Modismo

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-Senador, será que via aprová?
Mas, já pensou, como é que vamos ficar, toda esta gente na rua, a pracinha, o banco, o posto de saúde, não vamos mais ter polícia e a amarela pra vim de lá, quando?
-Não, se se depender de mim, não aprova nunca, sabe que não.
-Não gosto nem de pensar, mas então o senhor acha que não!
-Pode ter certeza, não aprova, nunca. Eu até sou a favor do presidente, mas isso não, é loucura.
Bem, contam, que pelo menos três senadores tiveram que ampliar o número de seus assessores para afirmar que não irão aprovar a extinção de pequenos municípios. Que o emprego, que já é grave, ficaria insustentável.

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Guedes segue Moro no caminho do cozimento

Se o ministro, Sérgio Moro teve seu projeto desidratado que nem seco com gripe aviária crônica, Guedes, com a ideia de reduzir tetas no setor público está a porta de ver-se em franco espaço de guerra pura.
Políticos e desocupados passam a todo instante infernizando o governo, prevendo um final do mundo caso isso venha a acontecer. Um desespero puro e pouco ainda visto pelo povo. É como o cancelamento das assinatura do jornal UOL, já imaginou?
Imaginem, por exemplo, matoqueimadenses sem a prefeitura?… tendo que viajar cerca de 1 até 3km a mais para chegar a outra, o que será de seus quase 2 mil moradores?
Justo agora que acabaram de fazer a monumental Câmera, um verdadeiro Maracanã dentro das Missões?
E a prefeitura, que por si só, em seus corredores, seria capaz de abrigar toda a população urbana, na horizontal, em cado de guerra nuclear? Sim, guerra nuclear, pois suas paredes de tão fortes que foram feitas, seria capaz de conter o impacto de uma explosão destas bombas latinas?

O que é divertido:
É ver como reagem os prejudicados, os habituados a mamarem, a sangrarem o próprio povo, passando à vida convencendo a eles que sem eles, eles não mais poderiam existir.
Ver o quanto o povo está bitolado ou não, acreditando ou não, em sua extinção, caso estes não raras vezes, cancros em que se transformaram prefeituras pelo exagero e desrespeito que se tornou não o funcionalismo empregado nos serviços público, mas o que políticos em seus cargos, transformaram este setor que hoje se opõe em grande parte ao que espera à sociedade e até eles mesmos?

Não se preocupem, caso aconteça – o que meio mundo duvida -, nem todos morrereis!

Bolsonaro ao menos não morreu e, moro, enfraquecido continua aí. 
Quedes há de sobreviver.

 

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    A fração do Bairro Alegria, que havia sido ocupada pela população após a espera de pelo menos 10 anos e acabaram sendo forçadas a se retirar do local, agora com infraestrutura pronta e espaço para construção para a construção das casas populares.
    A morosidade se deve ao fato de a Caixa ainda não ter liberado os recursos e pode que atrase ainda mais, por suposta irregularidade de governos anteriores que teriam destinado recursos, mas não haveria previsão no orçamento.
   O Bairro Alegria é um dos vários bairros de São Miguel das Missões, mas é considerado o maior e atualmente uma grande mobilidade interna é registrado na área urbana do município, assunto levantado pelo LOJ em suas edições escritas.

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Chegue seu moço, apeie, ….. puxe o pingo pro galpão,
Neste rancho de gaúcho,
Tem pousada e bom chimarrão!
Chegue, te aprochegue, entre, venha, ponha o pingo na sombra, te sinta à vontade, logo a ‘bóia’ tá pronta!

Hospitalidade, hospitalidade, marca reclamada por todo canto e lugar e, é assim que o gaúcho também recebe. Ou, ao menos deveria. Ao menos em muitos lugares, deveria ser assim, conforme se diz aqui mesmo em terras vermelhas do alto Uruguai. Então, para não esquecermos nossa cultura reclamada e tão desejada de hospitalidade, vamos repetir, mas conforme agimos muitas vezes na realidade…..;

Vamos lá:
Chegue seu moço, apeie, ….. puxe o pingo pro galpão,
Neste rancho de gaúcho,
Tem pousada e bom chimarrão!
Chegue, te aprochegue, entre, venha, ponha o pingo na sombra, te sinta à vontade, logo a ‘bóia’ tá pronta!

 E, vamos acrescentar o tempero, do tal do realismo:
“Puxe o banco, te sente que logo, logo o patrão tá se achegando. Eu tenho que dar’ umas voltas’, mas fique por aí, à vontade que ele logo vem!”.
Esta cultura tão importante, muitas vezes pronunciada da boca pra fora, nem sempre acontece da forma com que a divulgamos, que gostamos de dizer aos quatro ventos, ao mundo todo.
Em nossos discursos, reclamamos à visita e ao visitante que disponham, façam uso de nossa hospitalidade, mas no entanto, tratamos uns aos outros e a eles mesmos, como se estranhos sempre fossem; se não vierem para “pensar na forma com que pensamos; se não vier para somar àquilo que já temos, enfim, só será de fato tratado como amigo, depois das primeiras horas se e somente se, PRATICAR AO PÉ DA LETRA, a política do cão: de nos beijar às botas, caso contrário, será mais um a ouvir-nos em discursos falar de nossa grande hospitalidade.

