O que era e foi notícias nas páginas escritas do Liberdade!

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Recebemos a visita do ex-prefeito, de Vitória das Missões, agora nosso colega, ele como radialista, Cesar Coleto

 Falamos sobre o momento político em profusão com o novo governo que ora se instala e se ajusta para assumir o cargo já no começo do próximo ano; do andamento de decisões políticas como a dificuldade criada com o ajuste de salários a parte do funcionalismo público, pela grande maioria da população, vista como absurda nestes tempos; das dificuldades de o novo governo fazer frente e manter uma linha de postura no mínimo razoável diante da pressão dos vícios, como a corrupção, que ora crassa o país, enfim, ficamos ambos, eu Sartori e o colega radialista, da nossa Rádio Caibaté, a desejar o maior número e volume de sucesso aos novos ocupantes de cargos país a fora.

Também trocamos ideias sobre as formas tradicionais de fazermos política; as necessidades que temos de mudanças e mudarmos; da valorização necessária da ética na atividade;  enfim,….

Também questionei, Cesar Coleto se tem a intenção de voltar a disputar cargo eletivo, outra vez e em seu município onde foi prefeito, de Vitória das Missões:

Cesar disse estar convicto estar distante desta possibilidade, no momento, haja vista estar ainda sentindo os efeitos de algumas mas enormes dificuldades que enfrentara por ocasião de seu mandato e que somente ao futuro, pensa hoje e quem sabe, renasça uma nova possibilidade neste sentido. Repetiu ao Liberdade que hoje sua opção e profissão, está na carreira de radialista, na Rádio Caibaté onde se sente feliz, no lugar que gosta e fazendo o que mais gosta.

Oriundo de família humilde, Cesar foi funcionário do Sindicato dos Trabalhadores Rurais em seu município, depois vice-prefeito quando se descompatibilizou daquele emprego, elegendo-se prefeito do município algum tempo depois.

Admitindo ser pouco maleável quando se põe em jogo a questão ética, para ele inegociável, disse ter concluído que para o homem que prima por ter e manter um comportamento ético, na política de hoje, é algo desgastante. Que propôs ao atual prefeito, à época, parceria para que juntos se candidatassem a levar adiante a administração municipal, mas o convite foi recusado, vindo ao candidatar-se à reeleição, perder o cargo para o então prefeito, Aldi Minetto.

Também nos contou que financeiramente, só perdeu com a política, mas ganhou em experiência e em crescimento, uma vez que pensa ter dado o melhor de si para melhorar a vida dos cidadãos de sua comunidade, Vitória das Missões, tanto que àqueles que após ter perdido a reeleição e dele se afastaram, agora voltam a fazer referências e declarar entendimentos de que cada vez mais passam a entender sua quase sempre acertada e melhor postura no cargo e nas posições que defendeu.

 

 

Apoio a Leite

 

Logo após o resultado do pleito, o novo governador gaúcho, Eduardo Leite, foi até o governador e candidato ao mesmo cargo, pedir para que ele pedisse a Assembleia, a prorrogação, por mais dois anos, da manutenção da alíquota do ICMS conseguido por Sartori, para fazer frente aos compromissos do “pesado” Estado gaúcho.

Além do aumento, de 17% para 18%, também à época, combustíveis, energia elétrica e telecomunicações, passaram de 25% para 30%.

Durante a campanha, Leite dizia e prometia o que o povo adora ouvir.

Depois, diante do compromisso de ter que fazer o melhor, a dura realidade à porta, pede a compreensão e apoio ao seu opositor, para que o apoie agora não mais como candidato, mas como responsável pela gestão futura do Estado.

Nesta mesma luta, embora praticamente todos os empresários clamem, no mesmo som com a sociedade, pela redução dos tributos absurdos cobrados da sociedade gaúcha, Eduardo Leite consegue apoio de pelo menos 100 lideranças empresariais de que os impostos serão mantidos no mesmo patamar em pelo menos mais dois anos. Em contrapartida, que seja assumido um compromisso de – passado este tempo – um processo de desaceleração do volume das taxas, seja iniciado.

