O BAILADO DAS AMEBAS

O BAILADO DAS AMEBAS

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-O ex governador de São Paulo, atropelado por seu pupilo, Doria, aponta as canhoneiras contra Jair Bolsonaro, “culpado por sua desgraça” política de não ter se elegido presidente do país.
-No Pará, onde estão as piores estradas do país e, no Nordeste, são os espaços que restaram ao Partido dos Trabalhadores explorar no mercado eleitoral do país.
Também, no Rio Grande do Sul, o partido ficou com expressivo peso, principalmente na região missioneira, com algo bastante similar às demais: ser uma das regiões com problemas sociais mais graves da nação brasileira.
-Fernando Haddad, disse que depois de mais calmo, encontrou forças para cumprimentar, por mensagem, seu adversário Bolsonaro que, por sua vez, retribuiu ao gesto, dizendo que o país escolhera o melhor para si.
-O violentíssimo trauma, imaginado, daqueles que perdem esperanças várias, com a eleição de Jair Bolsonaro; dos que temem ou perdem tetas gordíssimas; da ameaça à continuidade do mar de vícios que assola esta nação; da hipócrita ora conclusão que os “modernistas” estariam à frente,
-A possibilidade que os irmãos Gomes – Ciro e Cid – se aproximem do novo governo, parece adequado, embora possa sofrer a resistência dos mais xiitas de seu partido.
A suposição que ao menos um deles seria indicado para ‘lierarar as oposições, embora tanto PCdo B e outros partidos mais à esquerda não aceitem o PT na função, parece não ser o suficiente para motivar, por enquanto, as lideranças citadas. “liderar o quê?”, diria Ciro!
-O trauma do insucesso na eleição, atribuído equivocadamente à figura do capitão Bolsonaro, deu-se mais à falsa imagem tão cultuada por mídias como a Folha que colocava em suas pesquisas, o ex presidente, Lula como o “grande preferido pela nação brasileira”, o que não se confirmou.
-Qualquer um, com um mínimo entendimento de marketing sabe, que em uma disputa polarizada, por pior que seja um deles, a tendência é a aproximação um do outro, salvo se um deles for “muito ruim” ou em situações de verdadeira repulsa ou anomalia.
O motivo, o LOJ explica: “Há uma tendência de os “mais pobres e sensíveis de alma e posses, carregar alguém, sempre nos ombros e de forma gratuita, quando este apareça em aparente situação de fragilidade. Ainda mais se vociferar que defende (rá) seus DIREITOS. Tem a ver com o ‘coitadismo’.

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