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O Liberdade – O Jornal é uma pequena empresa – MEI -, de mídia que nasceu em São Miguel das Missões/RS
Por hora, estamos convidando políticos, ex-políticos, de nossa região de abrangência para que – merecedores -, venham a nos prestigiar contando suas histórias de apoio, nos 15 anos de existência do jornal, para a manutenção desta empresa que hoje, chega com suas edições escritas, em pelo menos 5 municípios da região missioneira.

Faz mais: praticamente em todas as semanas, ao menos uma vez, chegamos em cada um deles onde nos hidratamos de informação, conhecimento e forte ouvidoria.

Destemido desde sua origem, o pequeno LOJ não leva ninguém para compadre. Nem temos algo ou alguém, que não Deus, o povo e a justiça, para prestar contas de nossos atos. Também não temos vínculos de dependência com políticos ou quem quer que seja.

De experiência, podemos dizer que ao menos na região de nossa atuação, algo próximo a 28%, em uma escala de 100%, está o espaço para uma real liberdade de informação.

O maior empecilho se coloca de alguma forma violenta. Seja do próprio poder político; de seus influenciadores e interesseiros; das corporações; do poder econômico e até da própria justiça, por vezes que, tudo fazem para…. sim, tudo fazem, para o povo se manter na ignorância, levando adiante o atraso possível de ser postergado.

            O que nos move, é o lema: “Trabalha, ama, confia e espera no Senhor teu Deus”. Do resto, do dia de amanhã, não temos como saber.

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Registro da passagem do ex presidente, Lula da Silva e Dilma Roussef, por São Miguel das Missões antes de vir a ser preso em função da chamada, Operação Lava Jato.

Na foto, do Liberdade – O Jornal, pode-se ver ainda os vestígios da catedral jesuítico-guarani e algumas das imagens de santos, fruto do trabalho dos indígenas auxiliados pelos padres jesuítas..
Após este evento, um forte vendaval destruiu em grande parte o acervo destas imagens que continuam sendo recuperada por profissionais supervisionados pelo IPHAN. 

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Fotos, Cavalheiro – S Ângelo, aí a imagem da velha catedral jesuítica-guarani, localizada em São Miguel das Missões/ RS, no extremos Sul do país.

O povo que outrora teve como ocupantes das terras, os índios guaranis, aos poucos foram sendo visitados pelos pálidos de além mar que, com uma cruz, fizeram uma bela troca: Ofereceram à fé a gestão sócio-alimentar regular em troco das terras e, depois, de suas própria vidas.
Feito o brique, completado o genocídio em terras ao Sul do Brasil e do Uruguai; ora do Brasil; ora do Uruguai, aconteceu a apascentação dos interesses com o início da – não riam -, civilização.
Com o passar dos tempos, vez por outra degolando, matando a tiros, a fome os remanescentes que não ‘encaixavam-se’ na nova forma de escravatura, as terras foram doadas a próximos, leiloadas a Deus dará e por aí a fora.

Depois de lá, de muita luta, sofrimento e peleia, hoje somos um povo próspero e também escravizados de nossas ilimitadas regras, que criamos e a elas nos impomos.
De bondade, preservamos alguns dos remanescentes, necessariamente de pés descalços, pedintes não por orgulho ou quase, para com eles tirarmos alguma sélfie, posar ao lado das autoridades e trancafiados em uma pelanca de terra que mal lhe tapa os pés.

