Saúde

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Com o crescimento e a verticalização dos centros urbanos, doenças observadas nos seres humanos são cada vez mais detectadas também em seus animais de estimação. Isso porque algumas condições, como a obesidade e a depressão, podem ter correlação direta com hábitos pouco saudáveis e comuns nas grandes cidades. O sedentarismo é um deles.
No caso dos pets, a troca do quintal da casa por um apartamento com espaço reduzido para brincar e se exercitar pode se tornar um problema. Passar o dia todo em um local de dimensões limitadas e sem estímulo à atividade física — somado ao tempo curto dos donos para lhes dedicar atenção — é um contexto determinante para que alguns bichos desenvolvam sinais depressivos. A depressão nos animais pode ser de difícil percepção uma vez que os sintomas são inespecíficos. Daí a importância de conhecer alguns comportamentos suspeitos e procurar o veterinário o mais rápido possível.
No mundo animal, diminuição de apetite, perda de peso e apatia indicam que algo não está bem. Outra manifestação importante é a chamada dermatite por lambedura. Nessa situação, o animal tem um comportamento compulsivo e fica se lambendo frequentemente, principalmente na região das patas. A lambedura repetida pode causar lesões na pele. Muitas vezes, é o único sinal de depressão.
Para se ter certeza de que o pet tem mesmo a doença, precisamos descartar, por meio de exames de sangue e imagem, outras possíveis causas para os sintomas identificados. Se o checkup apontar resultados normais e tivermos um histórico de problemas comportamentais — em uma situação de espaço reduzido e pouca atividade física, por exemplo — há indícios que levam ao diagnóstico de depressão.
(redação DaquiDali)

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  Um exército de novas bactérias tem atormentado a vida de produtores rurais nas colônias agrícolas do país.
   Habituados a comer de sua produção in natura, nem mais o fruto do extrativismo escapa do controle das autoridades sanitárias.
   Incentivados a produzirem alimentos, os pequenos produtores nãos sabem mais para que lado se atirar, tanto e tamanho são as orientações quanto aos cuidados necessários com a produção e trânsito de alimento.
   A situação e tão grave que muitos só não comem por não terem o que, mas temendo serem visto consumindo produto sem o selo federal o que lhe acarretaria uma série de punições e complicações.
Quando incentivados a destinarem suas produções para mercados próximo, a cada dia deparam-se com uma série de novas exigências que tornam a tentativa uma vã esperança. Pior, sempre eles é que são os culpados por não estarem devidamente ajustados a série de criações que abunda e invadem seus cada vez mais pequeno mundo.
Uma das maiores preocupações que afetam a categoria, são as tais bactérias, uns ‘bichinhos’ que segundo deduzem, seriam as culpadas pela transmissão de todo tipo de doença.
Em alguns rincões, asoberbaços com o veneno das grandes plantações, com os secantes antes da colheita ou a injeção da ‘engorda’, o câncer que lhe força a porta e o número infinito de pragas que lhe impossibilitam qualquer sucesso em suas plantações, ainda tem àquelas…, as bactérias.
Diante da possibilidade de vir a provocar o mal para meio mundo e ser responsabilizado por tal, comem a carne do boi-sequestro e ainda tem que suportar a onda de praga que nem se renova a cada 4 ou 5 anos, vida triste.

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Segundo reportagem da Revista Veja, uma trepadeira nativa do Nordeste, contem uma proteína, que ligada a um anticorpo, é capaz de de atacar apenas as células doentes, preservando as sadias.

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Açúcar ou gordura: o que é pior para a saúde?

Se você respondeu que gordura é pior para a saúde estava certo até há alguns meses atrás. Se você respondeu que o açúcar é o pior para a saúde, acertou, de acordo com as últimas evidências científicas.
Como pode? “ Verdades” são “verdades” até que alguém prove que não são verdadeiras. Como habitualmente se diz, medicina pode ser uma ciência de “verdades transitórias”. 
Até o meio deste ano, a orientação universal de todos os médicos era para que se restringisse cotidianamente o consumo de gorduras  saturadas, com grandes quantidades de LDL ou o colesterol do “mal”, que poderia causar obstrução na parede das artérias, elevando consideravelmente o risco de infartos e outras doenças com morbidade expressiva nos dias atuais.  
Pois é. Assim eram as orientações. No entanto, no final de agosto foi publicado em uma das mais importantes e conceituadas revistas médicas do mundo, o “The Lancet” um estudo robusto, realizado por um período de 7 anos com aproximadamente 135.000 pessoas, em 18 países, distribuídos por cinco continentes do mundo, cuja conclusão muda frontalmente as orientações médicas. Este estudo demonstrou que o consumo maior de carboidratos, ou açúcares, – e NÃO o maior consumo de gorduras-  é que se associou a maiores taxas de mortalidade geral. 
Isso significa que uma dieta mais rica em gorduras pode ser mais “saudável” que uma dieta mais rica em açúcares. As maiores taxas de mortalidade geral foram associadas às pessoas que obtinham mais de 60% de seu aporte de energia diário às custas da ingestão de carboidratos.
Devemo então substituir um prato de macarrão com molho de tomate, que fica ainda mais delicioso com um pãozinho crocante, por uma picanha suculenta, ladeada por uma camada de gordura e mandioca frita? 
Fica a pergunta para outros estudos tentarem nos responder. Por enquanto, o mais sensato a fazer ainda está em uma palavra mágica e poderosa: equilíbrio. 
Agora é o consumo de carboidratos – e não a ingestão de goduras – que está associado a maiores taxas de mortalidade:

