secretário de Turismo, Vando, e este nos disse não haver projeto, não se ter esqueleto de um projeto que seja no setor nas Missões.
Ora, se tal situação está posta ou, ao menos não se ter sequer diretrizes viáveis ante tal quadro, o que esperar do resto?
Toco – Exatamente. Esta é a realidade.
Além do mais, a importância em impostos que o empresário, que a população paga, é algo injusto, insuportável.
Dá para repetir que mais de 40% do que se ganha, fica no poder dos políticos e o que temos deles? … do que resta, o que fica de lucro, após pagar todas as despesas ainda na mão do trabalhador, do empresário em nosso país?
Pior, ninguém faz nada e, quando se pergunta para alguém se é desejável a mudança deste quadro, Sartori, ainda o infeliz diz; “mas se acontecer tal coisa, ainda dá para continuar pagando!”. Não temos o que fazer com esta cultura.
Liberdade – Toco, esta visão não estaria contida em um segmento da economia; no espaço dos “descontentes”, afinal, o povo não ‘berra’?
Toco – Berra. Berra sim.
Veja, se eu demito um empregado meu, ele perde seu ganha-pão. A família em casa, passa a não contar com a paga que ele recebe, cria-se um problema social.
Agora, vá lá e pergunta se é ou não indiferente eu demiti-lo diante do quadro atual?…
Creia, é por estas que empresa como estas ainda se mantêm ativa e são muitos que fazem isso pensando na questão social, são nossos amigos, são semelhantes que dependem do emprego, do que podem receber no final do mês.
Não preciso dizer que muitos empresários se sairiam mais tranquilos caso fechassem as portas, fossem viver à vida, mas não o fazem, não fazemos, não devemos fazer. Ao menos eu tenho pensado assim. Até quando não sei..
Liberdade – Tu fez críticas à inação aqui na cidade ou, da pouca ou pífia produção política de tua cidade, Santo Ângelo. Em outros locais, seria melhor?
Toco – Bem, me arrisco a repetir o que tenho ouvido e muito. Mais, o que conheço um tanto, hoje se eu fosse recomeçar, diria adeus às Missões, voltaria à Santa Rosa onde pipocam novos investimentos; a região de Ijuí, Pananbi. Se olhar um pouco mais longe, iria para outro Estado, o litoral em Santa Catarina desenvolver outra atividade ou, até mesmo o Paraguai onde vem acontecendo o que aqui quando começa a acontecer, logo é interrompido por uma série de falcatruas e roubos por parte de alguns de nossos representantes políticos e alguns de seus parceiros na capital do país.
Liberdade – Um político santo-angelense disse que “São Miguel poderá cair dentro de 30 anos, 40 anos e deveria ser toda reconstruída (se referia às ruínas), seria a solução para sairmos da estagnação e fazer às Missões voltar ao que já foi no passado, nos tempos do Nhangüiru?
Toco – Eu acho que a reconstrução deva acontecer por aqui. As Missões precisam ser respensadas, urgentemente, mas não mais com quem tem feito isso ou vem fazendo isso há décadas e acabou nos induzindo para esta situação.
O que temos tem provado não ter tido a capacidade de gerar desenvolvimento, de gerar ou motivar novos caminhos para a sociedade, mas suas políticas tem motivado a fuga de empresas, da descapitalização da sociedade agrária hoje nas periferias de nossa cidade e, sequer aponta uma luz para termos esperanças no futuro.
É momento de nos questionarmos, de passar um rodo sobre esta velharia que tem aí, de alguém dizer a eles que basta, que o já tentado foi um fracasso e algo novo precisa acontecer ou, ficaremos cada vez mais, exportando cérebros, capitais, para outros municípios mais prósperos e capazes.

