Modismo

0 63

Embora seja tema “proibido”, admitir que o culto às tradições consiga limitar a busca por inovação, por avanços, a verdade é que há quem diga que dá para se visualizar conflitos que se não se opõem, ao menos, dificultam e limitam espaços que poderiam ser destinados a busca de ‘avanços’ sociais.

Também há quem compare os modernismos e suas consequências, muitas vezes nefastas, com à vida que se levava no passado, considerada por muitos ainda, muito melhor que nos dias atuais.

0 76

Contam que no passado, lá por quando Santo Ângelo Custódio teria completado 100 anos de emancipação, teria ocorrido um período de elevado desenvolvimento industrial no município.
Tal encanto foi tamanho que aí se produziu de trator tracionado, excelente equipamentos para a lavoura, um avião, e muitas indústrias além de uma pujante cooperativa enchiam de ânimo o povo do município e entorno.
Porém, há quem diga que certa feita, uma bola teria surgido no céu e dito, aos prefeitos que vieram depois, que um plano federal iria levar à bancarrota muitas destas iniciativas e após, se passaria cerca de um século para que uma nova fé, na indústria na região, pudesse outra vez retomar o fôlego.
Por incrível que pareça, desde esta profecia o que menos se vê é prefeito acreditando que o velho milagre possa ser retomado antes do prazo e, insinuar pensar aí é como atirar um balde de água quente nos pés de um esvorotado. Dá briga na certa.

0 86

IMOBILIÁRIA QUERÊNCIA DE CAIBATÉ, RUA 15 DE MAIO, 1519

CORRETOR DE IMÓVEIS PAULO MARIO STOFFELS CRECI 35854

FONE/ (55) 3355-1254 / 98112-9930 WhatsApp; 98101-8787

e-mail imobiliariaquerencia@yahoo.com.br

TEM PARA VENDA:

 

  • Vende-se Fazenda de 2.480 hectares localizada em Rondonópolis Mato Grosso; 400 hectares aberta; 30 km da cidade; pelo preço total de R$ 15.000.000,00 RECEBE troca, terras na região das missões.
  • 5 hectares de terra campo nativo para planta 80%. Frente asfalto, rica de água, 400 sacas de soja, com condições de pagamento.
  • 194 hectares de terras coxilha, região nobre de São Miguel das Missões, excelentes condições de pagamento, tudo a combinar.
  • 11 hectares de terra coxilha vermelha na Vista Alegre, Caibaté-RS, a 1Km da comunidade local.
  • 18 hectares de terra 90% para planta, excelente localização, Vista Alegre, Caibaté-RS.
  • 370 hectares de terra 80% de planta. Recebe em troca no negócio, prédios, apartamentos no negócio, imóveis parte em dinheiro R$ 34.000,00 o hectare da terra, também parcela a mesma sem troca tudo a combinar. Na região de Pirapó-RS.
  • 1125 hectares de terra, 1000 hectares para soja, a preço especial, região de Itaqui.
  • 230 hectares de terra pecuária, 30km de Roque Gonzales. Condições a combinar.
  • 50 hectares de terra de planta com sede completa também pocilgas para criar suínos. Excelente área região nobre, boa localização 13 Km de Cerro Largo.
  • 61 hectares de terra com sede completa, ótima localização 3km do asfalto, no município de Entre-Ijuís, 470 sacas de soja por hectare. Com condições de pagamento.
  • 594 hectares de terra 80 % de planta 58 km de Caibaté. Uma entrada e mais 4 parcelas anuais.
  • 178 hectares de terra, já foi lavoura 120 hectares. Com sede R$24.000,00 o hectare, recebe imóvel urbano nas Missões, Santo Ângelo chácara com sede.
  • 254 hectares de terra, para planta 160 hectares, com sede boa, a 9 km de cidade nas Missões, ótimo para investidor a mesma está arrendada. Preço 340 sacas de soja o hectare. Entrada 25.000 sacas de soja, restante em 3 parcelas iguais.

