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O Liberdade – O Jornal é a única mídia que conta com uma linha direta com o Pai.

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De corvo, na Vitória,à João de Barro, no Pórtico em São Miguel, Tiro e Tiarajú, os dois repórteres-em-espírito do Liberdade, vão peneirando quem passa pra estas bandas.

E por isso mesmo, que os serviços de seus dois repórteres-em-espírito, Tiro Fijo, àquele que desencarnou com a metralha de um tucano nas selvas da Colômbia e, o santo, aqui das Missões e que toda noite se dá ao serviço de gritar aí, na Coxilha Santa, o nome do Liberdade.

Há até quem diga que eles não existem – porque não são vistos – e que se de fato existissem, saberiam dizer sobre o nosso futuro. Melhor, sobre o futuro de cada um.

Como todos os seres um pouco mais evoluídos, explicam, falam por parábolas e, se disfarçam como só espíritos poderiam para não dar na cara que estão sempre à espreita, louquinho para atazanar vadios.

Ainda como se não bastasse, de tanta dúvida, tantos comentários insinuando que Tiro e seu colega de puxar na mesma canga, Sepé, hoje são lendas, estão desencarnados; que esperam a vinda do Senhor para se revelar outra vez, os dois continuam aí a revelar aos leitores do Liberdade fatos como foi, inclusive com a participação desastrosa de um deles, lá no Vaticano, mudando os rumos da história e tirando do cerro-larguense a teta de papa e que acabou beneficiando justo um Hermano, aí também perto, no fim do mundo.

Só aquele fato quase nos rendeu o pescoço. Sim, nós, porque aqui no Liberdade, como pra cortar só tem um, imaginem… O deles é vento, não dão, somem… virtude de quem já é espírito.

Quem pensa de onde o Liberdade tira todas as análises, dos mais diferentes contextos do mundo, em tempo real, sem que pudesse contar com a visão dos caros ajudantes. Corrijo: Extraia a palavra, “caro”, para não revoltar* a ambos.

*Nota: por motivos de punição, a carestia e os dois estão um pouco atrasados em seus direitos trabalhistas, mas a gente tá guardando os créditos e, se não quitar neste mundo, assim que eles morrerem de novo, como a maioria aqui, lá no céu, o Pai paga.

Caspite!

Só agora preciso tomar cuidado. Não ficar falando pra eles ir lá pra Catuípe, dizer que lá tem água mineral de você poder tomar banho frouxo todo o sábado, n’agua grátis e sem veneno que rola e flui frouxo por todo canto daquela terra bendita.

Desde que soubemos que por lá tem uma tal de Liberdade, que fala pelos cotovelos e que todo mundo houve, o Sepé anda meio que se engraçando, se fazendo de tatú-faqueado, sorrindo da própria sombra e, assombrando seu companheiro Tiro, pouco afeito devido à vida na mata, às coisas do coração.

Enviados para o México, para cobrir a retirada de Evo, Tiro Fijo que conhece como poucos aquela parte das matas americanas, deixou aí o Sepé cuidando quem chega, vestido de fidalgo espanhol a sua casa, “discosta”, pra fazer de contas que está lá, de olho em quem sai levando tudo ou, ao menos uma abraço desta terra de Deus e do São Miguel.

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