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Enquete:

O Jornal, Liberdade – O Jornal vem acumulando opinião de pequenos empresários da cidade de Santo Ângelo com o objetivo de tentar traduzir um contexto que embora amplo, permite nestes momentos similaridades em opiniões de forma extraordinária:
Para tal, em cada tópico, tentamos traduzir o que por eles nos tem sido repassado, a nosso convite para que se manifestem… Confiram a seguir:

a)Sobre a liberdade e os meios de se expressarem….
-Ouvimos que embora saibam de suas liberdades de emitir suas opiniões, choca, e muito, a afirmativa que “não acreditam, não imaginam sequer caminhos os quais os possa vir a motivar a alguma forma de esperança de mudança no atual quadro de não respeito às demandas do setor!”. É sim algo terrível, tal a convição do empresariado neste sentido.
Terrível, porque sequer manifestam terem alguém ou algo em quem ou o quê acreditar. Sentem-se distanciados de seus líderes os quais desejam ainda mais distância tal é suas descrenças neles.
A começar pelas ‘coisas mais simples’, como uma ouvidoria e atendimento a demandas as mais simples, as mais prementes, as mais essenciais para o exercício de suas profissões e, quando porventura um que outro os questiona sobre um fato ou possível reclame, acaba certamente desaparecendo tão logo se perca de vista.

b)Como vêem a questão do Turismo no município?
È um hino ao afirmarem que embora se destine tantos comentários a respeito do tema, em quase sua totalidade não conseguem enxergar além dos motivos para serem classificados como “cidade turística” pelo fato da falta de cuidados e zelo para com a própria cidade, de atrativos qualificados; nas mazelas da infraestrutura, inclusive como citou o Liberdade na rede hoteleira local precisando de propostas mais avançadas; da incompatibilidade entre o que apregoam os políticos, visionarios e mais voltados tão somente preocupados com suas próprias imagens e tentar justificar seus ganhos, com discursos distantes da realidade e o imenso hiato aí posto e que se amplia entre eles e o povo.

c)Sobre os órgãos representativos da sociedade comércio/indústria e prestação de serviços?
Incompatibilidade e distância é a palavra.
Incompatibilidade entre a teoria dos discursos e o que é realmente fundamental para estes setores e o desenvolvido por àqueles.
Exemplo: Apôio à micro empresas, como financiamento facilitado e diferenciado pelo sistema financeiro, uma falácia, um horror, um fiásco, um nada, um zero, um 10 negativo, uma exploração, …. melhor nem falar mais!
Também aí, dizem, associam-se ao que disserta o Liberdade que no ontexto considerado, somente através de um processo de reajuste de prioridades e, ou capitalização de outras matrizes como industrialização; de prestação de serviços, da vinda de mais e grandes empresas, ……. poderá ajudar e mais no processo de alavancagem do desenvolvimento necessário, motivando o fortalecimento na planta os galhos da cidadania e aí, ajudar ao povo sair desta letárgica situação.

