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Município foi reconhecido como local sagrado para o povo Guarani. — Foto: Mauro Vieira/Ministério da Cidadania/Divulgação

Um área construída e habitada por ancestrais indígenas em São Miguel das Missões, na Região Noroeste do estado, recebeu o certificado internacional de patrimônio do Mercosul, nesta sexta-feira (8). O ministro da Cidadania, Osmar Terra, participou da entrega. A Tava, local sagrado para o povo Guarani, está na área que corresponde ao Sítio Histórico de São Miguel Arcanjo.

“Não existe fronteira de Brasil, de estado e de município no nosso conceito Guarani. É com isso que nós vivemos nesse território. Esse espaço para nós é muito sagrado. Derramou-se muito sangue e mesmo assim estamos vivendo e resistindo. Que tenha esse olhar de respeito, de fortalecimento e de reconhecer de fato a presença e a continuidade da vida do povo Guarani e das nossas futuras gerações”, disse o coordenador da Comissão Guarani Yvyrupa, Marcos Tupã.

Esta foi a primeira ação da campanha do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) que tem como objetivo valorizar a cultura da Região Sul.

“Esse é um lugar que tem essa energia muito especial. Quando o Iphan foi criado 82 anos atrás, este foi o primeiro lugar de tombamento, como patrimônio imaterial. O museu aqui em frente é uma joia, um orgulho nosso. Trabalhamos muito para que essas pedras, esse local sagrado respeitasse a sua alma, porque ninguém pode separar o material do imaterial. Por isso, o reconhecimento da Tava pelo Iphan, o respeito à nação Guarani, o respeito a esse palco histórico, de lutas e disputas, para nós, um país multicultural, construído por todos. O patrimônio é diverso, é plural e une a todos”, disse a presidente do Iphan Kátia Bogéa.

O lugar foi reconhecido como patrimônio da região no encontro da Comissão do Patrimônio Cultural do Mercosul, em outubro, no Uruguai.

A titulação significa o reconhecimento da presença ancestral dos Guarani no território Yvy Rupá, que hoje integra o Brasil, a Argentina e o Paraguai. Para os Guarani, os países reúnem uma grande rede étnica formada por aldeias, caminhos e locais sagrados. Transitar livremente por esse território, como fizeram seus ancestrais, é um dos fundamentos que os indígenas desejam preservar. A Tava também é registrada como Patrimônio Cultural do Brasil, pelo Iphan.

Nesta sexta, São Miguel das Missões também recebeu a primeira etapa da obra de requalificação urbanística do entorno do Sítio de São Miguel Arcanjo, com investimento aproximado de R$ 3 milhões, por meio do PAC Cidades Históricas. Estão previstas ainda a construção de ciclovias, faixas, sinalização, iluminação e adequações em praças da cidade.

“Nós queremos com os incentivos culturais, de todas as formas que nós pudermos ajudar, nós vamos cumprir essa etapa. Vamos reforçar esse trabalho grande que é feito no estado pelo Iphan. Tudo que representa este sítio será um investimento de R$ 70 milhões. Queremos, com investimentos culturais de todas as formas, cumprir rapidamente as etapas”, afirma o ministro.

Obras no estado

Para todo o estado, o PAC prevê o investimento total de R$ 154,43 milhões. São 29 obras previstas em quatro cidades do Rio Grande do Sul: Porto Alegre, São Miguel das Missões, Jaguarão e Pelotas. Do total, R$ 36 milhões já foram investidos em obras como a Restauração do Mercado Público, em Porto Alegre.

