Políticas Sociais

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A UFFS – Campus Cerro Largo divulgou, nesta quinta-feira (27), edital de Processo Seletivo para contratação de professor do Magistério Superior. Há vagas nas seguintes áreas: Cinética Aplicada e Cálculo de Reatores (1 vaga para regime de trabalho de 20 horas); Fruticultura/Olericultura (1 vaga para regime de trabalho de 40 horas) e Química Geral e Inorgânica (1 vaga para regime de trabalho de 40 horas).

O período de inscrição é do dia 28 a 04 de julho, das 8h às 12h e das 13h às 17h, de segunda a sexta-feira, exceto feriados e dias de não atendimento ao público no Campus.

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A defesa da existência de hospitais em pequenos municípios, tem encontrado guarida no fato que oferece maior comodidade para àqueles casos em que males possíveis e de pequena complexidade, pode ser solucionado aí mesmo.
Já os atendimentos de média e alta complexidade, são solucionados em cidades referência para a Saúde.
Uma das dificuldades que os mortais que se valem destas Casas de Saúde, é a limitação que enfrentam em relação àqueles que já oferecem atendimento de média e alta complexidade.
Porém, como o povo que d´antes os males eram tratados com benzimento e cozimento de plantas, contar com este atendimento, agora, passou a ser algo considerado espetacular.

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Da terra boa do Brasil, sim, acredite…

Aqui, na terra do Brasil o povo passa por agruras….. que aí, em Marte ou esperamos que na morte, não se passe.
É difícil sustentar políticos, seus arroubos e os resultados de seus descontroles na expansão do tamanho do Estado e, por falar nele, nem mais podemos falar em nosso estado; do nosso Estado que fosse… tamanhas são as agruras.
Há pouco tempo atrás passou um rei por aqui, depois uma rainha e preocupados como só, conosco, se embrenharam em uma floresta chamada, Brasília e passaram a roubar os pobres para dar aos ricos. Um Robim Hood moderno.

Robim e a Robinha, então, passaram a distribuir à pobreza que os seguissem, os frutos colhidos dos que nos os seguissem. Também, já que de bobos não tinham muito, se locupletaram e deixaram uns milhões de filhos, adora aí, com o resto, na merda.

Mas que bá, mas que bá.

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A Brigada Militar, de São Miguel das Missões, foi agraciada com um “novo” veículo para serviço de vigilância e combate à criminalidade no município.

O Cmdte Robaina, disse ao LOJ que este veículo permanecerá no município e, por suas características, poderá atender principalmente o interior do município com maior presteza, principal reclame dos lavoureiros locais.

São Miguel instala avançado sistema de recurso de câmeras no área urbana da cidade, tudo interligado com o comando localizado na cidade de Santo Ângelo/RS.

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-O ex governador de São Paulo, atropelado por seu pupilo, Doria, aponta as canhoneiras contra Jair Bolsonaro, “culpado por sua desgraça” política de não ter se elegido presidente do país.
-No Pará, onde estão as piores estradas do país e, no Nordeste, são os espaços que restaram ao Partido dos Trabalhadores explorar no mercado eleitoral do país.
Também, no Rio Grande do Sul, o partido ficou com expressivo peso, principalmente na região missioneira, com algo bastante similar às demais: ser uma das regiões com problemas sociais mais graves da nação brasileira.
-Fernando Haddad, disse que depois de mais calmo, encontrou forças para cumprimentar, por mensagem, seu adversário Bolsonaro que, por sua vez, retribuiu ao gesto, dizendo que o país escolhera o melhor para si.
-O violentíssimo trauma, imaginado, daqueles que perdem esperanças várias, com a eleição de Jair Bolsonaro; dos que temem ou perdem tetas gordíssimas; da ameaça à continuidade do mar de vícios que assola esta nação; da hipócrita ora conclusão que os “modernistas” estariam à frente,
-A possibilidade que os irmãos Gomes – Ciro e Cid – se aproximem do novo governo, parece adequado, embora possa sofrer a resistência dos mais xiitas de seu partido.
A suposição que ao menos um deles seria indicado para ‘lierarar as oposições, embora tanto PCdo B e outros partidos mais à esquerda não aceitem o PT na função, parece não ser o suficiente para motivar, por enquanto, as lideranças citadas. “liderar o quê?”, diria Ciro!
-O trauma do insucesso na eleição, atribuído equivocadamente à figura do capitão Bolsonaro, deu-se mais à falsa imagem tão cultuada por mídias como a Folha que colocava em suas pesquisas, o ex presidente, Lula como o “grande preferido pela nação brasileira”, o que não se confirmou.
-Qualquer um, com um mínimo entendimento de marketing sabe, que em uma disputa polarizada, por pior que seja um deles, a tendência é a aproximação um do outro, salvo se um deles for “muito ruim” ou em situações de verdadeira repulsa ou anomalia.
O motivo, o LOJ explica: “Há uma tendência de os “mais pobres e sensíveis de alma e posses, carregar alguém, sempre nos ombros e de forma gratuita, quando este apareça em aparente situação de fragilidade. Ainda mais se vociferar que defende (rá) seus DIREITOS. Tem a ver com o ‘coitadismo’.

