Saúde

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Altos níveis de acrilamida – substância química formada durante o aquecimento de alimentos ricos em carboidratos a temperaturas acima dos 120ºC, tornam-os potencial cancerígeno, alerta a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer.
Segundo à pesquisadora, Fernanda Ribeiro, é preciso ingerir produtos como pães, biscoitos, batata fritas com extrema moderação.

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Meses, anos, séculos, pós morte, .. são algumas das condições para os pobres conseguirem uma cirurgia, pequena cirurgia e até um exame no nosso país.
O mais terrível disso tudo, além de morrer ou ficar à porta sem recurso, é saber de há pouco que recursos financeiros não eram os maiores imaginados e alardeados problemas. Disseram ao povo que era de “gestão”.
Depois destes ainda ficamos sabendo que a corrupção, o desvio, o roubo,… eram outros que ajudam o povo a ficar na merda que raras vezes acaba não ficando.
Mas tem mais, e É CRIME e, se espera que um dia seja tipificado como tal e os responsável arquem com as consequências por tal.. O da malandragem aí….
Com o passar do tempo, a política sem os necessários freios da legalidade, soube como pouco aproveitar-se da posse do conhecimento via marketing, propaganda de todo o tipo, lábia, sacanagem, …. enfim, especializou-se em tornar a atividade pública algo favorável tão somente e cada vez mais, para os próprios interesses da classe política.
Assim, cada vez mais especializados, com uma transparência de faz-de-contas (manipulada na maioria dos casos); com ‘quase tudo dominado e, viciado -, o exercício da picaretagem, da malandragem, do desvio e da busca de objetivos pessoais e agrado aos segmentos ou àqueles que a eles interessam, virou uma prática de dar nó no estomago até de carniceiros.
Claro, convêm aqui ‘não deixar escapar” o aí necessário cuidado com a ‘legalidade’ que o gestor está sujeito, coisa que para ele não oferece custo algum, já que pode dispor, se quiser, de um mar de advogados que os orientam de como proceder para “fazer as coisas certas”.

Entenderam?????

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    Alinhado aos valores e princípios da cooperativa, em que estão inseridos o bom atendimento, o respeito e a empatia, a Unimed Missões/RS instituiu o alojamento conjunto ao seu Bloco Cirúrgico, que visa estreitar o vínculo afetivo da mãe e bebê e estimular o aleitamento materno imediatamente após o nascimento. Este modelo é preconizado pela Organização Mundial de Saúde.
    A coordenadora do Bloco Cirúrgico, enfermeira Paola Dal Forno, garante que o modelo incentiva o contato pele a pele da mãe com o bebê e a permanência conjunta desde o nascimento até a alta hospitalar. “Anteriormente, o bebê permanecia no berçário depois do parto, e a mãe era encaminhada para a sala de recuperação pós-anestésica. Para as mães que já haviam passado pela experiência anterior, os relatos são de extrema satisfação com o novo modelo, por possuir uma maior humanização no atendimento”.
    O alojamento conjunto conta com assistência integral e atenção plena dos profissionais médicos e de enfermagem para o bebê e para puérpera. Os bebês são acompanhados de forma ininterrupta e são fornecidas orientações sobre o aleitamento materno e cuidados com o bebê, preparando os pais para alta hospitalar.
   Outra novidade referente ao Berçário é que agora os bebês que nascem na Unimed Missões/RS podem ser conferidos através das redes sociais da cooperativa, possibilitando o compartilhamento da foto com familiares e amigos. Endereços: facebook.com.br/unimedmissoes e @unimedmissoes no Instagram.

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O já famoso mosquito, aedes aegyptis, continua a fazer vítimas em países tropicais.
No Brasil, no último ano, houve uma explosão de contaminação através da picada do mosquito e centenas de óbitos foram registrados, no país, em função do ataque desta praga.
Eliminar focos de água parada, controle e limpeza dos pátios, não acumular restos de construção e lixo em terrenos baldios, eliminação de material plástico e latas que possam acumular lixo, são alguma das medidas que contribuem para a redução do criatório do mosquito.

Todos devemos fazer a nossa parte. Inclusive, ajudando nosso vizinho a não incorrer em ato de desleixo ou indiferença diante de uma possível situação de risco.