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A Unimed Missões/RS aumentou o seu quadro de médicos cooperados com a inclusão de mais três (3) novos profissionais de diferentes especialidades. Eles somam-se aos treze (13) novos médicos que ingressaram na cooperativa nos meses de abril e maio e aos demais 281 médicos cooperados da Unimed Missões/RS.

O trabalho de inclusão de novos médicos cooperados está atrelado à busca constante da cooperativa pela ampliação, qualificação e disponibilidade da sua rede prestadora nos 27 municípios de sua área de abrangência, visando a satisfação dos beneficiários e demais clientes.

Inicialmente, eles participaram do evento “Conheça a Cooperativa” com o Gerente Geral da Unimed Missões/RS, Renato Velasques e, na sequência, se reuniram com a Direção Geral da cooperativa.

Cada vez mais a Unimed Missões/RS se constitui numa referência em atendimento na região, oferecendo várias especialidades para procedimentos de alta complexidade e uma moderna estrutura disponibilizada por seus negócios, especialmente pelo Hospital Regional Unimed Missões.

“O ingresso de novos cooperados visa dar continuidade à política de excelência no atendimento e qualidade dos serviços prestados pela Unimed Missões/RS. Incentivamos a inclusão de médicos de diferentes especialidades”, destacou o presidente da cooperativa, Dr. Roberto Antônio Valandro Bellinaso.

A Unimed Missões/RS está presente em 27 municípios da região das Missões e tem como base o cooperativismo e isto reflete cada vez mais na união médica, atuando fortemente na valorização dos cooperados, refletindo no atendimento dos clientes, visando a satisfação dos serviços prestados.

Os novos cooperados que ingressaram na Unimed Missões/RS são os seguintes profissionais:

Dra. Sara Fontoura de Moraes (Anestesiologista)- São Luiz Gonzaga

Dra. Michele Kommers Wender (Clínica Médica)- São Borja

Dr. Simões Cara (Cancerologista)- São Borja

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Governo de Caibaté – RS

Saúde

Estivemos reunidos, dia 20 de Outubro de 2016, com a Prefeita em exercício Margarete Souza, Secretário de Finanças Valdir Bard, Secretário de Administração e Planejamento Vanês Dellaflora, Secretária da Saúde Ivanês Knapp. Na oportunidade decidiu-se a destinação de recursos no orçamento para 2017 para compra de serviços de plantão e demais atendimentos no valor de R$ 300.000,00. Agora o projeto do orçamento segue para a Câmara de Vereadores para a devida analise e posteriormente a sua aprovação. Esta iniciativa já contemplou neste ano de 2016 através de convênio com o Hospital Roque Gonzales, o valor de R$ 165.000,00. Governo Municipal preocupado com a saúde de nosso povo.

 

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   Muita gente ainda acha que a dengue não é perigosa e não faz tanto mal, mas a realidade é uma só:
O mosquito esta em toda parte, basta um descuido para que haja um foco, portanto mantenha-se atento.
Além da Dengue temos o Zika e o Chicungunha, que são doenças debilitantes e muito graves, todos transmitidos pelo mesmo vetor.
O inverno não mata o Aedes, somente dificulta a sua reprodução e seu deslocamento, por isso o cuidado deve ser todo o ano e não somente nas épocas quentes.
O problema deve ser resolvido por todos, mas principalmente pelo cidadão, que tem acesso diário ao seu quintal, pois é neste local que estão mais de 80% dos focos deste mosquito. O Aedes aegypti se desloca muito pouco, por isso se forem notados mosquitos adultos em sua casa, pode ter certeza que muito perto de você tem um criadouro.
Envolva sua família começando pelas crianças, pergunte a elas o que fazem com os saquinhos de salgadinho e copos ou garrafas de refrigerantes, eduque-as para que coloquem em local correto. De o exemplo, pois isto faz parte da formação do caráter de toda pessoa responsável e de sucesso em tudo que se propuser a fazer em sua vida.
Também repare o pátio dos vizinhos as vezes eles podem esquecer de alguma coisa, ou não conseguir ver por ser difícil o acesso, você estará ajudando a ambos.
É fácil, basta querer que a Dengue ficará longe de nossa comunidade!

