Não tem dinheiro!

A melhor informação nasce livre, a forma de fazê-la, demanda liberdade e, claro, responsabilidade pois, pode resultar em responsabilização de quem a faz.
Fazê-la com qualidade é privilégio de poucos, daqueles que Deus diz que pode se não, não sai, não funciona. Interpretar um contexto, fazer leituras dinâmicas, é algo como cavar resquícios, vestígios de uma nação já extinta, ter sensibilidade para toda esta tradução com alguma eficiência só é possível para àqueles que interagem com respeito e conquistam credibilidade junto com os que com ele interagem.
O Liberdade – O Jornal, que não teve a parceria de políticos tantasvezes nesta terra em que as liberdades são tão manipuladas, não terá porque ter que não com seu próprio povo, àquele que nos dá motivo para a continuidade deste trabalho, de informar, de motivar o senso crítico, de continuarmos à luta pela libertação da escravidão destes nefastos e impositivos maiorais:
-O que disse o presidente da AMM sobre o efeito do atraso das obras do PAC em São Miguel e, o que ele ainda não viu sobre o projeto?
-O que o jornal Liberdade, atropelando o organizador do protocolo, disse à presidenta do IPHAN, o que falou, sobre o que falou, mas que folha era àquela que um de seus parvos carregava e esbravejava contra a luz do último farol?
-O que disse o prefeito de São Luiz Gonzaga sobre seu município e São Miguel das Missões;
-O que não disse, mas queria, o prefeito de Caibaté?
-Porque o líder do maior partido da oposição deixou a reunião tão logo esta iniciou?
-O que disse uma das prendas não política, presente, e que arrancou aplausos e expressou com maestria os desejos e frustrações de nossa comunidade em relação ao projeto?
-Porque o representante da Oposição, aliás praticamente sempre o único presente nestes eventos, saiu tão logo começou a reunião?
-O que o prefeito de São Luiz Gonzaga pleiteou junto ao IPHAN, tinha a ver com o assunto ora tratado?
-Quem coordenou o evento, o prefeito Hilário ou a prenda Rossana, do Turismo?
-Porque a vice-Prefeita, Jussara, que defendeu o projeto PAC Cidades Históricas com maestria – dizem – em Porto Alegre, não se pronunciou no evento?
-Porque várias lideranças políticas convidadas para o evento, não se manifestaram? Foi pelo tempo já exíguo para assistir o Som e Luz?
-Porque estava na conta os recursos e agora não está mais?
-Porque o projeto que estava pronto, agora não está mais, como se explica?
-Afinal, quanto foi gasto até então, quanto tempo faz e para quem foi destinado tal valor, a que pretexto?
-Porque no planejamento do projeto, os recursos reclamados saíram rápido feito trem japonês e para a execução das obras, lento que nem ponte missioneira?
O que perguntou o presidente do Poder Legislativo, Rodrigo Ribas à Brasil Engenharia e como e o que seu representante respondeu?
A relação do IPAN com o povo, como foi descrito pela presidenta nacional do órgão?… tem a ver com o que o referido órgão, certa feita, ENSINOU ao jornal Liberdade, como de fato era?…., o que o órgão deseja agora que aconteça, porque da mudança?
-Para a presidenta do IPHAN, Catia Rojas, como deve ser a relação entre a comunidade e seu patrimônio, no nosso caso, Patrimônio Cultural, hoje bem da humanidade e em que estágio nós estamos?
Tudo isso e muito mais quem assina o Liberdade ficará sabendo, sem pressa, afinal, vamos ver e saber a opinião do governo local sobre tudo isso que está ou não acontecendo em São Miguel das Missões.

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