Crônica

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    Preconceito, rótulos, ódio, rancor, palavrões, demérito, notícias falsas, recalques, traumas, vinganças, masoquismo, intrigas, fofocas, ………………..e …………………; ……………….., trazem à luz nestes tempos, a forma de expressão também do povo brasileiro.
    Mas há quem acredite que esta não é a maioria. São uma minoria. Seguramente é uma minoria.
Mas há também quem ensine que há motivo para se ter pena, deles. Seriam vítimas, afirmam.
De uma forma ou outra, seriam vítimas.
    Vítimas de si mesmo; vítima de suas misérias nem sempre de responsabilidade só deles, mas como frutos da exploração que sofreram; frutos da exploração e que ainda não conseguiram dela sair.
    É rancor, nominação de pessoas com ódio, de tudo quanto é tipo. Perdem-se e ensandecidos, refutam qualquer lampejo de luz, de auto controle, um desastre do Brasil, do Brasil pobre; do Brasil empobrecido. Sim, uma vergonha que se alastra além de nossas próprias fronteiras.
Nos mais altos postos da organização humana, temos visto a miséria nossa chegar lá, apelar, acusar, pedir por socorro, necessitando de diversos tipos de socorro que sequer ele próprio imagina.
    É o desafogo dos condenados. Dos injustiçados e também das mutações nocivas fruto daquilo tudo.
Ahh, meu Brasil. Ainda lembro do Caetano cantando: “Lá vai o Brasil, descendo a ladeira” e, até Caetano desceu junto e, parece sequer saber como voltar. Vamos salvar Caetano!
Quem sabe depois a gente começa a salvar o resto, acreditando que haverá um resto ainda possível de ser salvo.
   Acorda Brasil, não sucumba ao ódio e ao desamor dos odiados, dos corvos nossos!
Se nos igualarmos a eles, afinal, o que seremos?
    Se os criticamos com o que de pior e igual ao que eles têm, em que nos diferenciamos daqueles?
    Sai dessa nação brasileira, te purifique, cultive o amor….
O amor ao próximo, ao teu semelhante, a você mesmo pois se enxerga no outro o diabo, como será a tua imagem?
Vem meu Brasil, não para o meio, mas vem para o lado, o lado dos que querem um país melhor, mais humano, decente e com mais amor.
Preconceito, rótulos, ódio, rancor, palavrões, demérito, notícias falsas, recalques, traumas, vinganças, masoquismo, intrigas, fofocas, ………………..e …………………; ……………….., trazem à luz nestes tempos, a forma de expressão também do povo brasileiro.
Mas há quem acredite que esta não é a maioria. São uma minoria. Seguramente é uma minoria.
Mas há também quem ensine que há motivo para se ter pena, deles. Seriam vítimas, afirmam.
De uma forma ou outra, seriam vítimas.
Vítimas de si mesmo; vítima de suas misérias nem sempre de responsabilidade só deles, mas como frutos da exploração que sofreram; frutos da exploração e que ainda não conseguiram dela sair.
É rancor, nominação de pessoas com ódio, de tudo quanto é tipo. Perdem-se e ensandecidos, refutam qualquer lampejo de luz, de auto controle, um desastre do Brasil, do Brasil pobre; do Brasil empobrecido. Sim, uma vergonha que se alastra além de nossas próprias fronteiras.
Nos mais altos postos da organização humana, temos visto a miséria nossa chegar lá, apelar, acusar, pedir por socorro, necessitando de diversos tipos de socorro que sequer ele próprio imagina.
É o desafogo dos condenados. Dos injustiçados e também das mutações nocivas fruto daquilo tudo.
Ahh, meu Brasil. Ainda lembro do Caetano cantando: “Lá vai o Brasil, descendo a ladeira” e, até Caetano desceu junto e, parece sequer saber como voltar. Vamos salvar Caetano!
Quem sabe depois a gente começa a salvar o resto, acreditando que haverá um resto ainda possível de ser salvo.
Acorda Brasil, não sucumba ao ódio e ao desamor dos odiados, dos corvos nossos!
Se nos igualarmos a eles, afinal, o que seremos?
Se os criticamos com o que de pior e igual ao que eles têm, em que nos diferenciamos daqueles?
Sai dessa nação brasileira, te purifique, cultive o amor….
   O amor ao próximo, ao teu semelhante, a você mesmo pois se enxerga no outro o diabo, como será a tua imagem?
  Vem meu Brasil, não para o meio, mas vem para o lado, o lado dos que querem um país melhor, mais humano, decente e com mais amor.

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