Excelente oportunidade de negócio em investimento parte urbano e parte rural, antiga hípica de Caibaté-RS nas proximidades do armazém Ugerri, vendendo total ou parcial, tudo a combinar.

  • Excelente terreno comercial, residencial 16×29 podendo aumentar tamanho se quiser, na Rua Aloísio Mench em frente lago azul Caibaté-RS. Bom preço à vista R$80.000,00 pelas medidas já especificadas.
  • Ótima casa na saída para o Passo Novo, Caibaté-RS, bom preço à vista.

 

                               AUMENTE SUAS CHANCES DE FAZER NEGÓCIOS MAIS

RÁPIDOS E SEGUROS ATRAVÉS DA IMOBILIÁRIA

QUERÊNCIA DE CAIBATÉ. 

0 602

  Antes que a vossa panela seque e não tenha você o que mais por dentro dela, saia, vá à luz, dê teu nome para que teus filhos vejam em você, guerreiro, algo parecido com teus panos, largos…! 
Deixem das vacas para se fazer homem…. pobres vacas!
Não vos intimideis que a comida irá lhe faltar…
Haverá de te sustentar com o vento, o Norte, o Minuano,… que voa carregado de pólen e poderá fecundar teu corpo já nú.
Não te impressione com a lábia dos lacaios, os detentores da terra e de tudo que, se sabe, te ameaçam e cada vez mais te empurram para os grotões ou cantos das grandes cidades onde, como cordeiros um dia, nesta senda, acabará confinado, em um brete espetacular e sem volta..
Lá não mais podereis montar em teu cavalinho, agora alimentado no terreno do vizinho; nem poderá sequer deixar esvoaçar os panos de tua larga e domingueira bombacha..
Que restará de ti que não os trapos, cada vez mais justo, á bunda à mostra e as contas no comércio de te fazer um verdadeiro ambulante, que perambula feito um rei, como se a bolsa para o filho teu, o aluguel social para a filha tua e a aposentadoria para teus fraldões, um dia possa te trazer de volta, por exemplo, a coragem que você, guerreiro, nunca teve.
Nem sequer para fazer ouvir o teu nome…..valente ou, por medo que alguém o ouvisse e o tivesse que o fazer respeitar.

0 652

Envelheceu a monarquia inglesa;
Envelheceu os políticos;
Envelheceu a forma de se montar à mídia;
Envelheceram as relações humanas, o casamento está mais ameaçado do que nunca;

Ninguém mais suporta carregar um setor público pesado e improdutivo, salvo raros lampejos de modernidade;

Ninguém mais atura aprender de forma didática as burocracias ainda necessárias;

…………… o homem já não sabe mais para onde vai.

Nem mesmo as religiões – atropeladas pela luz de algum conhecimento que já violenta os velhos parâmetros, os velhos dogmas que aos montes, um cai sobre os outros, sucumbindo diante do arrocho que sofre a ignorância.

O Liberdade – O Jornal observa tudo isso e, nota o quanto sofrem os antigos, os cada vez menos antigos e o que é antigo para tentar evitar fugir de seu controle, as mudanças que nem sempre são benéficas ou acontecem da forma a mais adequada como se gostaria.
Hoje, o malandro, o safado que fatura a esposa do cão ou seja, daquele que trabalha para sustenta-la e a sua prole, vem conquistando espaço no mundo dos direitos. Não mais como àquele que a veria na zona, mas ali dentro, ao lado, dos olhos de todos eles, na melhor mídia em seus quartos, desde a mais tenra idade…
Hoje a mãe, o pai que se preocupa com o próprio filho, está primeiro sujeito à posse dos mesmos pelo Estado que, precisa de mais motivo para justificar à exploração que impõe sobre sua grande massa escravizada, mar de súditos.
Hoje, nas redes sociais, a miséria se encontra e ali também se expressa, em  e com toda a exuberância de sua ignorância, julgando, opinando, evoluindo como uma nascente de um vulcão poderoso.

