Meio Ambiente

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Criticado por Emanuelle e por Merkel, no encontro do G 20, as 20 economias mais grandes do planeta, Jair disse que o país espera exige respeito, que hoje o governo mudou e o Brasil reclama seu direito ao tratamento que merece.

Também deixou ao largo, a ciência que temos que a Alemanha, por exemplo, não tem mais “nhente” de mata nativa e, a França, está ‘nas últimas árvores”. Portanto, não tem do que criticar o Brasil e, c’est fini!

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A barca, na divisa de Mato Queimado e Cerro Largo, corta lenta, manhosa, as águas barrentas do rio Ijuí.
Conhecido como rio de fundo irregular, o velho e caudaloso rio Ijuí, acomoda o transporte de veículos, animais, pessoas, de um lado a outro, de ambos os municípios e ainda uns poucos peixes que restam no outrora criatório de tantas espécies.

Vez por outra o rio incha, avança, se torna bem mais largo, alargando margens, comendo lavouras, causando estresse e destruição mas, renovando e fortalecendo também à vida.

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O crescimento na oferta de alimento no mundo independe da necessidade de áreas cada vez maior.
Muito pelo contrário, em espaços cada vez mais restrito, a evolução e a disponibilidade de maiores avanças tecnológicos, vem permitindo ao produtor rural, produzir quantidades de alimentos cada vez maior, em área cada vez menor.
As Missões ao Sul do Brasil, nas Missões, a produção do pescado é um exemplo.
Em menos de 1hectar de lençol freático, a produção de pescado supera há muito uma dezena de tonelada/ano, produção há poucos anos atrás, considerada de difícil imaginação.

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São Miguel das Missões espera, há quase uma década, obras do PAC Cidades Históricas, valor superior a R$ 27.600 milhões e que já estaria corrigido em algo em torno de R$ 70 milhões para executar o projeto já elaborado e pago.
No entanto, pela área urbana da cidade, mais de 4 dezenas de quadras, ainda sem calçamento, dificultam à vida de muitos munícipes.
Depósito de material reciclável a céu aberto, ruas mal calçadas, dificuldades enormes, parece não encontrar solução, diante de tantas dificuldades que parecem ir se acumulando, indignando à própria população local e aos que visitam a cidade que contem o único Patrimônio Cultural da Humanidade ao Sul do país.

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   O atual momento da agricultura tem reduzido o espaço para a biodiversidade no mundo.
   Também, na Amazônia, considerada Pulmão do mundo, a redução das matas, o assoreamento de rios, a pesca predatória e a exploração mineral tem devastado um dos últimos e maiores recursos naturais do planeta. 
    Pode que chegue um dia que árvore ou água corrente e pura, vejamos só em filmes, em imagens guardadas em cofres.
   Ai, a bonita imagem, no Rincão dos Ataídes – São Miguel das Missões onde ainda existe esta nascente, protegida ainda por um antigo morador em uma pequena fração de mata que ainda não foi destruída. Mas anda perto.

O LOJ busca conscientizar a população da importância de preservarmos nossos recursos naturais e, já na maioria dos casos, recuperá-los, pois já nem temos mais o que preservar. Prestigie o Liberdade, faça a tua parte para que possamos fazer por você!

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    Por enquanto, uma empresa contratada leva para outro município, o lixo arrecadado na área urbana do município.
Porém, a população quando não se depara com a limpeza regular de ruas e logradouros, se soma agravando ainda mais a situação, depositando os entulhos em terrenos baldios.
Afora os esforços do poder público municipal, em orientar e pedir à população que não faça o descarte inadequado, a verdade é que esta por vezes, não suportando o mesmo frente a suas moradias, alimenta este indesejado quadro.