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Abaixo, o teor do rápido discurso do ex-presidente norte-americano, Barack Obama quando paraninfou uma turma de estudantes em uma Universidade de Nova Jersey – EUA.

A Equipar Instalações Comerciais e a JR Montagem Industrial, prestigiam este trabalho.

“Se vocês estivessem os discursos políticos atuais, vocês poderiam se perguntar: “De onde vem esta pressão de anti-intelectualismo?”. Então, deixe-me ser o mais claro que puder: Na política e na vida, a ignorância não é uma virtude. Não é legal não saber do que você está falando.
Isso não é sustentar que é verdade ou dizer que parece que é. Isso não é desafiar o politicamente correto. Isso é somente saber o que você está falando.
Qualidades como qualidade, compaixão, honestidade e trabalho duro, frequentemente importam mais do que competência técnica ou know how.
Mas quando nossos líderes expressam um desdém por fatos, quando eles não são responsabilizados, por repetirem falsidades e só inventarem coisas, enquanto que verdadeiros especialistas são julgados como elitistas, então temos umproblema.
Sabem é interessante que se nós ficamos doentes, queremos ter a certeza que os médicos foram de fato para a faculdade de medicina, que eles sabem de fato o que estão falando; se entramos em um avião, dissermos o que realmente queremos: que o piloto saiba de fato pilotar a aeronave.
E, ainda assim, em nossas vidas públicas, rapidamente pensamos: Eu não quero alguém que já fez isso antes..
A rejeição de fatos, a rejeição da razão e da ciência, ESSE É O CAMINHO PARA O DECLÍNIO.
Me chama a atenção para uma frase, de Carl Segan, que se graduou aqui em Nova Jersey. Ele disse: “Podemos julgar nosso progresso pela coragem de nossos questionamentos e pela profundidade de nossas respostas. Nossa vontade de abraçar o que é verdadeiro, AO INVÉS DE ABRAÇAR ÀQUILO QUE NOS FAZ SENTIR BEM”.

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Levantamos a sugestão de se buscar desenvolver em São Miguel, espaços como hotéis, pousadas, casas para o pessoal de mais idade no nosso município – São Miguel das Missões -, onde o grande número de idosos não só aqui e que vem crescendo, mas em municípios próximos, como Santo Ângelo, Ijuí, São Luiz Gonzaga, poderia abrir um leque de investimentos no município não só vendo este “mercado” como um potencial de circulação transitória, mas até definitiva.
Prof Oliveira diz ao LOJ que proposta p hotéis geriátricos no S Miguel depende de investidores, tão somente. Também crê como possível sim, uma vez que o envelhecimento da população é uma realidade e que este fenômeno só tende a crescer.
Também já temos um mercado possível e satisfatório para este nicho de mercado, aqui e em toda a região. 
Também, é verdade, frisa ele, que ainda não temos pensado adequadamente nisso, até por razões culturais ou outras, mas certamente, em suposta situação, com condições possíveis e adequada, teríamos uma enorme fonte de renda para nosso já pujante município.
Águas termais, entretenimento, espaço, religiosidade, geografia, tendência local e regional, enfim, termos aqui um polo onde nós pudêssemos oferecer ao público de mais idade, condições para viverem de forma digna, feliz e em um ambiente que seja favorável para este ciclo, o mais sábio de suas existências, nos irrigaria de motivos para alavancar ainda mais alto o nosso município.
 

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Slogam usado durante á ditadura militar, associava-se a uma política ufanista onde as grandiosidades do país, justificavam o fato de que “quem amasse o país (Brasil), teriam tantos e claros motivos que em assim não se portando, seria melhor então que o deixasse e fosse morar em (no exterior) outro lugar”.

, “Brasil: Ame-o”, e “Quem não vive para servir ao Brasil, não serve para viver no Brasil”.

Embora não se questione aqui os motivos para a implantação e uma ditadura, seja militar, seja civil – não é esse o nosso propósito -, há de se entender que nem mesmo quem a eventualmente implante, não seja seu defensor (de uma ditadura). Até pelo que representa para o povo a implantação de um regime do tipo, imposto via utilização do Estado nacional. É terrível.

Também é claro, para os que passam ao largo, pode que esta se desenvolva de forma até imperceptível.

No mundo houve ditaduras da direita e ditaduras da esquerda, todas terríveis e praticamente todas, sanguinárias. Teve e tem ditaduras disfarçadas…

Na Itália, durante o governo Mussoulini, àquele que acabou enforcado pelo seu próprio povo, teve a ditadura onde o regime fascista foi implementado.