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Sem recursos, com a coragem e a determinação que Deus lhes deu, candidatos lançaram-se em busca do apoio popular na esperança de vencer e sagrar-se representante do povo de sua região, no parlamento do Estado do Rio Grande do Sul.
Os que perderam, empoderados pelo hábito de só vencer, agora devem estar à pensar no quanto tornaram seus ouvidos moucos aos reclames mais prementes de seu próprio povo.
Agora é a vez dos ‘novatos’, dos ‘come butiás. Até ao menos que se tornem iguais àqueles e então, passem a ser substituídos, para dar lugar a alguém então mais adequado a atender a proposta que na eleição se dispuseram a cumprir. É a esperança renovada e o desejo da população que façam o que o povo tanto precisa: de ser ouvido, respeitado e ver seus líderes indicar caminhos, melhores, para todos nós.

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      “Vivemos momento histórico conturbado, que se caracteriza, sobretudo, pela sobreposição das ideias individualistas e egocêntricas. Os cenários de um Brasil em disputa colocam-nos um grande desafio: como respeitar as liberdades individuais e estimular, na mesma intensidade e compromisso, a convivência e o respeito às nossas diferenças? Em outras palavras, como viver e praticar a solidariedade entre os diferentes, construindo uma identidade brasileira a partir das nossas diferenças? Qual será a contribuição que a escola dará neste contexto? Faremos das escolas, de uma vez por todas, lugares de humanização?
Concordo com Eliane Brum, jornalista e escritora, quando afirma de que “precisamos conviver com os diferentes e com as diferenças. Precisamos voltar a nos interessar por ouvir. Precisamos voltar a conversar”. Sim, precisamos aprender a democracia. Precisamos repensar as práticas pedagógicas e sociais que nos permitam relações mais respeitosas com os outros. Nilson Souza, em crônica No fim da fila (ZH, 08.04.16) lembra Tancredo Neves, aos que lutam pela democracia: “Não vamos nos dispersar”. Eu diria: “não podemos nos dispersar”.
      Destaco também reflexão do professor Eduardo Albuquerque, líder sindical, da rede municipal de Passo Fundo: “estamos vivendo hoje várias crises, mas, em especial, uma crise de coletividade. Estamos mostrando na prática que a nossa sociedade se desenvolveu cultivando o individualismo. Não temos a mínima noção de coletividade. Se fossemos atacados agora por um desastre natural grandioso seríamos exterminados porque nos preocuparíamos apenas conosco. Neste sentido, faço reflexão e meia culpa sobre o nosso papel de educador e de escola. Nossas escolas preparam indivíduos egoístas e egocêntricos que se preocupam com suas notas, com suas provas e seu sucesso. Não aprendemos e não ensinamos a repartir, auxiliar, estender a mão e hoje pagamos um preço caro por isso, pois estamos afundados em uma crise sem solução, a curto e médio prazo. Estou me repensando como professor e penso não mais me submeter a este sistema mesquinho de ensinar nossos jovens. Não conheço país algum que tenha se desenvolvido sem que seus habitantes sejam sujeitos solidários e se preocupem com o coletivo. Viveremos tempos difíceis, professor!”
O conhecimento deveria ser a ferramenta para superarmos a nossa vã ignorância e nosso egoísmo desmedido. A humanização (possibilidade de nos tornarmos seres humanos melhores) passa, necessariamente, pelo conhecimento. Não somos felizes sozinhos. Precisamos conceber nossa vida e nossa história como resultado de construções coletivas. O conhecimento que não tiver validade para todos, não tem valor algum. O conhecimento tem de ter sentido à nossa existência e sobrevivência, individual e coletiva.
      A escola, para além de um espaço de construção de conhecimento, é também lugar de convivência social. Sempre pensei uma escola onde estes dois fundamentos tivessem uma importância paritária. Penso que a escola pode e deve contribuir para que construamos relações humanas mais respeitosas e solidárias, mas para isso deve organizar e vivenciar espaços permanentes de trocas, de convivência, de integração entre os estudantes e professores. Diferentes práticas sociais e de convivência não nascem de discursos, mas são possíveis a partir de diferentes práticas e intervenções sociais, muitas delas que só a escola consegue realizar, pois na escola podemos fazer, para além de eventos, processos de permanente formação humana. E processos podem desencadear mudanças substantivas nas nossas formas de ser, de pensar e de agir!”

