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Considerado o contexto geográfico da economia em seu entorno, visualizando a questão da mobilidade econômica; a malha rodoviária, a hidratação possível e real de suas veias; as possibilidades de expansão de sua economia, o município de Entre Ijuís, somente por estes fatores, poderá se tornar a ‘Meca das Missões’.
Porém, identificar esta possibilidade, adiantá-la ou até não deixar que se perca ao longo do tempo um futuro à porta, deve ser uma das buscas mais incessantes de suas lideranças políticas, em parceria com a iniciativa privada e governos, no sentido de começar a dar vida a um projeto de crescimento que depende de um esqueleto pré-pensado e que o torne naquilo que todo o entre-ijuíense e o povo da região deseja.
O Liberdade é especialista na indicação não só de caminhos, como no apontamento de soluções e tem feito isso no decorrer de seus quase 15 anos de existência e, o município de Entre Ijuís, passou a fazer parte dos municípios abraçados e com o maior orgulho pelo Liberdade – O Jornal.
Imaginar estes município se abarrotando de empresas, ao largo de suas rodovias, se verticalizando, é algo possível que que atrairia não só investimentos de municípios próximos, mas principalmente da cidade de Santo Ângelo.

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Ambos vieram para cantar, em homenagem ao Cenair que graças aos esforço de José Roberto e amigos, esta sendo homenageado com uma bonita estátua em terras de São Miguel.
Mas vimos mais, além de ouvir atentamente…

Liberdade – Patrício esta terra que representa liberdade, que representa tantas lutas e o teu pai fez parte da representatividade desta história ele e os outros troncos missioneiros, Pedro Ortaça, Jayme Caetano Braun, Noel Guarany e Cenair Maicá, e você ai Patrício, com uma característica muito singular, excelente cantor, gostaria de te perguntar o que representou a passagem do teu pai, Cenair, neste legado que deixou para as Missões e que deve te trazer muitas lembranças, aqui nesta terra de São Miguel.
Patrício: Primeiramente uma satisfação ter esta oportunidade no Jornal Liberdade e dizer que em São Miguel das Missões quando você dobra ai e lê aquela frase “esta terra tem dono” em guarani, aquilo me arrepia porque a gente vai vendo a história que a 300 e poucos anos, a forma que aconteceu, o Sepe defendendo São Miguel, ele e seus mais de 4mil guerreiros…Me arrepia de pensar que eles lutaram e aqui hoje podemos dizer que é uma terra de liberdade, é uma terra que quem é de São Miguel das Missões…eu tenho satisfação de dizer que eu sou daqui, que eu nasci aqui e meu pai sempre com muito carinho, cantou esta história dos índios, e hoje ver isso sendo reconhecido como Patrimônio… Tenho muito orgulho de ver gente de todo o mundo vir aqui nas Ruínas assistir o Som e Luz, então pra gente não tem explicação, não tem como expressar a grandeza que é, esta história pra nós. E a gente tem muito orgulho de representar esta terra, todos os miguelinos, todos missioneiros dos sete povos…Eu acho que São Miguel é a capital dos Sete Povos, é aqui que aconteceu tudo, os outros povos tem esta história também, os 30 povos, mas foi em São Miguel que Sepé disse “Esta terra tem dono” que é a liberdade, e é o que nos representa a liberdade de saber o que é ser liberto, esta cidade que contem suas regras, e que nos ensina a ser pessoas honestas e responsáveis, é disto que o país precisa. Ainda aqui em São Miguel das Missões esse grito de liberdade, para um povo, para uma nação e para o mundo.

Liberdade – Você tem alguém na família que se expressa desta forma, gesticulando, se expressando de forma tão viva. Você é uma figura realmente diferenciada nesta forma de se comunicar, com os braços abertos, como que abraçando, tem manos que também se expressam desta forma em tua família. Além de os Maicás serem conhecidos todos por serem excelentes cantores, você tem esta característica abrindo os braços, como que abraçando o pampa, a todos, isso também remete muito a Cenair Maicá, a esta terra, à liberdade…?
Patrício – Sim, os irmãos também todos, o Miguel, os tios, o tio Tato, o tio Vitão, o tio Valdomiro, os primos, toda a família é que a gente se criou assim com este amor em ser livre, na roda de viola já de casa e a gente aprende, né.
Quando a gente é muito orgulhoso e fazer parte da família Maicá, porque nos ensinaram à música, a cultura, é uma forma de a gente remeter o Rio Grande, para as crianças que vem aí. Eu acho que é muito bonito, a nossa cultura de cantar, ainda mais música missioneira, pra nós é muito orgulho, muita inspiração.