 

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-Eu acho este nome meio estranho, não concordo. Podia ser então .. Tribo Nômade dos Corretores”, dos sensores, dos mestre coisa assim…
-Não concordo. Porque não uma referência a elas, tem que ser só a vocês?
A TNdVdD foi formada para dar corpo a uma iniciativa que já tardava em dar fim, definitivamente nos erros, tantos, repetidos, acontecidos na sociedade.
Para tal, os auto-arrolados puros e, as auto-arroladas puras, resolveram se unir e, eliminar de vez, esta desgraceira que ameaçava sua própria sobrevivência.
Sábios de todo tipo, recalcados, puritanos, ansiosas, depressivos e um lote a mais e aqui não denominado, reúnem-se com o objetivo único de purificar o mundo: nas redes sociais em algumas vezes.
Munidos de foice e suásticas, o TNdVdD, parte para a primeira ação:
-Lá vai um, que escreveu errado a palavra cessão. Cessão era com s e ele escreveu com c….
Começa a corrida, pau nele e, enfim, a turma do TNdVdD mata o primeiro.
-Um a menos, este não escreve mais errado. Vai ensinar pro nossos filhos o que não deve, se foi!
Outro membro do T…. grita, lá vai outro, que defende o candidato…..
Corre daqui; corre dali e o bolnomita acaba nas unhas das/dos puritanos.
-Ala ó, outro, este é o do Moro!! (o que faz a pressa!)
Nova corrida, pau nele, pedradas, marretadas e… morto.
Assim, a turma da Tribo Nomade das Virgens da Dialética, não perde por esperar raiar o segundo dia. Afinal, eles são nômades, andam por tudo quanto é canto ver se identificam e corrigem os agora mais desgraçados.
Raia o segundo (dia) e, já se espalham pelas redes, na audição das mídias particulares e nem tanto, a selecionar errados…., erros.
Nem passa duas horas e já há uma lista de novos condenados:
-Este quis dizer…..
-O João da Corte quis ir pra lá, mas…
-A Marivala trocou o i pelo d e aí falou mal do ….
-bzzz, bzzzi
A lista estava se tornando interminável. Era muito serviço, faltava madeira para eliminar tantos, todos pecadores ou, pelo menos haviam pecado agora… e, a solução da T…..era eliminar e deixar só elas/ eles, os puros.
Sei que no sexto dia, um dos puros se depara com alguém plantando mudas fora da linha, já haviam 6 no novo viveiro, imaginem!…. foi apontado, condenado e morto logo alí.
Logo depois, outro que plantara soja sem 2 4 D, mesmo destino.
Também um outro que trocou o filho antes de ligar o computador, mataram a pauladas, na frente do inocente para dar mostras do que acontece com quem peca.
Bem, aos poucos, a pampa, as grotas, os banhadais foram se enchendo de errados, mortos. E, só ficando os bons, os puros, os corretores, sensores como queiram…ou os que ‘não erram’.
Foi, foi que restou só eles. Corrijo, um, que teria se evadido por safado que era, com um livro lá pro alto da montanha….
-Agora, irmãos, do TNdVdD, armados com sua suástica bandeira e de porretes, resolvem superar o último obstáculo. Depois disso, seria tudo perfeito, tudo seria plantado em linha reta, tudo seria escrito sem erro de português, não haveria mais essa de apertar botão errado, de plantar milho sem ser transgênico, era só acabar com o último dos desgraçados e, o paraíso deles se instalaria na terra.
Deixaram para o dia seguinte, seria o dia de grande festa, o último guarani tombaria. Depois até, construiriam uma estátua para ele, o reverenciariam como a um Deus pois, Deus bom é Deus morto (era o lema da irmandade há pouco formada) e, assim, poderia fazer os tão reclamados milagres no meio.