Nei Alberto Pies, professor, escritor e ativista de direitos humanos.

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    O Liberdade – O Jornal, entendendo ser papel da mídia dissertar sobre o que ainda precisa ser resgatado, evoluir, traz sempre à luz, além das belezas, tantas, que temos nas Missões ao Sul do país, também as carências do nosso povo. Entre…
    As atuais dificuldades de gestão, de nossas lideranças e que se espraiam não só aqui, mas país a fora.
    Lamentavelmente, para a superação deste fenômeno que ameaça nos asfixiar ou, levar para bem mais distante a possibilidade de recomeço para reversão deste quadro, passa por questões culturais tantas, exaustivamente dissertado em nossas páginas, de nossa edição escrita.
Como toda ruptura de sistemas, viciados, impões traumas, é compreensível que o LOJ enfrente dificuldades terríveis, muitas delas procurando eliminá-lo do mapa ante a ameça que acaba se constituindo para o rol de ‘panelas’ que buscam a todo custo, manter seus privilégios.
Daí, o nosso convite para a ação, real, da comunidade na defesa e na necessidade de apoiarmos àquilo que realmente entendemos como sinal de luta por nossos melhores ideais…

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O Liberdade – O Jornal, abre mais espaço para um público que vive, interage e busca viver em uma área urbana, em um contexto urbano, agindo como ser urbano.

O Liberdade não esquece suas origens, nem imagina que possamos um dia atribuir valor menor ao povo que ainda vive onde vivemos, em um contexto rural, mas a verdade é que cada vez mais um maior número de pessoas vive dentro de um contexto urbano.

Pensamos e dissemos isso, já há algum tempo, pelo fato que apesar de, mais da metade da população – por exemplo -, de nosso municípios viverem em região já urbanizada, aí mesmo quem determina, traça e impõem diretrizes as quais devam seguir, são em sua quase totalidade remanescentes de áreas rurais. E, portanto, peca pela enormidade de dificuldades que oferece, gratuitamente e de forma muito onerosa àqueles que esperam por eles, para saberem um pouco sobre seus destinos.

O vínculo do homem já urbanizado, com o seu meio rural é extremamente forte. E, atrasado, portanto, sob certo aspecto.

Isso se vê em toda forma de apoio, desta mesma sociedade que agora passou a ser uma sociedade urbana, mas que acolhe, apoia e enxerga a vida, a própria vida, como se no campo ainda ele existisse e, do campo ainda dependesse praticamente toda sua vida: presente e, futuro.

Comerciantes, diaristas, profissionais liberais, lideranças políticas, religiosas, todas incentivam e cultuam a vida regressa de homem rural em detrimento da necessária dissertação de sua vida ou das vidas, agora, como cidadão urbano.

Este complexo, trauma como queiram, mal solucionado, resulta do excesso de cachorro, da companhia do cavalo, da sensibilidade aguçada ao saudosismo da vida egressa, da presença das penosas ao lado da própria cama, porcos, e por aí a fora, práticas ainda atreladas a vida humana nas pequenas cidades do país.

Este ‘atraso’, atrasa e, atrasa a vida daqueles tantos que em não raros casos, andam é atrasados mesmo; por tal além de outros.

 

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São Miguel das Missões foi considerado a Capital dos 7 Povos missioneiros.
Missioneiro, por causa das Missões desenvolvidas pela Companhia de Jesus, por volta de 1.700, quando enviava para o Brasil, colônia de Portugal sendo explorada, seus padres (jesuítas) em busca de novos mercados.
A igreja não gosta desta expressão e, prefere dizer que vinha para as colônias das potências europeias de além mar, para ‘catequizar o gentio (índio). 
Claro, a filosofia empregada na domesticação do nativo era o desenvolvimento de uma vida que era pra ser cristã. Se ensinava sobre o cristianismo e muita coisa evolui neste sentido.
Mas a verdade é que por trás de qualquer outra coisa, a posse era uma das maiores esperanças de conquistas. Seja da terra, seja do domínio da mão-de-obra farta e barata, embora a ser lapidada; seja na busca de espaço para gerar ou explorar riquezas, com o passar dos anos, os índios da época, foram carregando pedras e, enchendo a burra dos barões da religião e do governo muito distante de onde eles eram escravizados, digo, explorados ou, doutrinados como queiram.
Aquela forma de exploração desde então, só se modernizou. 
Hoje, um grupo cada vez mais elitizado, partilha sob forma de panela, a oportunidade de exploração do povo, na área urbana dos pequenos municípios onde, sem terem para onde ir, encurralados e pressionados pelo agronegócio, tornam-se vítimas fáceis de seus novos senhores.