Pois não haverá quem diga que isso tudo não converge para uma evolução?

Sim, creio que sim.

0 501

     Na divisa de Mato Queimado, município próximo à Caibaté, divisa com Cerro Largo, na travessia do Rio Ijuí, por pelo menos 8 horas, ela leva a balsa de um lado a outro do rio.

     Com sol, frio, chuva, esta guerreira que mereceu espaço nas páginas escritas do Liberdade – O Jornal, mostra a garra e a determinação de trabalhadores brasileiros que nunca, nem em mídias sociais, vêem cantado suas dificuldades. Porque também eles não tem sindicato, nem massa corporativa para os defender.

0 694

Protesto dos caminhoneiros abre brecha para empresários remarcarem preços, para o alto, auferir altos lucros e se locupletar com a escassez temporária e até facilitada de alimentos

Proprietários de veículos de passeio movido à diesel, grandes proprietários rurais, grandes companhias de caminhoneiros, … estão entre os que se beneficiaram junto com a classe trabalhadora dos caminhoneiros e em reconhecida dificuldade, que buscava pressionar o governo para que contivesse à alta do combustível.

Quem pagará a conta do subsídio concedido pelo governo, será a área da Saúde e da Educação. Coisa que atinge em cheio a classe mais pobre do país.

Ainda por cima, a falta de alimentos e do próprio combustível, já impacta de forma violenta no bolso do povo que vê, praticamente todos os produtos, serem remarcados às alturas e não tem como escapar de comprar. Claro, novamente ferrando com os que podem menos, àqueles que trabalham de dia para comprar no final da tarde, imaginem.’

O governo alega que com o andar da carroça ‘as abóboras irão se acomodando’ e que a população ‘deve denunciar’, imaginem….. quanta ironia.

Até que as tais ‘abóboras’ se acomodem, o bolso do povão que já anda esgualepado, terá atingido um novo patamar, alocando mais alguns milhões para algum estágio de pobreza a baixo do que já vive, se é que isso ainda seja possível na forma vegetativa que já vive.

0 671

Umas poucas empresas transnacionais, com poderio inclusive superior à economia de vários países do mundo, cada vez mais planejam, financiam e implantam seus projetos, sejam em praticamente qualquer país do globo que bem lhes interessar.

Durante a ditadura militar, no Brasil, resgatou-se a ideia da soberania Nacional, ou seja, o governo brasileiro deveria ter sob seu controle ou de brasileiros, de políticas e ações estratégicas para a nação. Por exemplo, a produção de armas de guerra, como avião, munição, foguetes; agricultura forte para a segurança alimentar da nação; sistema financeiro robusto para, em caso de necessidade, o governo poder lançar mão do dinheiro acumulado e fazer uso para atender eventuais necessidade e, por aí a fora.

Para tal, vários planos foram desenvolvidos e, muitos deles, posto em prática: a construção da transamazônica, que tinha o interesse de evitar a perda de território nacional para possíveis países que já mantinham nela até bases militares e sem o conhecimento do governo brasileiro; a construção de usinas nucleares; o Banco Nacional de Habitação (BNH); a ampliação da malha rodoviária por todo o país, etc, etc…

Após, com a redemocratização do país, entra uma leva de brasileiros que, afora o justo desejo de liberdades, principalmente as políticas, passam a ocupar o lugar daqueles que – como bem alertara o então presidente, o gaúcho, João Figueiredo que alertou: “Eles virão e vão se lavar em roubalheiras, corrupção e irão levar o povo brasileiro aos gritos pedir a nossa volta, a volta dos militares”, algo assim.

Bem, o Brasil precisava sim de recuperar espaço no cenário internacional.

A economia, as políticas sociais, o atraso tecnológico, entre outros, resultado do esforço que apesar de hercúleo do regime de exceção, penava pela distância da posse de conhecimento entre o povo de nosso país e de outros países no globo já imensamente adiantado.

