O Brasil sob ataque

O Brasil sob ataque

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O que há por trás do incêndio dos incêndios acontecidos recentemente na Amazônia?

O que querem países colonialistas da Europa com a crise do fogo na Amazônia?

Recentemente o país viu-se em verdadeiro atropelo, com pressão de países europeus, para as queimadas e incêndios que vem acontecendo no Norte do país, mais especificamente, na Amazônia brasileira. Nem uma referência à situação similar vivida no mesmo tempo, na Amazônia boliviana.
Sequer é lembrado dos que mais causam dano ao meio ambiente na região, a saber, os espaços destinados à reforma agrária onde, agricultores recebem terras com direito a suprimir parte da floresta e, por fim, acabam extinguindo o resto e, por fim, vendendo à área para o agronegócio.

Claro, sabe-se que há e claramente, uma reação não tão significativa mas aguerrida dos derrotados pelo atual governo e que parece não se conformar em ver um governo diferente daquele por eles esperado. Não pelo fato de ter sido, Jair Bolsonaro, mas que acabou incorporando o símbolo do projeto daqueles que acabaram vendo de alguma forma, frustrados seus planos.

O mais recente episódio é os eventos ocorridos na Amazônia brasileira. Não menos significativa daqueles que aconteceram agora há pouco na Rússia onde, na Sibéria, um incêndio de proporções jamais vista, causaram danos pouco imaginados.

Também não é diferente daquele acontecido nos Estados Unidos que, também enfrentou, como do resto da Europa, um frio tão intenso como jamais visto. Temperaturas jamais vistas, recordes em cima de recordes.

Mas na Amazônia, havia um diferencial me parece: O governo, inexperiente como político, vociferou um conjunto de diretrizes desastrosas em prol de determinados setores e outras, em detrimento de outros.

Enfim, o fogo na floresta dava a seus opositores e interessados na riqueza mineral que a região possui – países europeus – um novo pretexto para tentar lapidar um governo que encaminha o país em direção daquilo que eles não desejam: de vê-lo como colônia por bastante tempo ainda.

 

 

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Ao menos duas das maiores mídias do país, aproveitam-se para lapidar o governo e detonam o atual governo ampliando a visibilidade da “crise internacional”

 

Diante destes fatos, gravíssimos pois, atentam sim contra à soberania do país em um momento tão delicado, foi a vez do respeitado e equilibrado, Gal. Villas Bôas convocar aos brasileiros a ficar atentos contra as ameaças capitaneadas pelo governo francês que chegou à chamar o presidente brasileiro, de ter mentido sobre sua política ambiental.

Macron convocou líderes de países europeus em pressionar o governo brasileiro.

Embora não dito, outra vez – como no impeachment da ex-presidente, Dilma -, a voz de Villas Boas se fez ouvir e, Bolsonaro acolhe sua opinião e manda o Exército para combater o fogo; interno e externo.

Enquanto Globo e UOL lapidavam e ampliavam os efeitos do fogaréu, Donald Trump (EUA) e Benjamim Natanyahu (Israel) oferecem ajuda ao governo brasileiro para acalmar os fogos, ambos, caso julgasse necessário.

Bolsonaro, por sua vez, retrucou ao presidente francês que, há pouco tempo fora causa de quase incêndio social em seu país, chamando-o de colonialista e de usar imagens de governos anteriores, seus amigos e quando a floresta ardia em chamas com magnitude muito superior as atuais.

O desespero dos franceses é ver suprimido as riquezas que eles e outros países do mundo extraem neste território nacional, isso é claro.

Porém, esta não é maior crise enfrentada pelo atual governo e, logo o fogão deverá virar em foguinho.

Para o Brasil, desta, fica uma clara lição: de que nosso atraso social em todos os aspectos, econômico e militar nos coloca cada vez mais em uma situação de fragilidade por nós não imaginada a ponto de…. parte da nação ter se tornada vulnerável a interesses estrangeiros, cedendo o que é da nação brasileira, pelo simples fato de ver mal seus desafetos políticos.

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