A frente, uma santa comandando a procissão dos poucos salvos deles mesmos.
Começam a galgar o morro em direção à oca onde deveria estar escondido o último dos covardes e considerados como um dos maiores responsáveis pela perdição dos ora – a cacetadas – adormecidos:
Não se sabe se por motivo do cansaço dos últimos tempos, eliminando os errados, mas uma sensação de fraqueza, de vazio, se apoderava daquele grupo que já estava se cansando de si próprio. Tanto que a medida que subiam, um foi descobrindo erro do outro e, só chegaram ao sopé do monte, três.
Chegando à porta do buraco, com voz de serra passando em prego, gritou:
-Oh, tu que te reservas nas trevas deste buraco, venha para fora receber o justo castigo desta guerreira da pureza e dos defensores restantes da moralidade dialética!!
…………………..
-Eu, te ordeno, desgraçado, além de escrever errado, ainda fica denegrindo nossa bunda, digo, banda, imagina e, agora chegou a tua vez, vem receber a machadada!!
………………
-Por dios, será que teremos que entrar aí e te arrancar à força com este panfleto para mata-lo, pecador pecaminoso!
– Tin!….
-Ainda por cima, de medo, troca o ‘sim’ pelo ‘tin’. Saiba que a Tribo Nômade das Virgens da Dialética, àqueles que nunca erraram, vão acabar o serviço, te matando.
-Tin, digo, sim. Má quem é tu, vestida deste jeito, com esta espada a tiracolo… Que fizeram com teu cabelo, reto e banhoso como teu rosto fechado e metido nestas ‘botas de segurança’ como os teus, acaso veio aqui me matar?
Mas é claro. É só olhar para meu cinto e verá quantos que ofenderam rasgando o português, que mandei para lugar pior!
-Ah, sei, nada contra. Mas me parece que vocês estão cansados, pra não dizer virados em trapo, precisando de se alimentar direito, de um pouco de repouso… ficariam com uma fisionomia melhor, talvez até humana e, esta bandeira, esta suástica ridícula, mais parece pau de boiadeiro que espanta piranhas quando perambulam no charco buscando identificar sangue, venham, depois vocês me matam!!
-Pois é…. talvez, mas eu vou te matar. Agora, se tiver um cafezinho, aí não precisaremos acender o fogo!
-Sim, claro, tirem esta carapuça, entrem, sentem, leiam o Liberdade aí… afinal, estou condenado mesmo.
-Mas não é heresia, companheiros?
Que tal darmos só uma lida, uma olhadinha… sabe, o condenado, antes de te matar eu vou te dizer que eu já tava pensando em abandonar esta profissão; de matar os errados…
-É, pode, que seja possível… as vezes a gente acha que eram os errados que eram errados, mas se a gente vê bem, olha bem, corre o risco de até descobrir que no passado tinha uns errinhos,… chifres, frustração, dependente de teta, fez àquilo, sabe… (um calafrio se notou no interior da caverna!).
Silêncio…….
   Parecia que ninguém respirava. Só o vento lá fora uivava como que a chorar trazendo o cheiro do corpo apodrecendo dos errados… até que…
-Mas diz aí companheiros, eu tive pensando, será que nós também não temos nada, um níquel, uma virgulazinha e, se matamos o fotógrafo….Deus, errei!
-Errou duas vezes: ele é o jornalista e falou o nome de Deus com D minúsculo. Merece à morte, mas como tivemos cochichando, resolvemos parar por aqui mesmo e, se o errado aí nos emprestar o jornal, quem sabe a gente possa recomeçar e aprender o que esta palavra sagrada significa:

