Desejo de renovação alimenta a pampa e caudilhos não entendem o recado

Desejo de renovação alimenta a pampa e caudilhos não entendem o recado

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Um novo baque para os latifundiários, de terras e de mentes humanas.
O recado está dado. 
A presidenta do TSE dizia que “as urnas são seguras”. Questionada por contratempo, admitiu em cadeia de emissoras do país e do mundo, que a possibilidade de haver erros, é algo admissível.
O cala boca do povo, o enchimento da boca do povo por estranhos; a argumentação popular expressa por outras bocas, começa a dar sinal de cansaço também nas grotas do país.
Mesmo na considerada Universidades locais, o questionamento ou, ou desejo deste, está posto. Ninguém mais aceita afirmativas alheias e estranhas como algo determinante para todo o sempre.
Questionar, questionar, eis aí a questão.

Independente de siglas, de ideologias, o povo passa a ser condutor e coadjuvante de seu próprio destino.
Liberdade sim, não a que nos dão, a que nos permitem, mas a que à nação brasileira haverá de construir para si, eis o recado.

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