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Consequência do aquecimento brusco das águas do Pacífico tropical, o El Niño é um evento comum. Ocorre em intervalos que variam de dois a sete anos. Em 1997, ele mostrou toda a sua força ao elevar a temperatura das águas do Pacífico em até 5 graus. O resultado foi uma montanha-russa na pressão atmosférica, com mudanças bruscas na intensidade e no rumo dos ventos. Houve secas onde era para chover e tempestades onde devia apenas chuviscar. O ano seguinte, 1998, filho do El Niño, foi o mais quente desde o início das modernas medições. Os Estados Unidos presenciaram o período mais chuvoso em 104 anos e o norte do Brasil sofreu com secas e incêndios florestais, no avesso das chuvas e enchentes do sul. Calcula-se que os efeitos globais do El Niño de 1997 tenham levado à morte 23 000 pessoas e deixado 45 bilhões de dólares de prejuízo. A notícia preocupan­te: tudo indica que, neste ano, terá início um El Niño que pode superar o de dezoito anos atrás, mesmo em suas consequências negativas.

Há duas formas principais de identificar o estabelecimento de um fenômeno desse gênero (veja o quadro acima). Inicialmente, pela medição da temperatura das águas superficiais do Pacífico tropical. Se a elevação passa de 0,5 grau, configura-se um El Niño. Caso supere 1,5 grau, considera-se que ele é intenso. Hoje, o aumento está em torno de 1 grau. O El Niño chegou, porém não se estabilizou, e, pelas estimativas de climatologistas, isso só deve ocorrer quando ultrapassar os 2 graus. Há quem aposte que chegará próximo dos 3 graus. A outra forma de identificá-lo é por meio do chamado Índice de Oscilação do Sul (SOI). Trata-se de um número, neutro, positivo ou negativo, que mede a diferença da pressão atmosférica entre dois pontos da Terra, um na cidade australiana de Darwin e o outro no Taiti. Em situação normal, ambos têm a mesma pressão. Quando há um El Niño, cria-­se uma diferença negativa entre eles.

Um olhar cuidadoso sobre o clima ao longo deste ano e as previsões para 2016 demonstram que estamos na iminência de um El Niño crescido. Há similaridades evidentes entre 1997 e 2015. Além da alta possibilidade de a temperatura média do Oceano Pacífico novamente se elevar mais de 2 graus, nos dois casos a diferença apontada pelo SOI gira em torno de -15, o que evidencia uma disparidade radical entre a pressão atmosférica na Austrália e no Taiti. Por enquanto, não sentimos os efeitos mais drásticos deste El Niño, mas um comunicado da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa) alerta para o fato de que as piores consequências estão por vir. Há, segundo os especialistas, 85% de probabilidade de o fenômeno continuar ao menos até abril do ano que vem.

O El Niño deve espalhar anomalias climáticas pelo planeta ­O norte do Brasil, por exemplo, pode ficar ainda mais seco, vetor para incêndios naturais em florestas. O sul deve sofrer com tempestades e inundações. “O problema é que não conseguimos prever tudo com total certeza. Um El Niño nunca é igual ao antecessor”, afirma a americana Michelle L’Heureux, meteorologista do Centro de Previsões Climáticas do Noaa. Mas existem algumas pistas para indicar a dimensão do fenômeno.

Chove quase metade do usual no norte e no nordeste brasileiros desde março deste ano. Em consequência, o risco de incêndios em florestas e de perdas na agricultura e na pecuária nordestinas é maior, com evidente prejuízo para a oferta de energia de fontes hidrelétricas e para o abastecimento de água. No sul, houve 64% de aumento na quantidade de chuvas em julho em relação ao ano anterior. Culturas típicas da temporada de verão, como soja e milho, devem se beneficiar. Haverá enchentes, porém, o que deve levar a mortes e a números exponenciais de desabrigados. O El Niño, na trilha de seus estragos, mexe inapelavelmente com a economia mundial, sobretudo quando se verifica que os Estados Unidos estarão entre os países hipoteticamente mais afetados. Uma área ainda mais quente de águas do Pacífico Norte, conhecida como “a bolha” – inexistente no fenômeno extremo de 1997 -, tende a diminuir a quantidade de chuvas que rumam em direção à Costa Oeste americana. Em consequência, deve-­se intensificar a gravidade da seca no Estado da Califórnia.