d)Sobre os políticos locais…
Aí, coletamos variadas opiniões:
Há os que ainda depositam forte esperanças nesta ou naquela figura e, na grande maioria como “algo” do qual se precisa admitir e sugerir distância. Político e política, nos termos atuais tem a ver com escravidão; com algo doce mas fatal em qualquer processo de construção. Por exemplo:
-a medida que as prefeituras não interagem, nem exercitam a transparência de forma adequada de seus atos, pelo contrário e é a regra -, a distância daquela para com sua comunidade – nos relatam empresários santo-angelenses -, só aumenta e, daí a reação que acontece da não participação dos agentes produtivos em quaisquer eventos que porventura se ensaie ou se inicie no município. O empresário está farto e esgotado de contribuir e não ver o que realmente lhe interessa ou necessite, ser respeitado. Não vê a própria imagem, nunca, uma vez que não há transparência, mas um amontoado de técnicas e recursos para lubridiar este propósito.
-a valorização do monólogo oficial, tanto do executivo quanto do legislativo, dissertando da forma que não atrai os interesses dos pequenos empresários, sem um basta na repetência e na falta de qualidade de seu teor, também é um outro fato que pesa negativamente naquilo que os santo-angelenses almejam para suas atividades…
-As leituras e as inserções dos senhores vereadores, na grande maioria das vezes, sugere atitudes simplistas, como iluminação pública, calçamento de ruas,…. enfim, coisas visuais e que motivam tão somente algum palavreado, nada que dê para se notar o uso mais aprimorado da massa encefálica, para algo mais complexo,….
-a falta de qualificação, exagerada e desrespeitosa por parte de alguns de seus vereadores, também minimiza e muito as esperanças de que um dia, de alguma forma, algo diferente enfim e mais positivo possa vir a acontecer.
-o coronelismo local onde poucas figuras se elevam a um nível próximo de tangenciar o poder, apossam-se do direito de decidir, de manter o povo e as relações viciadas, de ditar o tom e o caminho repetitivo, também acaba por motivar uma espécie de ‘clima respeitoso’ entre as esferas mais relevantes daqueles e os menos relevantes pois, um dependerá da ação do outro para perpetuarem-se no poder, mesmo que àqueles os quais lá os colocaram e agora aguardam por suas atitudes, venham a se eternizar no ferro.
-o fracasso da matriz Turismo, até então, salvo prova em contrário, motiva não desânimo quanto à mesma, mas a ciência que o que foi feito até então, não foi além de vergonhosas migalhas e, outras matrizes como no setor terciário – comércio, serviços (comercio internacional, e-commerce e outros), além da própria matriz industrial, motivam e urgentemente a necessidade de um qualificado programa de ação, de curto, médio e longo prazo, detalhado por no mínimo uma boa universidade de fora da região com alguma parceria local, para que este contexto possa, enfim, sofrer alguma espécie de mudança. Mas para isso se necessita da escassa competência e entendimento de considerações desta magnitude.
-a descapitalização da periferia com a consequente imigração para a cidade-mãe, torna a cidade mais vulnerável, a medida que os maiores agentes de produção na mesma, o agronegócio, tende a elitizar esforços e resultados financeiros locais sem a necessária contrapartida de oportunidades para o resto da população banida.
-Para a grande maioria dos empresários santo-angelense, sua cidade não é uma cidade turística, não tem praticamente nada para pleitear este nome até porque não faz por ter e os atrativos para reter o fruto do turismo cultural que acontece nas Missões é no máximo, pífio.
-A região se ressente de algum desenvolvimento industrial, o qual Santo Ângelo e as Missões, praticamente abandonaram tal matriz… sucumbiram ante suas eventuais demandas.
-O município tem sido refletido em cima da imagem praticamente de duas famílias que, embora em muito competente, não irrigam, não hidratam a contento, nem permitem o mínimo adequado da necessária pluralidade para um município com uma enorme população que quer e precisa crescer e se capitalizar.
-Sobre as universidades e faculdades que o município dispõe, a maioria deles não sabe opinar a respeito. Outros, dizem que uma é melhor que a outra e, uns que a maior não passa de um “grande colegião” que ainda não se deu conta da verdadeira função de uma universidade pois, sequer conhece e interage à altura de sua necessária importância, com alguma competência com a própria região em que atua, com a periferia desta cidade.
Exemplo, são as dificuldades em importantes projetos os quais tem se envolvido, como da agroindústria, leitura e logística no contexto em que está inserido, pleitos da matriz turística e outros….

Comportamento viciado; caminhos viciados; respostas viciadas; soluções viciadas; desarticulação; fragilidades na leitura dinâmica e de contexto; falta de logística; falta de conhecimento e de conhecedores, de sábios para indicar ao povo caminhos a seguir; desatualização intelectual; arrogância intelectual não justificada; falta de apôio à qualidade na educação; entronização e posse polítiqueira nos melhores cargos; fé e miséria; execração do novo; radicularização do novo; desconhecimento de planejamento à altura das atuais demandas; criação, fomento e alimentação de “imagens”, de “bolhas” políticas que parasitam, se nutrem e se auto alimentam andando a esmo sem nunca prestar contas do que consomem, porque consomem e do que deveriam fazer, são alguns dos indicativos apontados pelo empresariado santoangelense, buscando alertar para o que de fato necessitam para ir adiante, crescer.
O empresariado, nos dizem, não tem nem seguem metas pois sequer sabem ou imaginam para “onde o município vai”, em que direção pretende crescer; não sabem a quem seguir….. não encontram motivos para acreditar em alguém com um mínimo de segurança e prazo.
Dessas fragilidades resulta outra, a política; a empresarial, a social e isso desmotiva esforços, investimentos.