-d de deuze, ara, mas é deu-se e não era deuze. Logo ele não quis escrever Deus, nem deus, mas deu-se, é que o risquinho tava tão apagado ou é as minhas vistas….bá, mais que bá… matamos um monte…
-Pra fora da caverna, katrefa que aqui dentro de certo tem mais é o errado e, a nós, o diabo que permaneça na função que era o nosso lugar!

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Um novo baque para os latifundiários, de terras e de mentes humanas.
O recado está dado. 
A presidenta do TSE dizia que “as urnas são seguras”. Questionada por contratempo, admitiu em cadeia de emissoras do país e do mundo, que a possibilidade de haver erros, é algo admissível.
O cala boca do povo, o enchimento da boca do povo por estranhos; a argumentação popular expressa por outras bocas, começa a dar sinal de cansaço também nas grotas do país.
Mesmo na considerada Universidades locais, o questionamento ou, ou desejo deste, está posto. Ninguém mais aceita afirmativas alheias e estranhas como algo determinante para todo o sempre.
Questionar, questionar, eis aí a questão.

Independente de siglas, de ideologias, o povo passa a ser condutor e coadjuvante de seu próprio destino.
Liberdade sim, não a que nos dão, a que nos permitem, mas a que à nação brasileira haverá de construir para si, eis o recado.

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    Já é raro encontrar espaços que brinde com oportunidade de alguns animais domésticos, como o cavalo, encontrar espaço para se esbaldar à procura de comida.
   Se para o gado já é bastante difícil e demanda uma área, proporcionalmente bem menor, imagina para ele, o ‘melhor amigo do gaúcho’.
   Mesmo que você queira, registrar em foto um local onde se visualiza tão somente imagens de espaço nativo, você terá que rodar…

Assim, vimos fugir tanta coisa boa, lembranças tantas, o fim de nossa raízes cada vez mais violentadas pelas novos sistemas de produção que chegam sem pedir e se impõem diante da necessidade do lucro.
Infelizmente.

 

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   Somado a idade dos quatro, passa longe mais de 300 anos de história, somam eles!
   Entre um chimarrão e outro, pacholeiam-se, um procurando superar o outro, como o causo que ora roda, contado pelo anfitrião aí, de que certa tarde, mormacenta, disse para seu pai que iria ver a espera (um espinhel que ele havia armado na noite anterior) e não tivera tempo ainda de ir olhar a mode o serviço da lavoura.
   Passado algumas horas da tarde, o pai, já preocupado com o filho, foi ver o que tinha acontecido, pois a rio ijuí estava ‘bufando’ com a cheia recente e não dava pra confiar.
   Lá chegando, da de cara com uma montanha de dourados já no alto do barranco e nem sinal do filho, no caso, ele o contador do causo.
   Grito daqui, grito dali, virou correria, vizinhança buscando mais vizinhança e a busca se acentuava já imaginando o pior.
   Como o espinhel não havia sido retirado da água, pode que tenha se enganchado em um dos anzois te tenha ficado preso no fundo do rio. Que tragédia!
   Na barranca, um lote de mães já trocavam lenço para assoar o nariz dando os primeiros sinais de apreensão com o ‘assuscedido”.
   Após procurarem pelas barrancas por horas à fio, era hora de encarar a verdade e mergulhar para “ver o que tinha acontecido”. Provávelmente o corpo estaria em baixo d’agua, preso a um anzol.
   Aprisionado a bombacha em baixo, perto da junta no tornozelo -tava cheio de gente -, bota sanfonada, desamarrou o lenço para deixá-lo solto a mode o peso, o pai do desafortunada e agora já vítima, se lançou na água barrenta do velho ijuí.

Medo? .. não conhecia, não por menos o apelidaram de capincho.
   Conta o primeiro anzol, o segundo, o terceiro, cada um ainda com no mínimo 2, 3 dourados e até que chegou ao 156 e, nada do guri. De certo a àgua tinha levado. Agora só lá no uruguai, pensou o pai já desacorçoado e ficando sem fôlego após quase 2 horas de nado e mergulho.
   Mal sobe a barranca, de volta, após acenar com a cabeça não ter encontrado o corpo, nota no meio da multidão o próprio filho, alí, seco, vivo como este sol que a terra há de esquentar, olhando para a mesma direção que os demais, o rio:
    – Filho, filho, é tu, tu não morreu? o que tá fazendo aí, eu te procurando lá embaixo?
    -Ara, paiê, eu tava juntando os dorados que ficaram estraviados no mato com a enchente e pensei, agora vô me lançar no rio pra recoiê os que tem no espinhel quando vi esta multidão. Achei que era pra esperá a farinha e a querosene que o Bernardino do ‘Sum Miguel’ vai trazê no boca da noite, paíê!!
   Conta o contador do causo que nem deu tempo de se virar e o ‘fio’ foi agarrado por uns 30, ou mais, e lançado com toda a força na correnteza. Nem bem caiu n’agua veio a ordem de seu velho pai:
   -Só me apareça de vorta quando tu trouxer até o úrtimo dorado do espinhel na vara, seu merda. E se encontrar o Bernardino, diga que só traga semolina e que àquela querosene dele tá me queimando as tripas, só serve é pra acender fogo!