O apoio veio pela compreensão que sem isso o Estado não terá como se viabilizar financeiramente a curto prazo.

Quando da segunda passagem de Ivo, aqui nas Missões, mais específicamente, São Miguel das Missões, momento que resolvemos ir alertá-lo para que não se comprometesse com a promessa de R$ 100 a R$ 150 que viriam para a ponte (lembram!), por constar com a assinatura (outra) de um ministro, em hotel aqui da cidade e que está nos rendendo motivo de chacotas, o “gringo” seguiu a risca e repetiu com enfase: “não me peçam nada, não tenho nada, não avalizo nada pois, não tenho de onde tirar. E não tendo, não assumo compromissos”.

No ensejo, como noticiamos aqui, alertamos que precisaria se dedicar em não só “tapar os desesperados furos da carcunda, carcomida, abalofada e cheia de privilégios estruturas do Estado, mas de o governo fazer o que não se faz é certo, aqui também em São Miguel das Missões: no caso, dele, de investir, por exemplo, nas relações internacionais, potencial adormecido do Rio Grande, pra não dizer do país. Com o risco de – diferente daqui a esta altura -, vir perder a tão desejada teta, lá, de governador.

Ivo até dá para se dizer, seguiu a risca o conselho, tanto que logo após se bandeou em direção à Alemanha, ao Japão e outros países na Europa.

Deslumbrou-se…

-Com as macieiras japonesas;

-Com a retórica e cortesia italiana destinada AOS TURISTAS;

-Com a distante – de nós -, máquina, eficiente, alemã. A ponto de …

A ponto de descobrir que ele, como o outro daqui, estão terrivelmente mal assessorado.

José, então voltou (com o rabo entre as pernas, diria o gaúcho) por nem ao menos ter sabido como se adentrava à porta de algum banco lá ou se pudesse para os tradutor falar mais devagar; de ter visto e comprovado de nossa insignificância que não do blá, blá blá que eles destinam a nós – e que tanto adoramos – TUPININQUINS, que resolveu se deixar levar pelas preocupações e, ocupações corriqueiras como por exemplo: convencer o CPERS a deixar de ser, ao menos um tico, tão ideológico e mais voltado ao que realmente interessa ao nosso povo: uma educação de qualidade para, inclusive, começarmos a respeitar sua importante, mas desprestigiada categoria pelo que recebem em troca do já fazem ou podem fazer.

 

Por outro lado, Leite, oriundo lá das pelotas, digo, de Pelotas, com pelota e tudo, atendo e sábio, aproveitando-se da relação já desgastada com o tico-tico do fundão, aqui da velha São Miguel, pega para sí a idéia e diz que o “homem da Tumelero” era até bom, mas… mas, .. não era criativo. Diz que ele poderá ir além, levar o Estado para um estado melhor; enseba os chiitas da extrema exquerda que ora demonizavam o ‘parente’, promete pagamento em dia a partir de seu primeiro ano de governo e…….. e……….acreditem, promete que irá investir no comércio internacional que, a seu ver, é uma das poucas, mas possíveis saídas do Estado, da merda que se encontra há pelo menos 50 anos atrás.

Também sobre a redução da máquina pública, posta em prática por José, diz que “não é bem assim”; que o Estado tornando-se eficiente, a população produzirá mais gorduras o suficiente para alimentar ‘a companheirada’ que a cada novo governo, lá e cá, se somam sob o cabide de prefeituras, estado e união, visando a tornar a vida dos escravizados, desta, muito melhor do que antes.

Eleito, Leite segue o acima citado no início do texto.

Já quanto ao comércio internacional, o primeiro pontapé, do novo governador, começa pela importação: lá, como cá, e negocia para trazer um “as”, um tal Funchal (não é de funcho), do céu, digo, do Espirito Santo onde, teria feito milagres, para fazer os milagres que precisamos aqui.

Mas que bá!

Melhor é me calar, acho. Nem precisa aconselhar…

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