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Quem assina o Liberdade,

.-Quem assina o Liberdade – O Jornal, sabe mais sobre o ambiente em que vive.
-Passa a entender melhor as relações suas com sua comunidade e desta com a região que a influencia.
-Quem assina o Liberdade – O Jornal sabe o que interessa, o que é interessante e a relação da notícia com o seu interesse.
-Quem assina o Liberdade – O Jornal vê a defesa das ideias, a notícia dos fatos realmente que importam;
-Quem assina e lê o Liberdade, despe-se dos vícios, das malandragens, enfim, se liberta cada vez mais;
-Quem divulga no Liberdade, é visto por lideres pois, lideres reais assinam e leem o Liberdade.
-Quem apoia o Liberdade, apoia as melhores causas sócias; da educação, da cultura, da defesa da comunidade, da valorização do saber;
-Quem lê o Liberdade sabe que o dinamismo é nossa marca;
-Quem vem conosco é abençoado;
-Quem tem um grande jornal é sim, um grande povo;
-Onde o Liberdade entra, aperta-se o tirano; reduz-se à exploração do povo;
-Onde há luz, há liberdade e, onde há liberdade, está o Liberdade.
-O Liberdade não se curva para ditadores, nem cede à pressão ou afagos de prepotentes;
-O Liberdade – O Jornal é um hino, sempre recheado de sugestões, com senso crítico elevado e elevando à sua altura e de sua própria gente;
-O LOJ não tem vínculos de vassalagem com quem quer que seja; é uma MEI;
-Embora tenha história para livros de ataques até covardes, sofrido, está aí a representar a duras penas os que buscam com dignidade um lugar ao sol;
-Toda espécie de pressão, ataques, punição foi experimentado pelo Liberdade – O Jornal, tentando calar esta voz que é tua e, portanto, de tua responsabilidade mantê-la até que interesse à você, nosso maior valor, nosso leitor.
-A você que prestigia esta ideia, nosso muito obrigado e vamos em frente que nossa política é continuar lutando, nossa missão é vencer.

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Se há tempo o homem produzia 18 sc de soja por hectar, poucas décadas depois, em terras à época considerada improdutivas – terras de campo -, o homem supera e ao largo a quantidade superior a 100 sacas por hectar.
Este ano, de 2018, no município de Cruz Alta – RS, agricultores testando a rotatividade de culturas e com correção correta do solo, atingiram, pela segunda vez, produção superior a 130sc feijão soja por hectar.
Se considerarmos outra capacidade, do aproveitamento da diversidade hidrica do Estado gaúcho, por exemplo, teremos outro manancial incalculável da produção de carne através da exploração de alevinos.
Na fronteira do Estado ou em outros Estados do Sul, a produção do pescado consorciado com a cultura do arroz, já é realidade.

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Em São Miguel das Missões, gaiteiros, trovadores, violeiros cantam a terra, suas dores e o amor pelo Rio Grande.
Quem visita São Miguel das Missões, necessariamente terá que visitar o espaço daquele que é comparado ao Galdi espanhol ou, à Casa da Flor, no Rio de Janeiro.

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Assim como o fogo atraia a atenção do homem quando descia na forma de raio e, eventualmente incendiava alguma capoeira, com o passar dos tempos este nosso instinto primitivo ainda está a flor e o elemento continua a nos maravilhar.

Assim, sempre que lançamos mão da capacidade de nos maravilhar que o fogo tem, ainda emitimos gritos e expressões, de todo tipo e ruído, demonstrando nosso encanto pelo que ele – o fogo – produz.

Mais recentemente, a projeção de imagens também tem nos despertado nossas maiores emoções. Tanto que na cidade de São Miguel como na cidade de Santo Ângelo, a projeção de imagens maravilha ainda o povo. Tanto que é considerado futurista a possibilidade – como por exemplo -, de uma pessoa vir “a tocar” a imagem projetada de um tigre, espetáculo que deverá ser disponibilizado para que a população certamente maravilhada, possa ter como atrativo para o próximo fim de ano nas Missões ao Sul do Brasil.

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O crescimento na oferta de alimento no mundo independe da necessidade de áreas cada vez maior.
Muito pelo contrário, em espaços cada vez mais restrito, a evolução e a disponibilidade de maiores avanças tecnológicos, vem permitindo ao produtor rural, produzir quantidades de alimentos cada vez maior, em área cada vez menor.
As Missões ao Sul do Brasil, nas Missões, a produção do pescado é um exemplo.
Em menos de 1hectar de lençol freático, a produção de pescado supera há muito uma dezena de tonelada/ano, produção há poucos anos atrás, considerada de difícil imaginação.

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São Miguel das Missões, Patrimônio Cultural da Humanidade e, terra do Liberdade, O Jornal.

Aqui, nasceu a primeira mídia escrita do país; em terras antes pertencentes a São Miguel; São João Batista, uma das reduções jesuíticas próximo à antiga capital missioneira.