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Com o crescimento e a verticalização dos centros urbanos, doenças observadas nos seres humanos são cada vez mais detectadas também em seus animais de estimação. Isso porque algumas condições, como a obesidade e a depressão, podem ter correlação direta com hábitos pouco saudáveis e comuns nas grandes cidades. O sedentarismo é um deles.
No caso dos pets, a troca do quintal da casa por um apartamento com espaço reduzido para brincar e se exercitar pode se tornar um problema. Passar o dia todo em um local de dimensões limitadas e sem estímulo à atividade física — somado ao tempo curto dos donos para lhes dedicar atenção — é um contexto determinante para que alguns bichos desenvolvam sinais depressivos. A depressão nos animais pode ser de difícil percepção uma vez que os sintomas são inespecíficos. Daí a importância de conhecer alguns comportamentos suspeitos e procurar o veterinário o mais rápido possível.
No mundo animal, diminuição de apetite, perda de peso e apatia indicam que algo não está bem. Outra manifestação importante é a chamada dermatite por lambedura. Nessa situação, o animal tem um comportamento compulsivo e fica se lambendo frequentemente, principalmente na região das patas. A lambedura repetida pode causar lesões na pele. Muitas vezes, é o único sinal de depressão.
Para se ter certeza de que o pet tem mesmo a doença, precisamos descartar, por meio de exames de sangue e imagem, outras possíveis causas para os sintomas identificados. Se o checkup apontar resultados normais e tivermos um histórico de problemas comportamentais — em uma situação de espaço reduzido e pouca atividade física, por exemplo — há indícios que levam ao diagnóstico de depressão.
(redação DaquiDali)

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  Um exército de novas bactérias tem atormentado a vida de produtores rurais nas colônias agrícolas do país.
   Habituados a comer de sua produção in natura, nem mais o fruto do extrativismo escapa do controle das autoridades sanitárias.
   Incentivados a produzirem alimentos, os pequenos produtores nãos sabem mais para que lado se atirar, tanto e tamanho são as orientações quanto aos cuidados necessários com a produção e trânsito de alimento.
   A situação e tão grave que muitos só não comem por não terem o que, mas temendo serem visto consumindo produto sem o selo federal o que lhe acarretaria uma série de punições e complicações.
Quando incentivados a destinarem suas produções para mercados próximo, a cada dia deparam-se com uma série de novas exigências que tornam a tentativa uma vã esperança. Pior, sempre eles é que são os culpados por não estarem devidamente ajustados a série de criações que abunda e invadem seus cada vez mais pequeno mundo.
Uma das maiores preocupações que afetam a categoria, são as tais bactérias, uns ‘bichinhos’ que segundo deduzem, seriam as culpadas pela transmissão de todo tipo de doença.
Em alguns rincões, asoberbaços com o veneno das grandes plantações, com os secantes antes da colheita ou a injeção da ‘engorda’, o câncer que lhe força a porta e o número infinito de pragas que lhe impossibilitam qualquer sucesso em suas plantações, ainda tem àquelas…, as bactérias.
Diante da possibilidade de vir a provocar o mal para meio mundo e ser responsabilizado por tal, comem a carne do boi-sequestro e ainda tem que suportar a onda de praga que nem se renova a cada 4 ou 5 anos, vida triste.

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Segundo reportagem da Revista Veja, uma trepadeira nativa do Nordeste, contem uma proteína, que ligada a um anticorpo, é capaz de de atacar apenas as células doentes, preservando as sadias.

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Açúcar ou gordura: o que é pior para a saúde?