O Poder público – Segundo o empresariado santoangelense, age até melhor que nos municípios menores comexcessão da saúde por também prestar serviços à aqueles, atendo-se com alguma competência em suas melhores funções, embora com bastante limitação. Mas pelo menos não tenta de forma tão agressiva a substituir a sociedade privada nas funções que esta possa desenvolver com relativa eficiência. Porém, dizem, poderia desenvolver um trabalho de atendimento estruturado da micro, pequena e média empresa, naquilo que elas precisam, na forma que eles entendem, para seu desenvolvimento.

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Entrevista concedida e já public na ed escrita do LOJ:

Inovar Móveis diz que setor se ressente pela falta de uma aproximação entre os anseios locais de seus empresários, e as realidades vividas em mercados mesmo próximo mais focados nas inovações

O empresário disse ao jornal Liberdade que preocupa-se com a situação política e as políticas em prática na nossa comunidade de São Miguel das Missões onde, segundo ele, existe sim um potencial animador, mas faltam um ajuste de algumas diretrizes políticas que possa vir a dar alguma resposta ao que espera e o imaginado pela categoria.
Explica que não podemos mais não só viver isolados, mas nos isolar ou, mesmo, aceitar que nos isolem.
Por possuir tal preocupação, o empresário miguelino, que atua no ramo do fabrico de moveis, acha que por exemplo, muitas pequenas demandas não só da categoria, mas da comunidade, poderiam serem muito melhor respondidas desde que houvesse uma interação mais qualificada com o poder público local e a comunidade. “Estamos demais de fragmentados”, afirma o empresário.
“Muitas vezes o que o cidadão tem como prioridade, são pequenas coisas, eventos simples de serem resolvidos, mas pela falta de diálogo, pelo temor de não ser atendido, àquilo fica ‘trancado na garganta’, dando a impressão que é algo muito maior. Outras, se vê que são atendidos a alguns, não ao todo e esta falta de visão de conjunto, nos prejudica a todos.
Também no Turismo, Ricardo disse que “todos sabem que são dezenas de ônibus que toda semana chegam à São Miguel. Mas o que na verdade ou de fato gera ou fica de positivo para a comunidade em questão financeira? ”.
E, “no entanto, nada praticamente se faz para mudarmos este quadro, como se a simples passagem de milhares de pessoas nos visitando, vendo e se indo fosse o suficiente para nos alavancar a uma situação de Cidade Turística”.
Também disse que afora ter grande amizade com alguns de seus colegas, de ter tentado participar de alguma associação que pudesse ir em busca de alguma luz, até o presente momento não viu isso acontecer e se mostra um tanto desanimado.
“Todos queremos alguma coisa, algum cargo, um alto posto. Mas não basta querer, simplesmente para ver atendido o nosso interesse se não temos condição de exercer àquela função e temos que nos dar conta disso. Salvo se só interessar a nós próprio, o que não é o caso de quando abrange outras pessoas”, ensina.
“Hoje, a sensação que se tem é que há pessoas com alguma boa vontade e até fazendo alguma coisa. Mas não se tem ideia do todo, há um excesso de ressentimento posto fruto da falta de qualificação e, que assim, se pensa em atirar para debaixo do tapete, não aceitando, pelo contrário, reagindo de forma inadequada e até bruta ante a ocorrência de alguma crítica que venha em nosso socorro.
Ricardo disse que após ter conhecido o Pastor Leo Batista, sua visão de mundo mudou e muito. Convidado começou a participar mais da vida em sociedade e recomenda que devemos fazer isso, independente se o motivo do encontro é ou não fomentado pelo nosso partido, a nossa igreja, o importante é participar, sugere.
Também temos que tirar a viseira e não nos acomodarmos, buscando ver outros lugares, outras empresas para aprender com elas, saber e analisar outros contextos e aí tirar daí novas e profícuas experiências.
Também disse que compreende o esforço hercúleo que o jornal Liberdade vem fazendo, de forma tão insistente, tentando motivar as pessoas a serem mais abertas, interagirem mais e lamenta a forma com que é tratado por tal, por querer que a sua comunidade creça, se qualifique e faça as leituras de forma rápida ou perdemos espaço e o tempo para fazê-las.
Acha que os políticos deveriam estar mais conectados com o povo, ouvir o povo, observar o povo, aprender com o povo e não ficar se achando que eles são o centro do mundo e a besteira que porventura dizerem, interessará a todos. Pode que quando descobrirem isso, seja tarde demais para suas pretensões de continuarem no cargo indefinidamente.
Também disse que ainda se aguarda o surgimento de um órgão que represente à altura e discuta no mesmo patamar as atuais e enormes dificuldades não só para a pequena indústria, como o de resto que diga respeito à vida dos miguelinos.

