O mundo tangencia esforços para não cair em um novo grande conflito...

O mundo tangencia esforços para não cair em um novo grande conflito militar

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A Organização do Atlântico Norte (OTAN) decidiu ampliar sansões contra a Russia, já na próxima semana, caso o cessar fogo entre separatistas e Exército ucraniano, não pare.
Ambas as forças assinaram, recentemente, um acordo de cessar fogo e está sendo observado, inclusive se irá ou não ocorrer o deslocamento das forças russsas para fora do território ucraniano.
A Ucrânia quer os russos fora de seu território.
Os rebeldes, embora tenham assinado um acordo para o fim das hostilidades, ainda dizem querer separar mais uma parte do território ucraniano e o anexar à Rússia, assim como já aconteceu com a Criméia.

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Reunião
Os 28 representantes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), reunidos  em Newport, no País de Gales(05/09), atendem a apelos de países vizinhos à Rússia e a interesses próprios e começam uma nova etapa, mais agressiva, visando conter a agressão deVladimir Putin, como o que acontece contra a Ucrãnia.
O temor é da repetição do que aconteceu com a experiência passada na Alemanha hitlherista, quando Adolfo Hitlher começou invadindo países vizinhos enquanto o restante do mundo permanecia ‘dormindo em berço esplêndido’, o que resultou no irremediável confronto que superou a Primeira Guerra Mundial em violência, levando à morte mais de 50 milhões de pessoas, outros 50 milhões de mutilados e uma infinidade de pessoas com problemas psíquicos para o resto de suas vidas, fruto dos horrores da guerra.
Na pauta da a agressão russa contra a Ucrânia e os avanços do jihadismo no Iraque e na Síria.
Do encontro foi decidido pela ampliação das sansões contra a Rússia, caso o cessar fogo não seja respeitado e a Rússia não demonstre seu real interesse em buscar a paz. Também a criação de uma Força Tarefa composta por 4 mil soldados, localizada na Polônia, capaz de responder a agressão em curto espaço de tempo e com o que há de mais moderno em termos de tecnologia miliatar.

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O que os líderes disseram
O secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen, assinalou nesta quinta que essas e outras ameaças internacionais são uma prova de que a aliança “é tão vital para o futuro como foi para nosso passado”, e elevou o tom de desaprovação dos aliados à Rússia por desestabilizar a Ucrânia. O gabinete do presidente da França, François Hollande, havia anunciado horas antes a suspensão temporária da entrega de um navio porta-helicópteros para a Rússia em retaliação ao apoio russo aos separatistas no leste da Ucrânia.
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, antecipou que a Grã-Bretanha contribuirá com 3.500 soldados para o futuro destacamento de ação rápida e é a resposta aliada “ao assalto ilegal da Rússia sobre a Ucrânia”. Cameron lembrou o artigo 5 da Carta da Otan e ressaltou que ele sempre foi cumprido. Segundo o Artigo 5, os países-membros concordaram que um ataque armado contra um ou mais membros da Otan na Europa ou América do Norte “será considerado um ataque contra todos eles” e, portanto, seria preciso o uso de força armada. A Ucrânia não faz parte da aliança militar, mas já pediu formalmente para ingressar na Otan. Outros países que fazem fronteira com a Rússia e podem ser ameaçados por Moscou, como Estônia e Letônia, já fazem parte da Otan.
Putin alertou que se a Ucrânia se unir à Otan, será considerado uma agressão ao seu país.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que chegou a Gales disposto a obter o apoio dos aliados para enfrentar a violência jihadista no Iraque e ampliar seu apôio à Ucrânia.

Sobre a ajuda pedida pelos EUA para a formalização de uma Coalização de forças contra o Estado Islâmico (EI), Cameron disse que “não descarta” destacar a Força Aérea Britânia para atacar posições do Estado Islâmico (EI) no Oriente Médio.

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