LOJ – Você tem irmãos, quais são:
Patricío – Somos em cinco irmãos: Cotiguara que é o mais velho; Patrício, que sou eu: Miguel Caraí; Gabriel, que é falecido, vítima de leucemia e tem a Catira. Então somos em cinco irmãos.

Liberdade – Vocês que seguem o caminho do pai, Cenair, como cantores, artistas, você e mais alguns deles o fazem com competência na arte do canto?
Patrício – É uma satisfação que todos nós cantamos. Só que alguns são empresários em Santo Ângelo. A minha irmã, Catira mora nos Estados Unidos; o Potiguara mora em Palmas, no Tocantins. Eu sou militar aqui em Santo Ângelo e também lido com a música, quando me convidam para cantar, como hoje aqui, com o Piquete Tauras do Rio Grande, este povo que veio lá de Cruz Alta, passando pelo Caaró, depois aqui por São Miguel. Nos convidaram para fazer uma homenagem ao Pai, a mim e ao tio por causa deste monumento que São Miguel das Missões acolheu de fazer para o Pai.
A família Maicá está muito feliz porque pras futuras gerações, saber quem foi Cenair Maicá. Foi o que cantou a história das pessoas, cantou também com Noel, com Jaime, cantou os índios, cantou a nossa história.
Nosso turismo de hoje está há 30 anos pra frente. O Pai dizia que São Miguel, daqui há 30 anos, vai ser um dos maiores turismos do Sul. E hoje já é isso.
E querem já fazer esta ponte, aí, a gente está muito feliz, a coisa vai acontecendo, vai dar tudo certo e São Miguel está vindo gente de todo o mundo pra ver que história é essa. Então a gente fica muito orgulhoso, de ser miguelino.

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Segundo o papa, Francisco, índio quer viver na mata, quer ser livre, não quer luxo, mas viver como antigamente.
O papa que está coordenando um Sínodo, no Vaticano, que trata de questões da Amazônia, a miséria e a exploração que acontece na região é algo que o mundo não pode aceitar.
A bem que se lembre, a Amazônia abrange vários países, além do Brasil.
Já o governo brasileiro, oriundo da linha militar, não tem deixado se seduzir pelas declaradas “boas vontades” do Vaticano e, alerta que o que interessa de fato, a igreja e a alguns países europeus, é o que tem debaixo dos pés dos índios. Lembra, que “esta terra tem dono. Nós a recebemos de Cabral e dos santos, desde a época de Santa Cruz”.

Bolsonaro, presidente brasileiro, nem sabe para que lado se atira: se defende o filho, candidato a “teta” próximo ao governo Trump; se atende às redes sociais para fazer frente a agressiva frente contra seu governo por parte das grandes mídias ou, se manda apagar os pés de fogo que ainda teimam em fazer fumaça na Amazônia.

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Em que os portugueses deixaram espaço e os espanhóis acabaram ocupando e que deixou suas influências no extremo Sul do Brasil?..

Durante a falta da corte de Portugal e que a região costeira do Uruguai – às Missões -, passaram a ser todas de influência da Espanha, o que acabou deixando de herança este legado na região?

Tem a ver com a realidade atual, o domínio, a influência política local atual, a forma de dominação aí vigente?

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No Galpão Crioulo do CTN Sinos de São Miguel, o Piquete Tauras do Rio Grande homenageia Cenair Maicá. 

Na oportunidade, o Patrão entregou um lindo quadro ao filho e ao tio de Cenair, Patrício e Vitão Maicá que disseram-se lisonjeado com a homenagem e muito satisfeito de ver que a obra de Cenair permanece viva para na geração atual e futuras gerações.