Preocupa saber que se evoluiu muito pouco ou quase nada na tecnologia de detecção e combate à anomalia climática desde 1997. Para identificar a chegada do El Niño, ainda se usam os mesmos dois métodos do fim dos anos 90. Há boias meteorológicas espalhadas pelo Pacífico equatorial que monitoram a temperatura de águas em até 500 metros quadrados de superfície aquática, a intensidade dos ventos e as condições atmosféricas. Além disso, os climatologistas se apoiam em uma rede de mais de 100 satélites, quantidade pouco maior que a de 1997, afeitos a monitorar a temperatura dos oceanos, a formação de campos de vapor em áreas dos mares e a distribuição de ozônio na atmosfera.

Na verdade, apesar dos avanços tecnológicos, houve falhas no monitoramento do fenômeno nos últimos dezoito anos. Em 2012, o Noaa sofreu cortes de orçamento do governo americano, sendo forçado a desativar um navio encarregado da manutenção das boias no Pacífico. Resultado: quinze das antes setenta unidades não funcionam mais. Das 55 que sobraram, mais da metade apresentou falhas nos últimos dois anos. Em resumo, o Noaa vem trabalhando com 40% dos recursos que tinha para prever e combater os efeitos do El Niño. “É o fenômeno climático mais importante da Terra e nos despreparamos para ele”, reclamou o americano Michael McPhaden, cientista do Noaa que dirigiu o projeto das boias. Um editorial da revista americana Science, a mais prestigiada publicação de ciência do planeta, faz eco ao descuido: “Para economizar poucos milhões de dólares, o Noaa deixou o planeta parcialmente cego a um fenômeno que pode custar bilhões de dólares em danos”.

Soa exagero, parece profecia do acaso, mas é o que a ciência antecipa. No entanto, há um alento nesse cenário de contornos ruins: sabemos hoje muito mais sobre o que é o El Niño e o que ele pode causar. Estudos que surgiram na última década começam a associar o aquecimento global radical pelo qual a Terra tem passado no último século, em consequência direta da queima de combustíveis fósseis como o petróleo, com o gradual crescimento da força do El Niño. Ou seja, são os gases de efeito estufa emitidos pela humanidade que podem estar alimentando a anomalia. Se a teoria se confirmar, o setor privado poderá se tornar um grande aliado. Em fevereiro deste ano, a companhia americana de exploração espacial SpaceX, criada por Elon Musk, o Steve Jobs da hora (criador também do sistema de pagamentos on-line PayPal e da fabricante de carros elétricos Tesla), uniu-­se à Nasa para levar para os céus o primeiro satélite capaz de monitorar com apuro mudanças climáticas. Inovação que deve ser usada para prever efeitos do El Niño e, assim, se preparar para eles.

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Levantamento não-oficial que indica o aumento de 427% no desmatamento da Amazônia Legal em novembro deste ano, comparado com o mesmo mês do ano anterior. O SAD, sistema usado pela ONG, detectou 195 km² de desmatamento na Amazônia Legal em novembro de 2014. Em novembro de 2013 o índice era de 37 km². O Imazon ressalta que neste ano foi possível monitorar 67% da área florestal, sendo que no ano anterior o monitoramento cobriu área de apenas 42% do território.

Imazon aponta alta de 467% no desmate da Amazônia em outubro Desmatamento da Amazônia Legal cai 18% em um ano, segundo governo Segundo o relatório do Imazon, em novembro de 2014, o desmatamento se concentrou no Pará (70%) e Mato Grosso (18%), com menor ocorrência em Roraima (5%), Amazonas (4%), Amapá (1%), Rondônia (1%) e Acre (1%). Além disso, as florestas degradadas (parcialmente destruídas) na Amazônia Legal somaram 86 km² em novembro de 2014, enquanto em novembro de 2013 a degradação florestal somou 9 km². O aumento foi de 855%, indica o Imazon. Levantamento anterior do Imazon indicou que em outubro deste ano houve devastação de 244 km² da Amazônia Legal, o que representou um aumento de 467% em relação a outubro de 2013, quando o desmatamento somou 43 km². Os dados são divulgados de maneira paralela aos dados oficiais do governo, que apontou queda de 18% no desmate da Amazônia entre agosto de 2013 e julho de 2014 em relação ao período anterior. O Ministério do Meio Ambiente usa o sistema Prodes (Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o Inpe. Os métodos de levantamento são distintos, por isso os números não podem ser comparados entre si.