Eu amo Santo Ângelo, mas…..

Eu amo Santo Ângelo, mas…..

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Povo, te conto que quando a gente lá distante, longe, pras bandas da capital, quando fazemos referência a nossa Santo Ângelo, vem sim um suspiro. Suspiro de saudades..
Saudades de um povo carinhoso como só, de um rio que colhe e hidrata ao mesmo tempo como àquela cidade lá nos EUA e que há 200 anos a água é a mesma. A nossa, nisso, não. Ela hidrata, coleta e se vai largar tudo no Ijuí que, por sua vez larga no Uruguai e este, no Oceano.
Lá a gente nem vê.
Mas a minha Santo Ângelo, querida como poucas igual, tem também suas dificuldades. Aliás, como tantas outras cidades nesse nosso enorme país. Tem muita gente pobre, à margem da cidadania; tem muitos animais fazendo o trabalho de tração como escravos que continuam sendo. Mas não nasceram assim.
Tem também muito empresário descontente e, muitos contentes. Aliás, como em muitos outros lugares. Só que aí, um “tiquinho” a mais. Com alguns políticos locais, velhas raposas.
E são estas raposas, espertas, que sabem que para hidratar a casa, a deles, um dos caminhos mais conhecidos é manter alguém como seu escravo e, no caso, para eles aí em Santo Ângelo, alguns municípios na margem da bela capital missioneira, eternamente se prestarão a este papel.
Entre estas sabedorias e outras, as quais algumas discordamos, é vir – por exemplo -, para o São Miguel e nos mostrar com trouxas de pano, vestidos em cavalo, como que a brandir espadas, nos mostrando sempre como heroicos guerreiros. Só veem e mostram coisas belas… digo, as coisas belas que temos aqui. Explico:
Estão habituados a virem aqui, a mídia de alguns políticos daí e mostrar o que a pequena elite, eternamente auto proclamada de nossa representante, vive, vê e cultua: só o belo.
Foto nossa, do povo, que por vezes é considerado um tanto feia, ahh, isso eles não mostram. E tem suas razões: dão a entender ao povo que a nossa realidade é àquela, não a outra, a que realmente vive.
Ainda dão-se ao serviço – como se não bastassem os lacaios serviçais que os hidratam de nossas “boas imagens”, ainda de vir em nossa Casa nos detonar. Sim, nos detonar, caso não aceitemos o cabresto o qual para eles sempre “foi normal”, imaginem?
Mas há novos sinais no horizonte e o tempo dos espertos, dos sanguessugas, neste país começa a encurtar, acreditam?
Que tal se eles, alguns de meus colegas daí falassem das milhares de pessoas que passam por severas necessidades em seu município, a nossa bela Santo Ângelo?.. que tal?.. porque quase nunca os veem?… eles não existem?…. qual o caminho que oferecem para os municípios ao seu redor ou, para eles, àqueles seus próprios cidadãos que alguns de vocês tratam como se fossem um nada, uma mera cifra capaz ou não de votar, a escória da sociedade, os pobres do município?…..
Que tal arranjar um lote a mais ou, de alguma forma possível o número de primeiras-damas para se encarregar da multidão dos mesmos e aí, sim, poder vir detonar com iniciativas caras nas periferias desta matriz capenga ainda sustentada pela velharia que temos e que já muito nos absorve? ….

Povo, te conto que quando a gente lá distante, longe, pras bandas da capital, quando fazemos referência a nossa Santo Ângelo, vem sim um suspiro. Suspiro de saudades..
Saudades de um povo carinhoso como só, de um rio que colhe e hidrata ao mesmo tempo como àquela cidade lá nos EUA e que há 200 anos a água é a mesma. A nossa, nisso, não. Ela hidrata, coleta e se vai largar tudo no Ijuí que, por sua vez larga no Uruguai e este, no Oceano.
Lá a gente nem vê.
Mas a minha Santo Ângelo, querida como poucas igual, tem também suas dificuldades. Aliás, como tantas outras cidades nesse nosso enorme país. Tem muita gente pobre, à margem da cidadania; tem muitos animais fazendo o trabalho de tração como escravos que continuam sendo. Mas não nasceram assim.
Tem também muito empresário descontente e, muitos contentes. Aliás, como em muitos outros lugares. Só que aí, um “tiquinho” a mais. Com alguns políticos locais, velhas raposas.
E são estas raposas, espertas, que sabem que para hidratar a casa, a deles, um dos caminhos mais conhecidos é manter alguém como seu escravo e, no caso, para eles aí em Santo Ângelo, alguns municípios na margem da bela capital missioneira, eternamente se prestarão a este papel.
Entre estas sabedorias e outras, as quais algumas discordamos, é vir – por exemplo -, para o São Miguel e nos mostrar com trouxas de pano, vestidos em cavalo, como que a brandir espadas, nos mostrando sempre como heroicos guerreiros. Só veem e mostram coisas belas… digo, as coisas belas que temos aqui. Explico:
Estão habituados a virem aqui, a mídia de alguns políticos daí e mostrar o que a pequena elite, eternamente auto proclamada de nossa representante, vive, vê e cultua: só o belo.
Foto nossa, do povo, que por vezes é considerado um tanto feia, ahh, isso eles não mostram. E tem suas razões: dão a entender ao povo que a nossa realidade é àquela, não a outra, a que realmente vive.
Ainda dão-se ao serviço – como se não bastassem os lacaios serviçais que os hidratam de nossas “boas imagens”, ainda de vir em nossa Casa nos detonar. Sim, nos detonar, caso não aceitemos o cabresto o qual para eles sempre “foi normal”, imaginem?
Mas há novos sinais no horizonte e o tempo dos espertos, dos sanguessugas, neste país começa a encurtar, acreditam?
Que tal se eles, alguns de meus colegas daí falassem das milhares de pessoas que passam por severas necessidades em seu município, a nossa bela Santo Ângelo?.. que tal?.. porque quase nunca os veem?… eles não existem?…. qual o caminho que oferecem para os municípios ao seu redor ou, para eles, àqueles seus próprios cidadãos que alguns de vocês tratam como se fossem um nada, uma mera cifra capaz ou não de votar, a escória da sociedade, os pobres do município?…..
Que tal arranjar um lote a mais ou, de alguma forma possível o número de primeiras-damas para se encarregar da multidão dos mesmos e aí, sim, poder vir detonar com iniciativas caras nas periferias desta matriz capenga ainda sustentada pela velharia que temos e que já muito nos absorve? ….

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