Teoria da conspiração. Nas Missões?

Teoria da conspiração. Nas Missões?

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Fatos hipotéticos(2):

1 – “Ministério público move ação popular cobrando responsabilidades (…?) pelo uso e manipulação da população, via políticas sociais, para mera “lavagem de interesses excusos”;

2 – “Associação dos Municípios das Missões (AMM) e Departamento de Turismo (DETUR), prefeituras em particular, vítimas ingênuas e agentes de disseminação de ‘danos’ contra suas próprias populações?”

Pode? mesmo por ignorância, por ingenuidade?

Afinal, como pode o povo, os próprios governos municipais, se protegerem na eventualidade de crimes contra si, coletivizados, na eventualidade de que seus próprios representantes políticos legais servem de meios, pior, de agentes para que a prática de prejuízo aconteça?

Como se dá, com tamanha facilidade – em caso de realmente acontecer -, a ocorrência desta prática sem que nem os próprios, quanto menos à população o saiba ou desperte suspeita?

De quem é a responsabilidade em caso de o prejuízo (por alguém premeditado) venha a ocorrer?

Pode alguém, em nome do Estado, praticar tais atos e ficar impunes? Não ficam? Não tem ficado? ou, nunca ocorreu?

Pode que próprios agentes do Estado, que deveria primeiro zelar pelo bem da população, serem, eventualmente, usados e, ou usar o cargo para planejar o crime e adiantar as hipóteses dos caminhos de eventuais investigações, inclusive motivadas posteriormente pelos próprios, dando a certeza de que ‘não dará em nada?

Até que ponto a ingenuidade, a incompetência poderá justificar motivadores de supostos e eventuais atos desta envergadura, às vezes, indefinidamente?

A quem interessa, ou deva, evitar, proteger à população para que situações deste tipo não ocorra?

Porque a necessidade de ‘panelas’, em todas as esferas, é tão fundamental na sociedade hoje constituída nos grotões da América Latina?

 

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