Tínhamos ainda quase uma centena de milhões de brasileiros se não analfabetos, analfabetos funcionais ou seja, àquele que diz-se alfabetizado, mas mal sabe escrever, calcular as operações básicas da matemática, entre outros.

Pós militares, o novo governo democrático, um professor, Fernando Henrique, importa e implementa no país, ideia que trouxe consigo, do exílio, no Chile, implementa-o no país, chamado Plano Real.

Das consequências, o LOJ não vai tratar aqui, mas o Brasil tinha uma chance de se modernizar. Havia a disposição da sociedade e a expectativa de transformação do país.

Ao lado, este novo governo que tinha simpatia pelo avanço do processo de redemocratização, dá voz à força que se fortalecia, ao lado, representada na imagem do Partido dos Trabalhadores que, o povo já tinha sofrido bastante, muitos haviam se locupletado com riquezas e, era a vez dos mais pobres acessarem o mel do vespeiro.

Tem início ao novo governo, governo Lula e, este descobre que havia o crédito e, que através do crédito possibilitado ao povo, este poderia consumir e, consumindo, teria privado um pouco de suas tantas necessidades e, assim, a indústria teria que produzir mais, o governo receberia mais, geraria mais emprego e, automaticamente – se pensava – o Brasil teria encontrado seu rumo de grandeza.

Junto, a nova turma, digo, o novo governo, ávido por tanto de tão pouco no passado, busca e identifica as galinhas de ovos de ouro que o governo poderia contar:

A gigante do petróleo, a estatal Petrobras, Correios, Fundo de Pensão, etc…. eram ou melhor, faziam parte das minas que os governantes exploravam. Deus…..

Também não vem ao caso, mas tais políticas também permitiram alguns grandes empresários, que viram o mar de “bonança” que a classe politica ora vivia com intensidade jamais até imaginada, começa a exigir do governo parte do bolo. Outros, menos ‘espertos’, exigem benefícios, como os concedidos: “desoneração fiscal” para empresários; perdão de dívidas ou não cobrança de dívidas para grandes devedores, principalmente do agronegócio e, na questão social, o governo ampliava apoio e endeusamento, dando aos mais miseráveis um quinhão do “respeito” que ele jamais tinha visto ou imaginado alcançar antes.

Tornava-se um deus!

Quando o nível mínimo de sanidade do governo pós Lula começou a ser questionado, até pelo seu padrinho, foi a vez da Força Militar do país sugerir há alguns políticos que promovessem à mudança ou, eles o fariam.

Ao lado, bancam a ação de um magistrado, encarregado de punir os corvos que ora sangram à nação ou, ao menos dar sinal aos abutres que as coisas estavam a indicar mudanças.

Sem citar a forma, “respeitosamente” e indiferente se a mudança indicasse a permanência ou não de algum corvo no comando do país, um novo quadro se desenhava para acontecer.

Ao lado, o “mar” de beneficiados, ante a eminência de perder o pai, se desesperam e voltam-se, a toda força, contra justo àquele que eles colocaram lá.

Inconformados e justificados pelo arroxo agora vivido, motivado pelo choque de realismo de um país quebrado, atiram à ele tão somente as mazelas que provocaram todos juntos.

Da política de segurança nacional…. que segurança se ao se mover o pano, deixamos a mostra a bunda?

Então, o atual governo passa a promover uma série de medias na tentativa de modernizar a economia.

Apesar dos avanços, conseguidos até em pouco tempo, não consegue levar adiante seu projeto e, inclusive, é ameaçado perder o cargo. Claro, arrastando consigo um mar de dificuldades, atrasos, etc.. que não o minimiza pois são frutos de vários governos anteriores, mas é prensado contra à parede pela pressão da grande maioria da nação que reclama “direitos” e direitos e, sem foco, sem qualquer manifestação de interesse em ter, para o próprio bem, grita e berra: queremos melhorias, nem que a ‘vaca tussa’ e que o preço do combustível favoreça não só o caminhoneiro pobre, mas o rico que só roda ou usa o diesel!