Um lembrete da Vigilância Sanitária, Secretaria de Saúde e Ação Social e Administração Municipal de Caibaté.

 

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    Por enquanto, uma empresa contratada leva para outro município, o lixo arrecadado na área urbana do município.
Porém, a população quando não se depara com a limpeza regular de ruas e logradouros, se soma agravando ainda mais a situação, depositando os entulhos em terrenos baldios.
Afora os esforços do poder público municipal, em orientar e pedir à população que não faça o descarte inadequado, a verdade é que esta por vezes, não suportando o mesmo frente a suas moradias, alimenta este indesejado quadro.

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A Secretaria da Saúde iniciou na quarta-feira (15), o pagamento às prefeituras municipais e hospitais no valor total de R$ 174,4 milhões. Os municípios, que desenvolvem programas vinculados ao SUS, receberão R$ 26 milhões. O valor, repassado pelo Tesouro do Estado, corresponde à competência do mês de junho. Entre os programas beneficiados com recursos estaduais, estão a Atenção Básica, Farmácia Básica, Programa Primeira Infância Melhor (PIM) e manutenção das Bases do Samu.
O repasse para as instituições de saúde ocorre entre estas quinta (16) e sexta-feira (17). Os hospitais filantrópicos, santas casas e públicos, que prestam serviços ao Sistema Único de Saúde (SUS), terão direito a R$ 148,4 milhões, como pagamento referente ao mês de junho. Deste total, R$ 72 milhões são recursos do Tesouro do Estado, pagos como incentivos estaduais, em forma de cofinanciamento dos seguintes subprojetos: Atendimento de Gestantes de Alto Risco, Casa da Gestante; Mãe Canguru, leitos para álcool, drogas e psiquiatria em hospitais gerais, porta de entrada de emergências e outros.
Já os R$ 76,4 milhões de recursos federais são direcionados para o pagamento da produção dos serviços, como consultas, exames e cirurgias. Neste valor, está incluído o repasse do pagamento da média complexidade, referente ao mês de junho.

Texto: Ascom SES-RS

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A Brigada de Emergência do Hospital Unimed Missões/RS realizou, de 24 a 30 de junho, nas dependências da cooperativa, treinamentos e simulados práticos de evacuações de emergência contra incêndios e outros sinistros. O treinamento teve o objetivo de coordenar e preparar os brigadistas e a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes- CIPA para prestar os primeiros atendimentos no local, combater incêndio e socorro às vítimas.
Situações de incêndio causam diversos transtornos e colocam em risco a vida de diversas pessoas. Esse tipo de ocorrência se torna ainda mais complicada e perigosa quando acontece em um ambiente hospitalar.
A equipe é composta por 85 colaboradores e teve a sua formação teórica realizada antes das atividades práticas. O treinamento abordou diversos temas, como objetivos, dispositivos legais e atribuições da Brigada de Emergência, prevenção e combate a Incêndio, métodos de extinção do fogo, equipamentos de proteção individual do Brigadista, riscos específicos da planta e equipamentos de detecção, alarmes, comunicação, procedimentos operacionais, entre outros. Além dos simulados, também foi realizado treinamento prático com extintores de incêndio.
“Durante este ano serão realizados mais treinamentos e simulados com maior extensão e participação dos integrantes. Os brigadistas continuarão com o programa de treinamento para aprimorar seus conhecimentos e habilidades, porém, o objetivo principal será atuar na prevenção, treinamento e orientação de todos quanto as medidas de segurança existentes”, destaca a coordenadora da Brigada de Emergência, Clair Antunes Machado.
Os treinamentos foram orientados, acompanhados e organizados pela empresa Bravos Treinamentos, através do profissional, Fabrício Facchini.
Para o presidente da Unimed Missões/RS, Dr. César Augusto Bellinaso, que acompanhou as ações da Brigada de Emergência e os simulados práticos, esses treinamentos são muito importantes para o preparo e coordenação para salvar vidas. “Ninguém está livre de ser surpreendido por um sinistro, por isso o mínimo que precisamos é estar preparados para saber lidar com quaisquer eventualidades e minimizarmos os riscos de acidentes preservando a vida das pessoas. Podemos dizer que os nossos colaboradores estão muito bem treinados e o Hospital Unimed cada vez mais completo para oferecer atendimento de qualidade e segurança total aos nossos clientes e demais partes interessadas”, concluiu.
Ao final dos treinamentos, simulados e práticas os brigadistas da cooperativa receberam certificado de conclusão da empresa responsável pela capacitação.