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     As mudanças na área geográfica destinada à criação, engorda e produção do animal vacum, se reduz à olhos vistos em favor da exploração agrícola.
     Não só a a questão da rentabilidade maior, mas a oferta da carne, do leite e derivados cada vez mais abundante e com qualidade, com preços acessíveis, a pecuária perde espaço.
     Também o confinamento tem sido outro motivador da transformação da área destinado à pecuária, além do uso mais frequente de uma alimentação mais balanceada graças ao uso de resíduos de produtos, de forragens e cultivares mais adequadas.
    Outro fator que vem surpreendendo é o consumo do produto in natura, mais do que há alguns anos onde a proteína tão somente era uma tendência. Também a qualidade vem evoluindo e por tal o Brasil é hoje o maior exportador de carne animal do mundo.

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O presidente do Fecomércio disse que o governo não é indutor de desenvolvimento. 
     Quem de fato é, são as empresas, que geram emprego, renda e crescimento. 
     Bohn criticou as más gestões do setor público e que levou o país à bancarrota. Por isso, acusa, é que outra vez o povo tem que pagar a conta, devido a incompetência que teima em se eternizar.
    O embasamento do executivo, presidente do Fecomércio, Luiz Carlos Bohn se baseia em uma das teorias da economia onde produção significa necessariamente algo físico. Por isso que ele não vê produção no trabalho do governo.
    Mas não se equivoca em criticar a péssima e cultural gestão do poder público no país. Aliás, se dissesse que o Brasil é um mar de atrasos, não teria como errar em algo.

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A partir de quinta-feira (05/11), pacotes são comercializados junto às Unidades Sesc e Balcões Sesc/ Senac

 Já estão abertas as inscrições para os Hotéis Conveniados à Temporada de Férias Sesc Verão 2015/2016, assim como para as vagas ainda disponíveis nos Hotéis Sesc Campestre/ POA, Gramado e Torres. Interessados devem realizar a inscrição junto às Unidades Operacionais do Sesc/RS e Balcões Sesc/ Senac, sendo que as vagas referem-se ao período de dezembro deste ano a março de 2016. Comerciários com Cartão Sesc/ Senac têm condições especiais na aquisição dos pacotes.
Ao todo são 36 Hotéis para 19 destinos no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Capão da Canoa, Tramandaí, Torre, Gramado e São Lourenço do Sul são algumas opções de turismo com Hotéis Conveniados no Estado. Também há alternativas de hospedagem em praias como Florianópolis e Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Mais detalhes sobre os hotéis e valores podem ser obtidos no site www.sesc-rs.com.br/temporadadeferias.

Sobre o Sesc/RS – O Sistema Fecomércio-RS, através do Sesc, promove o bem-estar social de trabalhadores do comércio de bens e serviços e de toda a comunidade. Presente nos 497 municípios gaúchos, o Sesc/RS realiza atividades sistemáticas em áreas como a saúde, esporte, lazer, cultura, cidadania, turismo e educação. Atualmente, a estrutura da Instituição conta com 43 Unidades Operacionais e 23 Balcões Sesc/Senac. Saiba mais em www.sesc-rs.com.br