Se você respondeu que gordura é pior para a saúde estava certo até há alguns meses atrás. Se você respondeu que o açúcar é o pior para a saúde, acertou, de acordo com as últimas evidências científicas.
Como pode? “ Verdades” são “verdades” até que alguém prove que não são verdadeiras. Como habitualmente se diz, medicina pode ser uma ciência de “verdades transitórias”. 
Até o meio deste ano, a orientação universal de todos os médicos era para que se restringisse cotidianamente o consumo de gorduras  saturadas, com grandes quantidades de LDL ou o colesterol do “mal”, que poderia causar obstrução na parede das artérias, elevando consideravelmente o risco de infartos e outras doenças com morbidade expressiva nos dias atuais.  
Pois é. Assim eram as orientações. No entanto, no final de agosto foi publicado em uma das mais importantes e conceituadas revistas médicas do mundo, o “The Lancet” um estudo robusto, realizado por um período de 7 anos com aproximadamente 135.000 pessoas, em 18 países, distribuídos por cinco continentes do mundo, cuja conclusão muda frontalmente as orientações médicas. Este estudo demonstrou que o consumo maior de carboidratos, ou açúcares, – e NÃO o maior consumo de gorduras-  é que se associou a maiores taxas de mortalidade geral. 
Isso significa que uma dieta mais rica em gorduras pode ser mais “saudável” que uma dieta mais rica em açúcares. As maiores taxas de mortalidade geral foram associadas às pessoas que obtinham mais de 60% de seu aporte de energia diário às custas da ingestão de carboidratos.
Devemo então substituir um prato de macarrão com molho de tomate, que fica ainda mais delicioso com um pãozinho crocante, por uma picanha suculenta, ladeada por uma camada de gordura e mandioca frita? 
Fica a pergunta para outros estudos tentarem nos responder. Por enquanto, o mais sensato a fazer ainda está em uma palavra mágica e poderosa: equilíbrio. 
Agora é o consumo de carboidratos – e não a ingestão de goduras – que está associado a maiores taxas de mortalidade:

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A Unimed Missões/RS aumentou o seu quadro de médicos cooperados com a inclusão de mais três (3) novos profissionais de diferentes especialidades. Eles somam-se aos treze (13) novos médicos que ingressaram na cooperativa nos meses de abril e maio e aos demais 281 médicos cooperados da Unimed Missões/RS.

O trabalho de inclusão de novos médicos cooperados está atrelado à busca constante da cooperativa pela ampliação, qualificação e disponibilidade da sua rede prestadora nos 27 municípios de sua área de abrangência, visando a satisfação dos beneficiários e demais clientes.

Inicialmente, eles participaram do evento “Conheça a Cooperativa” com o Gerente Geral da Unimed Missões/RS, Renato Velasques e, na sequência, se reuniram com a Direção Geral da cooperativa.

Cada vez mais a Unimed Missões/RS se constitui numa referência em atendimento na região, oferecendo várias especialidades para procedimentos de alta complexidade e uma moderna estrutura disponibilizada por seus negócios, especialmente pelo Hospital Regional Unimed Missões.

“O ingresso de novos cooperados visa dar continuidade à política de excelência no atendimento e qualidade dos serviços prestados pela Unimed Missões/RS. Incentivamos a inclusão de médicos de diferentes especialidades”, destacou o presidente da cooperativa, Dr. Roberto Antônio Valandro Bellinaso.

A Unimed Missões/RS está presente em 27 municípios da região das Missões e tem como base o cooperativismo e isto reflete cada vez mais na união médica, atuando fortemente na valorização dos cooperados, refletindo no atendimento dos clientes, visando a satisfação dos serviços prestados.

Os novos cooperados que ingressaram na Unimed Missões/RS são os seguintes profissionais:

Dra. Sara Fontoura de Moraes (Anestesiologista)- São Luiz Gonzaga

Dra. Michele Kommers Wender (Clínica Médica)- São Borja

Dr. Simões Cara (Cancerologista)- São Borja

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Governo de Caibaté – RS

Saúde

Estivemos reunidos, dia 20 de Outubro de 2016, com a Prefeita em exercício Margarete Souza, Secretário de Finanças Valdir Bard, Secretário de Administração e Planejamento Vanês Dellaflora, Secretária da Saúde Ivanês Knapp. Na oportunidade decidiu-se a destinação de recursos no orçamento para 2017 para compra de serviços de plantão e demais atendimentos no valor de R$ 300.000,00. Agora o projeto do orçamento segue para a Câmara de Vereadores para a devida analise e posteriormente a sua aprovação. Esta iniciativa já contemplou neste ano de 2016 através de convênio com o Hospital Roque Gonzales, o valor de R$ 165.000,00. Governo Municipal preocupado com a saúde de nosso povo.