Chegue seu moço, apeie, ….. puxe o pingo pro galpão,

Chegue seu moço, apeie, ….. puxe o pingo pro galpão,

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Chegue seu moço, apeie, ….. puxe o pingo pro galpão,
Neste rancho de gaúcho,
Tem pousada e bom chimarrão!
Chegue, te aprochegue, entre, venha, ponha o pingo na sombra, te sinta à vontade, logo a ‘bóia’ tá pronta!

Hospitalidade, hospitalidade, marca reclamada por todo canto e lugar e, é assim que o gaúcho também recebe. Ou, ao menos deveria. Ao menos em muitos lugares, deveria ser assim, conforme se diz aqui mesmo em terras vermelhas do alto Uruguai. Então, para não esquecermos nossa cultura reclamada e tão desejada de hospitalidade, vamos repetir, mas conforme agimos muitas vezes na realidade…..;

Vamos lá:
Chegue seu moço, apeie, ….. puxe o pingo pro galpão,
Neste rancho de gaúcho,
Tem pousada e bom chimarrão!
Chegue, te aprochegue, entre, venha, ponha o pingo na sombra, te sinta à vontade, logo a ‘bóia’ tá pronta!

 E, vamos acrescentar o tempero, do tal do realismo:
“Puxe o banco, te sente que logo, logo o patrão tá se achegando. Eu tenho que dar’ umas voltas’, mas fique por aí, à vontade que ele logo vem!”.
Esta cultura tão importante, muitas vezes pronunciada da boca pra fora, nem sempre acontece da forma com que a divulgamos, que gostamos de dizer aos quatro ventos, ao mundo todo.
Em nossos discursos, reclamamos à visita e ao visitante que disponham, façam uso de nossa hospitalidade, mas no entanto, tratamos uns aos outros e a eles mesmos, como se estranhos sempre fossem; se não vierem para “pensar na forma com que pensamos; se não vier para somar àquilo que já temos, enfim, só será de fato tratado como amigo, depois das primeiras horas se e somente se, PRATICAR AO PÉ DA LETRA, a política do cão: de nos beijar às botas, caso contrário, será mais um a ouvir-nos em discursos falar de nossa grande hospitalidade.

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