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  O Liberdade – O Jornal é um veículo de comunicação fundamental para quem queira exercer uma função executiva, nos serviços públicos ou político na região missioneira.

Quem lê, quem acompanha o Liberdade, acaba tendo uma visão muito mais abrangente, consegue estabelecer relações macro e micro, vê o mundo não como se ele fosse um grão de areia, mas alguém que observa o local onde sua espécie vive, como se ele pudesse ser visualizado, nos mínimos detalhes, perto ou mesmo à distância.

A JR MONTAGEM INDUSTRIAL, apóia o Liberdade – O Jornal

O LOJ é fundamental nos dias de hoje, diante das trágicas decisões tomadas no passado em relação à educação. Cito o exemplo, do abandono e aí distante fomento ao pensar humano.

As ciências de hoje, ensina o homem a exercer cargos burocráticos, repetitivos, técnicos. Não o ensina a pensar, a questionar, pelo contrário.

Disso, temos uma nação incapaz de articular e se rearticular, de projetar o próprio futuro, independente do esforço que se faça.

O político que não lê, seja porque não gosta da linha editorial do Liberdade; seja porque não saiba ler; seja porque não gosta do que acontece em suas páginas ou por outro motivo qualquer, .. vê-se à distância com o seu povo; com a realidade de sua comunidade; no mar que o separa daqueles que o pagam regiamente para fazer melhor o que deveriam mas não fazem. Sequer conseguem assimilar a função que exercem. Transformam prefeituras em empresas onde o que mais importa, para eles, é fazê-la apresentar lucros, construir paredes, e por aí a fora…

O Liberdade é sim, fundamental para qualquer governo que queira ver-se, ver adequadamente sua comunidade, saber como poderá resolver os problemas que eventualmente atinjam àqueles que esperam nele alguma solução para seus problemas.

Ler o Liberdade é a certeza de que você não será visto como um mentecapto, como um ultrapassado, um ‘fora da casinha’. Então……assine, leia, o LOJ, fundamental nos tempos de hoje e de amanhã!

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-Logística em SMM
-A situação dos galos e o cabresto “qui me gusta!” e ridiculariza…

-A indução a investimentos em grandezas que nunca vimos;

-Porque a classe política odeia tanto à mídia não cativa?

-A anarquia na comunicação leva o povo a saber cada vez menos e a se confundir mais;

-Depressão, suicídio, …. nascem no poder, com os poderosos.

-O pior governo é o governo medíocre e quando mesmo eficaz, é ainda mesquinho.

-Porque os missioneiros tem que andar de pés descalços, com arco e flecha na mão esperando pelos turistas enquanto são atropelados pelo lavourão?

-Porque anunciar no Liberdade é questão de inteligência?

-Amém: os que vão morrer te saúdam, aqui no São Miguel!

-As dificuldades que o Entre Ijuís tem em se libertar da Mãe!

-Santo Ângelo se verticaliza;

-Caibaté não existe. Existe sim, tem a Cermissões, o povo e depois a prefeitura.

-Porque Mato Queimado incendiou a floresta e se libertou de seu vizinho?

-A mediocridade no cafundó sustentado por reizinhos e reinados de faz-de-contas..

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Semana Farroupilha com cobertura do Liberdade – O Jornal é certeza de sucesso. De que à comunidade terá espaço em nossas páginas durante o ano todo.
O Liberdade faz pelo nosso povo e todo mês, todo ano, centenas, milhares de fotos são oferecidas para que o mundo veja como vivemos, do que nos orgulhamos e do alto senso crítico que temos aqui em terras das Missões ao Sul de nosso país.
Agende em tempo a cobertura do Liberdade – O Jornal e seja abençoado!

Agradecemos àqueles que já procuraram o Liberdade e aqui também confirmamos nossa presença na cobertura dos eventos os quais já temos acertado.

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Lá vem, o Tauras, lá da Cruz Alta, em direção ao M’Bororé.
E, lá pelo dia 07 do Setembro, à noitinha, tem festa no CTN de São Miguel.

E, todos vocês estão convidados para uma noite única, com festa, charla, muita música e interação.
Você é nosso convidado, depois a gente ajuda eles a levar junto um lampejo da chama de nossa hospitalidade.