Na Alemanha, por exemplo, o regime nazista. Na Rússia, o regime comunista e assim vai.

No Brasil, durante a ditadura militar, nos tempos mais tenebrosos, do governo Ernesto Gaisel, o slogam do Brasil: ame-o ou deixe-o, estava em seu pleno apogeu.

Era o governo do Brasil, o chefe máximo do Executivo determinando ao seu povo o seu comportamento, como uma ordem. A democracia agonizava…

Na ditadura mais sanguinária que se teve notícia, este tipo de slogam se avolumou, mas de uma certa forma muito mais espraiada: Não tinha um slogam específico, que não o “Hey Hitler”, mas uma nova determinação cultural onde quem não acordasse com o novo líder – Adolfo -, deveria “sumir do mapa da Alemanha”.

Assim, os estrangeiros não simpatizantes com a causa do novo regime; os hetero, os judeus, os religiosos fossem da religião que fossem, os poloneses, os austríacos que não aceitassem o jugo do regime, … enfim, seriam tratados como um “nada”, algo inexistente e precisariam, segundo os nazistas, serem eliminados se fossem o caso ou, que deixassem o país se ainda pudessem.

Este tipo de visão totalitária, imposto por poder político que se utiliza do poderio do poder público, ainda está muito vivo entre nós.

Escondido nas periferias do país, o totalitarismo onde todos devam pensar de uma mesma forma, com o objetivo de endeusar, perpetuar o interesse de algum novo maluco, é uma realidade muito próxima. Ainda mais onde os resquícios daquelas culturas, felizmente suprimidas, reprimidas à bala mesmo a custa de tanto sofrimento humano, ainda teima em se levantar.

Seja esfera de poder que for, a democracia precisa ser defendida, ser cultuada e ensinada seus valores às novas gerações. Para tal, a mídia livre e forte é tripé extremamente fundamental e deve ser apoiada por todo o governo e povo que se diga defensor do regime democrático. É ela que ajuda aos demais poderes, as entidades de defesa do regime a se sustentar, a ser respeitado, de não ser substituído por interesses de prováveis loucos criminosos ou, menos, líderes que por vezes motivados a estancar uma situação de caos, tenham que impor, temporariamente, um regime de exceção, até uma ditadura, para salvar uma nação e até o mundo, de algo bem pior.

O direito à manifestação de pensamento; de expressão seja do que for desde que não minimize a honra de alguém ou traga prejuízos injustificados à outro, é cultura que precisa ser exercitada, inclusive nas famílias, nas salas de aulas, no poder político de cada comunidade. Afinal, amando ou não o Brasil; dizendo ou não que o ama, é direito de todo brasileiro viver em sua terra e fazer dela e dela o que bem lhe aprouver, desde que não interfira prejudicialmente nos direitos de seus semelhantes, desde que não desrespeite à lei democraticamente estabelecida por seus representantes legítimos.

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Ai, a comunidade do Urubucarú em uma de suas tentativas de adentrar no pequeno salão comunitário da comunidade em evento noturno.
Urubucarú ou, Cavalo-Corvo é uma pequena comunidade que aguarda por longos anos, a promessa de ver ampliado o prédio hoje ocupado por ratos e formigas, entre outros bichos no interior de São Miguel das Missões/ RS.

O evento aí contrasta com outras comunidades onde pavilhões se somam esperando gente para ocupar parte dos espaços. Dizem que estas teriam aproximação com interesses políticos, mas a verdade é que ou não se sabe ou não que ousa dizer.

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Embora seja tema “proibido”, admitir que o culto às tradições consiga limitar a busca por inovação, por avanços, a verdade é que há quem diga que dá para se visualizar conflitos que se não se opõem, ao menos, dificultam e limitam espaços que poderiam ser destinados a busca de ‘avanços’ sociais.

Também há quem compare os modernismos e suas consequências, muitas vezes nefastas, com à vida que se levava no passado, considerada por muitos ainda, muito melhor que nos dias atuais.

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Contam que no passado, lá por quando Santo Ângelo Custódio teria completado 100 anos de emancipação, teria ocorrido um período de elevado desenvolvimento industrial no município.
Tal encanto foi tamanho que aí se produziu de trator tracionado, excelente equipamentos para a lavoura, um avião, e muitas indústrias além de uma pujante cooperativa enchiam de ânimo o povo do município e entorno.
Porém, há quem diga que certa feita, uma bola teria surgido no céu e dito, aos prefeitos que vieram depois, que um plano federal iria levar à bancarrota muitas destas iniciativas e após, se passaria cerca de um século para que uma nova fé, na indústria na região, pudesse outra vez retomar o fôlego.
Por incrível que pareça, desde esta profecia o que menos se vê é prefeito acreditando que o velho milagre possa ser retomado antes do prazo e, insinuar pensar aí é como atirar um balde de água quente nos pés de um esvorotado. Dá briga na certa.

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