Modismo

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Levantamos a sugestão de se buscar desenvolver em São Miguel, espaços como hotéis, pousadas, casas para o pessoal de mais idade no nosso município – São Miguel das Missões -, onde o grande número de idosos não só aqui e que vem crescendo, mas em municípios próximos, como Santo Ângelo, Ijuí, São Luiz Gonzaga, poderia abrir um leque de investimentos no município não só vendo este “mercado” como um potencial de circulação transitória, mas até definitiva.
Prof Oliveira diz ao LOJ que proposta p hotéis geriátricos no S Miguel depende de investidores, tão somente. Também crê como possível sim, uma vez que o envelhecimento da população é uma realidade e que este fenômeno só tende a crescer.
Também já temos um mercado possível e satisfatório para este nicho de mercado, aqui e em toda a região. 
Também, é verdade, frisa ele, que ainda não temos pensado adequadamente nisso, até por razões culturais ou outras, mas certamente, em suposta situação, com condições possíveis e adequada, teríamos uma enorme fonte de renda para nosso já pujante município.
Águas termais, entretenimento, espaço, religiosidade, geografia, tendência local e regional, enfim, termos aqui um polo onde nós pudêssemos oferecer ao público de mais idade, condições para viverem de forma digna, feliz e em um ambiente que seja favorável para este ciclo, o mais sábio de suas existências, nos irrigaria de motivos para alavancar ainda mais alto o nosso município.
 

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Slogam usado durante á ditadura militar, associava-se a uma política ufanista onde as grandiosidades do país, justificavam o fato de que “quem amasse o país (Brasil), teriam tantos e claros motivos que em assim não se portando, seria melhor então que o deixasse e fosse morar em (no exterior) outro lugar”.

, “Brasil: Ame-o”, e “Quem não vive para servir ao Brasil, não serve para viver no Brasil”.

Embora não se questione aqui os motivos para a implantação e uma ditadura, seja militar, seja civil – não é esse o nosso propósito -, há de se entender que nem mesmo quem a eventualmente implante, não seja seu defensor (de uma ditadura). Até pelo que representa para o povo a implantação de um regime do tipo, imposto via utilização do Estado nacional. É terrível.

Também é claro, para os que passam ao largo, pode que esta se desenvolva de forma até imperceptível.

No mundo houve ditaduras da direita e ditaduras da esquerda, todas terríveis e praticamente todas, sanguinárias. Teve e tem ditaduras disfarçadas…

Na Itália, durante o governo Mussoulini, àquele que acabou enforcado pelo seu próprio povo, teve a ditadura onde o regime fascista foi implementado.

Na Alemanha, por exemplo, o regime nazista. Na Rússia, o regime comunista e assim vai.

No Brasil, durante a ditadura militar, nos tempos mais tenebrosos, do governo Ernesto Gaisel, o slogam do Brasil: ame-o ou deixe-o, estava em seu pleno apogeu.

Era o governo do Brasil, o chefe máximo do Executivo determinando ao seu povo o seu comportamento, como uma ordem. A democracia agonizava…

Na ditadura mais sanguinária que se teve notícia, este tipo de slogam se avolumou, mas de uma certa forma muito mais espraiada: Não tinha um slogam específico, que não o “Hey Hitler”, mas uma nova determinação cultural onde quem não acordasse com o novo líder – Adolfo -, deveria “sumir do mapa da Alemanha”.

Assim, os estrangeiros não simpatizantes com a causa do novo regime; os hetero, os judeus, os religiosos fossem da religião que fossem, os poloneses, os austríacos que não aceitassem o jugo do regime, … enfim, seriam tratados como um “nada”, algo inexistente e precisariam, segundo os nazistas, serem eliminados se fossem o caso ou, que deixassem o país se ainda pudessem.

Este tipo de visão totalitária, imposto por poder político que se utiliza do poderio do poder público, ainda está muito vivo entre nós.

Escondido nas periferias do país, o totalitarismo onde todos devam pensar de uma mesma forma, com o objetivo de endeusar, perpetuar o interesse de algum novo maluco, é uma realidade muito próxima. Ainda mais onde os resquícios daquelas culturas, felizmente suprimidas, reprimidas à bala mesmo a custa de tanto sofrimento humano, ainda teima em se levantar.

Seja esfera de poder que for, a democracia precisa ser defendida, ser cultuada e ensinada seus valores às novas gerações. Para tal, a mídia livre e forte é tripé extremamente fundamental e deve ser apoiada por todo o governo e povo que se diga defensor do regime democrático. É ela que ajuda aos demais poderes, as entidades de defesa do regime a se sustentar, a ser respeitado, de não ser substituído por interesses de prováveis loucos criminosos ou, menos, líderes que por vezes motivados a estancar uma situação de caos, tenham que impor, temporariamente, um regime de exceção, até uma ditadura, para salvar uma nação e até o mundo, de algo bem pior.

O direito à manifestação de pensamento; de expressão seja do que for desde que não minimize a honra de alguém ou traga prejuízos injustificados à outro, é cultura que precisa ser exercitada, inclusive nas famílias, nas salas de aulas, no poder político de cada comunidade. Afinal, amando ou não o Brasil; dizendo ou não que o ama, é direito de todo brasileiro viver em sua terra e fazer dela e dela o que bem lhe aprouver, desde que não interfira prejudicialmente nos direitos de seus semelhantes, desde que não desrespeite à lei democraticamente estabelecida por seus representantes legítimos.

