Com a possibilidade de o Brasil, via MERCOSUL, participar do acordo do bloco com países da Comunidade Européia, o temor da indústria automobilística nacional é de ter que enfrentar uma avalanche de ofertas, no âmbito interno, com qualidades superior, oriundos de países europeus onde, os custos de produção são bem mais inferiores que os brasileiros.

Mesmo com 15 anos para o ajuste, no setor, teme-se que tenhamos que “correr” para evitar estragos maiores não, claro, para o consumidor que se beneficiaria com a vinda o mais rápido daqueles, mas para o emprego e renda do trabalhador brasileiro, uma vez que poderia promover uma onda de quebradeiras em território nacional.

A esperança é que não só a indústria automotiva, mas as demais, acordem para a necessidade de ajustar-e e, com tal, cobrar do governo uma redução dos custos absurdos que paga quem produz em nosso país.

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