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Assuntos à época, no LOJ:

-Destaque para a importância da atividade urbana, como Comércio, Indústria e de Prestador de Serviços, tanto para a arrecadação do município, quanto do número de emprego criados/ofertado por estas atividades e, que, raramente merecem o valor por parte dos governantes.

-Fandango, Cola Fina, Tropa, Índio-Velho, …. é a professora Marioni, dando seu recado no Chasque Cultural;

-Na foto de capa, o então prefeito, Valdir Pedro e o vice, Roberto de Oliveira.

-A professora Jesualda alerta para que “A vida é um milagre!”

-O Jornalista, Antonio homenageia o trabalhador e disserta sobre a importância de se trabalhar, produzir…

-Sabrina Somavilla disserta no “Se liga, Juventude! Sobre a importância da música como meio de comunicação;

-A Revolução Farroupilha tem espaço na quarta Ed. Escrita do LOJ.

-Entrevista com o vice-prefeito, no cargo de prefeito, o primeiro no mais alto posto, da sigla (PT), em São Miguel das Missões!

-Os skaitistas tem espaço no LOJ. Mal vistos por alguns, aguardam enquanto acumulam prêmios fora daqui, a promessa da pista para praticarem o esporte.

-Professora, Patricia Ribas disserta sobre a Inclusão Social na Escola;

-A primeira fundação de São Miguel, em 1632 em Itaiacecó, às margens direita do rio ibicuí.

-Cintia Brandão Frizzo disserta sobre Anorexia, causas,  consequências e tratamentos;

-Na política, o então presidente do PSDB  local, João S. disserta sobre “possíveis transformações para a região” por ocasião da visita do secretário de Estado, Mauro Sparta.

-Fernanda Taina Moraes, é a Princesa do Jornal;

-Saúde, versos,sugestões para uma cidadania mais profícua para o ano que começa (2016) e

-A crônica na coluna “Terra de Deus” onde o jornalista, Antônio disserta sobre os ensinamentos de São Francisco, fazendo uma relação com a situação atual.

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No princípio a mata ocupava praticamente todo o território ao Sul do Uruguai.
Matas cerradas e tigres que chegava a se tornar pragas, disputavam os nativos descuidados.

Depois, mais depois, veio o branco para colonizar e, evangelizar…
Veio o período da exportação de mures, para o centro do país, como Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais..
Veio o período do charque; as rebeldias motivado pelas sangrias dos impostos…
Veio as lutas, muitas,… as guerras, a bravura de um povo que lutou por liberdade como só…

Depois mais, veio o Liberdade, pra falar de liberdade, pra alertar de sua importância!

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O índio Pracata, amigo do Liberdade – O Jornal, mostra nas matas outrora dos guaranis, em São Lourenço Mártir onde se encontra uma bela ruína de uma das reduções jesuíticas missioneiras, onde o tatú pixuleco, da Copa de 2014 se escondeu, para esquecer dos 7 X 1 que nosso país levou da Alemanha.

Agora, com um avião luxuoso, com custo de R$ 500 mil por cada jogador, para levar à Seleção à Rússia, para a Copa do Mundo deste ano, a grande maioria do povo brasileiro, que ganha pouco mais de 1 mísero salário mínimo, está ajudando o pixuleco a chegar à China, no outro lado do mundo, por este buraco, sumiiiindoooo!!!

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Esta terra sempre teve dono. Uns merdas de donos.
Daquele tipo que vende tudo, favorece tudo que não seja de sua própria terra.
Daquela massa de merda que busca qualquer motivo para ferrar com os seus próprios irmãos e,
Por isso, para nós, a liberdade é alto tão cara.

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Na tarde deste domingo, a população regional e do Caibaté, tomaram os espaços da FACIC 2018.
Estandes, bares, cervejarias, comércio expositor em geral, lotados, um sucesso garantido.