Contam que na mais alta torre da velha catedral jesuítica, antes de a boi-ta-ta ocupar a vaga, deixando meio louco àqueles que por lá escondiam-se nos tempos da guerra, havia um galo, de ouro, a ocupar-se de dar à direção do vento para as milhares de almas que à sua frente, ocupavam-se das formas mais variadas, sob orientação dos pálidos jesuítas de além mar.
Mistura de guarani com onça, o povo nativo de então divertia-se entre fazer uma e outro instrumento musical e outros, lançando lanças fora do povo, em direção – por vezes – à barriga de alguém mais gordo.

                Após, aconchegados em um canto qualquer, da relva macia ou nem tanto ou, mesmo sobre as árvores, apreciavam cada qual uma das partes, restando ali até que o último naco desaparecesse.

ARTIGOS SIMILARES

0 415

SEM COMENTÁRIOS

Deixar uma resposta