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Ai, a comunidade do Urubucarú em uma de suas tentativas de adentrar no pequeno salão comunitário da comunidade em evento noturno.
Urubucarú ou, Cavalo-Corvo é uma pequena comunidade que aguarda por longos anos, a promessa de ver ampliado o prédio hoje ocupado por ratos e formigas, entre outros bichos no interior de São Miguel das Missões/ RS.

O evento aí contrasta com outras comunidades onde pavilhões se somam esperando gente para ocupar parte dos espaços. Dizem que estas teriam aproximação com interesses políticos, mas a verdade é que ou não se sabe ou não que ousa dizer.

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Embora seja tema “proibido”, admitir que o culto às tradições consiga limitar a busca por inovação, por avanços, a verdade é que há quem diga que dá para se visualizar conflitos que se não se opõem, ao menos, dificultam e limitam espaços que poderiam ser destinados a busca de ‘avanços’ sociais.

Também há quem compare os modernismos e suas consequências, muitas vezes nefastas, com à vida que se levava no passado, considerada por muitos ainda, muito melhor que nos dias atuais.

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Contam que no passado, lá por quando Santo Ângelo Custódio teria completado 100 anos de emancipação, teria ocorrido um período de elevado desenvolvimento industrial no município.
Tal encanto foi tamanho que aí se produziu de trator tracionado, excelente equipamentos para a lavoura, um avião, e muitas indústrias além de uma pujante cooperativa enchiam de ânimo o povo do município e entorno.
Porém, há quem diga que certa feita, uma bola teria surgido no céu e dito, aos prefeitos que vieram depois, que um plano federal iria levar à bancarrota muitas destas iniciativas e após, se passaria cerca de um século para que uma nova fé, na indústria na região, pudesse outra vez retomar o fôlego.
Por incrível que pareça, desde esta profecia o que menos se vê é prefeito acreditando que o velho milagre possa ser retomado antes do prazo e, insinuar pensar aí é como atirar um balde de água quente nos pés de um esvorotado. Dá briga na certa.

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  Antes que a vossa panela seque e não tenha você o que mais por dentro dela, saia, vá à luz, dê teu nome para que teus filhos vejam em você, guerreiro, algo parecido com teus panos, largos…! 
Deixem das vacas para se fazer homem…. pobres vacas!
Não vos intimideis que a comida irá lhe faltar…
Haverá de te sustentar com o vento, o Norte, o Minuano,… que voa carregado de pólen e poderá fecundar teu corpo já nú.
Não te impressione com a lábia dos lacaios, os detentores da terra e de tudo que, se sabe, te ameaçam e cada vez mais te empurram para os grotões ou cantos das grandes cidades onde, como cordeiros um dia, nesta senda, acabará confinado, em um brete espetacular e sem volta..
Lá não mais podereis montar em teu cavalinho, agora alimentado no terreno do vizinho; nem poderá sequer deixar esvoaçar os panos de tua larga e domingueira bombacha..
Que restará de ti que não os trapos, cada vez mais justo, á bunda à mostra e as contas no comércio de te fazer um verdadeiro ambulante, que perambula feito um rei, como se a bolsa para o filho teu, o aluguel social para a filha tua e a aposentadoria para teus fraldões, um dia possa te trazer de volta, por exemplo, a coragem que você, guerreiro, nunca teve.
Nem sequer para fazer ouvir o teu nome…..valente ou, por medo que alguém o ouvisse e o tivesse que o fazer respeitar.

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Envelheceu a monarquia inglesa;
Envelheceu os políticos;
Envelheceu a forma de se montar à mídia;
Envelheceram as relações humanas, o casamento está mais ameaçado do que nunca;

Ninguém mais suporta carregar um setor público pesado e improdutivo, salvo raros lampejos de modernidade;

Ninguém mais atura aprender de forma didática as burocracias ainda necessárias;

…………… o homem já não sabe mais para onde vai.

Nem mesmo as religiões – atropeladas pela luz de algum conhecimento que já violenta os velhos parâmetros, os velhos dogmas que aos montes, um cai sobre os outros, sucumbindo diante do arrocho que sofre a ignorância.

O Liberdade – O Jornal observa tudo isso e, nota o quanto sofrem os antigos, os cada vez menos antigos e o que é antigo para tentar evitar fugir de seu controle, as mudanças que nem sempre são benéficas ou acontecem da forma a mais adequada como se gostaria.
Hoje, o malandro, o safado que fatura a esposa do cão ou seja, daquele que trabalha para sustenta-la e a sua prole, vem conquistando espaço no mundo dos direitos. Não mais como àquele que a veria na zona, mas ali dentro, ao lado, dos olhos de todos eles, na melhor mídia em seus quartos, desde a mais tenra idade…
Hoje a mãe, o pai que se preocupa com o próprio filho, está primeiro sujeito à posse dos mesmos pelo Estado que, precisa de mais motivo para justificar à exploração que impõe sobre sua grande massa escravizada, mar de súditos.
Hoje, nas redes sociais, a miséria se encontra e ali também se expressa, em  e com toda a exuberância de sua ignorância, julgando, opinando, evoluindo como uma nascente de um vulcão poderoso.

Pois não haverá quem diga que isso tudo não converge para uma evolução?

Sim, creio que sim.

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     Na divisa de Mato Queimado, município próximo à Caibaté, divisa com Cerro Largo, na travessia do Rio Ijuí, por pelo menos 8 horas, ela leva a balsa de um lado a outro do rio.

     Com sol, frio, chuva, esta guerreira que mereceu espaço nas páginas escritas do Liberdade – O Jornal, mostra a garra e a determinação de trabalhadores brasileiros que nunca, nem em mídias sociais, vêem cantado suas dificuldades. Porque também eles não tem sindicato, nem massa corporativa para os defender.